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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
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293 críticas
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1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não sou a reencarnação do Narciso Vernizi, o homem do tempo, cujas previsões eu ouvia diariamente na rádio Jovem Pan AM na minha adolescência, mas temo profetizar que o furacão Katrina que tanta desgraça trouxe ao povo de New Orleans foi uma vingança dos deuses contra este arremedo de filme chamado "A CHAVE MESTRA". O estado da Louisiana, cuja capital é New Orleans, propiciou um encontro inusitado entre as culturas inglesa, francesa e africana, tem sido a escolha inevitável quando Hollywood anseia por mostrar culturas exóticas ou mesmo quando o assunto é a reverência às crenças vudus. Em alguns casos o resultado é bom, como em "CORAÇÃO SATÂNICO", dirigido por Alan Parker e, 1987. "CHAVE MESTRA" redundou num autêntico charco de lugares-comuns e preconceitos capaz de irritar o espectador menos atento. Vamos à trama propriamente dita. A bela heroína é a enfermeira Caroline (Kate Hudson) que desiste de seu trabalho numa clínica geriátrica ao ver tantos velhinhos morrerem. Interessasse por um emprego em que irá faturar $ 1000 por semana para cuidar de um velhinho seqüelado de AVC (John Hurt), vulgarmente conhecido como derrame. A casa onde o velhinho e a sua diabólica esposa, Violet Deveraux (Gena Rowlands) moram é longe de New Orleans, no meio do pântano. Ninguém em sã consciência aceitaria um emprego naquele lugar com aquele casal pra lá de esquisito. A destemida Caroline, contrária às minhas orientações, aceita o trabalho. Em poucas horas ela concluirá que meteu a cumbuca no lugar que não deveria. Passa a andar pela casa livremente quando Violet lhe dá a chave mestra para abrir todas as portas daquela mansão cheia de quartos. E como a curiosidade matou o gato, Caroline adentra um quarto cheio de espelhos (que não existem nos demais locais da casa) e antiguidades excêntricas. As crendices de Violet conseguem "contaminar" Caroline. O objetivo dos donos da casa foi alcançado. A natureza foi inclemente com a cidade que hospedou os criadores desta obra que mereceria que fosse colocado um pozinho na porta de todas as salas de cinema que exibissem o filme. Desta forma, espectadores incautos não conseguiriam assistir a esta película maligna.
Mesma ladaínha dos filmes de terror teens que assolam Hollywood, com uma diferença, tem um final interessante. Explico: o filme inteiro é cansativo, tenta dar susto de graça (como sempre) no expectador, não dá aquela tensão que um verdadeiro filme de terror e/ou suspense deveria dar, tem atuações medianas, mas por outro lado tem uma trama que, se o produtor não estivesse apegado às lorotas teens de Hollywood, poderia ter sido melhor trabalhada. A história até que não é ruim. O problema foi na hora de recheá-la para fazer ficar interessante. Só um pano de fundo de roteiro não ajuda diretor nenhum a ser o próximo Hitchcock. No entanto o final é muito melhor do que o filme inteiro, é assustador e surpreendente. Que pena que um bom momento desse foi manchado por uma produção fraca e um roteiro mal amarrado. 1 pelo fiapo de história que poderia ter um tratamento melhor, 1 pelos dois atores coadjuvantes que convenceram em seus papéis e 2 pelo final. É isso.
Curto bastante filmes de suspense nesse estilo, pra quem curtiu Corra! filme muito parecidos, com um final que não é o que nós queria, mas nos surpreende do mesmo jeito.
Todos têm razão, é um ótimo filme e assisti duas vezes. Ele não tem aquele final clichê e a gente só entende se assistir até o final, é excelente! Recomendo também o filme Arraste-me para o inferno, vale a pena conferir.
A premissa do filme é muito interessante, mas seu andamento vai se perdendo ao rodar das cenas. É previsível em alguns aspectos, mas não em sua totalidade. Há algumas discrepâncias também, como o personagem que não consegue ultrapassar a linha com o pó na porta, mas em cenas anteriores ele consegue. Bom, paro por aqui para evitar spoilers.
Bom suspense! O roteiro é confuso em boa parte do filme, gerando um desconforto em certos momentos, com exageros de linguagem que poderiam ter sido evitadas, mas... Elenco é bom quer conta com nomes conhecidos como Kate Hudson, John Hurt , Gena Rowlands e Peter Sarsgaard, todos estão ok. A trilha sonora é boa, dando ao filme boas cenas de engajamento com boa direção de arte. A chave mestra não é algo esquecível, mas também não será algo eterno.
A história do filme é muito boa no gênero de suspense/terror, atores com boas atuações destacando Gena Holands. Mas parece que deixa a desejar na direção e roteiro do filme, gerando uma certa confusão no final. Mas no gênero a história é muito boa, vale a pena conferir.
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