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stefanojosef
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14 críticas
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1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme muito razoável, não passa disso. Com um roteiro extremamente previsível, o grande destaque vai para os excelentes efeitos especiais. Não passa disso, uma atuação q passa na média de Nicolas Cage e Alferd Molina não chega a convencer, se tornando um tanto cansativo. Já Jay Baruchel não chega nem a isso, uma atuação fraca, q não consegue atingir seu objetivo. Um filme pra assistir totalmente sem compromisso e sem grandes espectativas. Esperava bem mais.
Para mim um dos melhores atores,com filmes memoravéis como Cidade dos Anjos,porém atualmente com alguns fracassos nas costas,como O Sacrificio e Vicío Frenético,o que poderia ser evitado por Cage,pois um ator do seu cacife pode muito bem escolher em qual filme atuar. Agora falando do filme em si,desse eu gostei,lembra muito o estilo de Harry Potter,mas foi bem feito,uma história boa e com alguns momentos divertidos,o que é o minímo que se espera de um filme da Disney. Vale o ingresso.
Ao assistir o filme, pude ao mesmo tempo em algumas cenas ter uma certa dúvida com relação a continuação da mesma. Os efeitos especiais estavam muito bons. Espero que tenha uma continuação para dar continuidade a certas cenas do filme no qual quem é detalista nota isso.
Parcerias entre Nicolas Cage e a Disney normalmente me deixam preocupadas, mas, em respeito ao ator que Nicolas Cage sempre foi, deixo essas preocupações de lado e vejo os filmes que levam seu nome; afinal, comentar sem ter visto é uma babaquice. Pois bem, fui ver o filme com alguma expectativa, afinal, estamos falando do mesmo ator de Coração Selvagem e Senhor das Armas. Nos primeiros cinco minutos o filme não impressionou, ao contrário, me fez olhar o relógio pelo menos duas vezes. A história se desenrola sem grandes surpresas, e mesmo os detalhes de roteiro que normalmente fariam o espectador dizer "Genial" podiam ser antecipados muito antes. O filme possui sequências de ação muito boas, como a luta que ocorre em Chinatown entre as personagens de Cage e Gregory Woo ou a perseguição de carros pelas ruas de NY, porém, para por ai.
A história, a princípio, tinha tudo para dar certo. Magia somada a efeitos especiais impecáveis normalmente geram bons resultados. Mas magia, que era para ser o tema, acaba ficando em segundo plano, e da espaço ao romance entre Jay Baruchel (David, o Aprendiz) e Teresa Palmer (que é, nada mais, nada menos, um romance sem química, que só convence com a ajuda exagerada da trilha sonora nos momentos de maior dramaticidade) e à velha questão que praticamente todos os heróis vêm chegado nos últimos filmes que estrearam do gêreno: ficar com a mocinha ou salvar o mundo?
No fim, o filme cai no velho clichê, porém, o felizes para sempre não faz o espectador sair do cinema pensando no que acabou de ver, e sim se perguntando onde esteve durante uma hora e quarenta minutos.
Uma decepção na carreira de Cage e do diretor Jerry Bruckheimer, que nem parece ser o mesmo diretor responsável por filmes que já foram sucesso de bilheteria, ou que, pelo menos, cativaram seu público.
É um filme bem despretensioso.A história pode até parecer interessante,mais está apenas para entreter.Um conto infantil,adaptado para a forma adulta.Nicolas Cage vivendo um personagem bem diferente,mais que ao mesmo tempo é a cara dele.Depois de viver Motoqueiro Fantasma,ele encara mais um personagem fantasioso.Jay Baruchel foge um pouco daquelas comédias teen,e se se mete em uma história regular,que o fez muito bem.Não pode passar despercebido também,a presença de Teresa Palmer e Alfred Molina.
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