Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jorge Eduardo M.
114 seguidores
356 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2022
Um bom filme q retrata de prisioneiros americanos na guerra do Vietnã. Onde Bradock volta ao país para libertá-los. O filme tem um bom roteiro e boas cenas de ação.
Para dizer que o filme não é ruim não é, Chuck Norris faz o famoso personagem Braddock. Pelo filme inteiro rola um silêncio nas falas dos personagens, com foco mais nos combates em si. Um filme feito para agradar notoriamente a audiência norte americana, com excesso de poderes para Braddock que traz a figura dos soldados americanos. Nos dias atuais acabou virando uma parte da cultura do Chuck Norris da internet então da para aguentar. A trilha sonora e os efeitos de som achei bons, bem ajustado ao filme e sem exageros. Da para se divertir. spoiler: E para quem critica os outros guerrilheiros dos anos 80 Braddock não é um dos mais éticos de todos, deixando alguns aliados para trás. Brincadeiras a parte.
Por mais que eu goste desses filmes que aumentam a testosterona tenho que admitir que esse filme é muito ruim. Trapaças de roteiro exageradas e um roteiro bem meia boca. Normal o Chuck Norris matar dezenas de homens com uma metralhadora mas tudo é feito de forma tão descarada.
Para época eu achava bom, mas agora você vê que esses filmes é só para apagar a vergonha do Vietnã típico dos anos 80 era Reagan, um Homem só faz o que o exército inteiro não conseguiu fazer igual a rambo. E outros filmes da época.
Lançado em 1984 e com cerca de 101 minutos de duração, Missing in Action — conhecido no Brasil como Braddock: Super Comando — se tornou um dos símbolos do cinema de ação militar dos anos 80. Estrelado por Chuck Norris, o filme mergulha no imaginário pós-guerra da Guerra do Vietnã, explorando a ideia de que ainda existiriam soldados americanos presos em território inimigo.
Curiosamente, embora tenha sido o primeiro lançado, ele é o segundo capítulo dentro da cronologia da história. A trilogia ainda inclui Missing in Action 2: The Beginning (1985), que mostra a captura de Braddock, e Braddock: Missing in Action III (1988), que conclui a saga.
Principais atores e personagens Coronel James Braddock — Chuck Norris Tuck — M. Emmet Walsh General Trau — James Hong Estória
Após sobreviver ao cativeiro no Vietnã, o coronel James Braddock descobre algo que o mundo preferia ignorar: ainda existem soldados americanos presos em campos de prisioneiros vietnamitas.
Indignado com o silêncio político e a negação oficial do governo, Braddock decide agir por conta própria.
Ele retorna clandestinamente ao Vietnã em uma missão extremamente perigosa: invadir territórios hostis e resgatar os soldados esquecidos pela guerra.
A partir daí, o filme assume seu verdadeiro tom — uma jornada explosiva de vingança e resgate. Braddock atravessa selvas, enfrenta bases militares e destrói campos inimigos com uma determinação quase implacável.
Entre tiroteios intensos e confrontos diretos, surge uma das imagens mais icônicas do cinema de ação da época: Braddock emergindo das águas de um rio com uma metralhadora nas mãos, pronto para enfrentar um exército inteiro.
Reflexão sobre o filme
Se Braddock 2 trouxe o drama do aprisionamento, Super Comando representa o momento da libertação e da revanche.
Aqui não há espaço para contemplação. O filme abraça totalmente o espírito do cinema de ação dos anos 80: explosões, tiros, perseguições e um herói praticamente indestrutível.
Braddock se transforma quase em uma figura mítica — uma mistura de soldado, justiceiro e agente secreto, lembrando em certos momentos o estilo de James Bond, mas transportado para o cenário brutal da guerra.
Essa abordagem mais direta e explosiva faz com que muitos fãs considerem este o filme mais marcante da trilogia, justamente por entregar aquilo que o público esperava de Chuck Norris: presença imponente, coragem inabalável e ação sem limites.
⭐ Avaliação final
Braddock: Super Comando é um retrato perfeito do cinema de ação da década de 80. Pode não ter a carga dramática do capítulo anterior na cronologia, mas compensa com intensidade, ritmo e cenas que se tornaram clássicas dentro do gênero.
É um filme que abraça seu estilo sem vergonha: ação pura, heroísmo exagerado e um protagonista que enfrenta um exército inteiro sozinho.
Para fãs de filmes militares e do cinema de ação clássico, é uma experiência obrigatória.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade