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Leon K.
113 seguidores
117 críticas
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5,0
Enviada em 19 de junho de 2012
Sencasional excelente fantastico enfim é Amanda Bynes nota 10 esse é,um dos melhores filme que ja vi enredo,trilha,atores enfim sem comentarios ta na minha lista!!! um filme agradavel do inicio ao fim sem duvidas
É uma boa comédia romãntica! O roteiro é recheado de clichês, mas a história consegue prender er garante algumas boas risadas e situações hilárias. Apesar de ser totalmente previsível, o filme também emociona, especialmente em seu final. A fotografia e a trilha sonora do filme também são demais! Não traz nada de novo, mas apresenta de uma forma diferente e válida tudo o que já vimos em comédias romãnticas ultimamente. Colin Firth e Amanda Bynes estão muito bem!Recomendo a todos que gostam de um filme leve para se divertir sem compromissos!
Filme água com açúcar, vendido na embalagem de conto de fadas moderno. Este é "Tudo Que Uma Garota Quer". Para quem gosta de comédias românticas melosas, trata-se de um prato cheio. Estão lá as lições de moral de praxe, os personagens estereotipados (quem é "mau" percebe-se logo em sua primeira cena), o galã da vez... tudo que sempre se encontra em filmes do tipo e que com certeza você já viu em inúmeras outras comédias românticas. De bom apenas algumas situações onde há o confronto entre os costumes britânico e americano, em especial a cena do abraço, e as boas presenças de Kelly Preston e Colin Firth. Ainda assim é pouco para segurar o filme.
Um filme com um roteiro bem fraco, uma trama extremamente previsível que não chega a empolgar em momento nenhum, e atuações fracas, para não dizer ruins. Uma comédia romântica que não é engraçada.
**Ano de lançamento:** 2003 **Duração:** 1h45min **Gêneros:** Comédia, Romance e Drama **Principais atores:** Amanda Bynes (Daphne Reynolds), Colin Firth (Henry Dashwood), Kelly Preston (Libby Reynolds), Oliver James (Ian Wallace), Jonathan Pryce (Alistair Payne) e Sylvia Syms (Clarissa Payne).
### Estória
*T*udo que uma Garota Quer* é uma daquelas comédias adolescentes que parecem simples, mas encontram sua força justamente na maneira leve de contar uma história sobre **identidade, família e pertencimento**.
Daphne Reynolds é uma jovem americana criada pela mãe, Libby, que sempre lhe contou que seu pai era um aristocrata inglês chamado Henry Dashwood. Depois de descobrir mais sobre sua origem, Daphne decide atravessar o Atlântico e ir até Londres para finalmente conhecer o pai.
O problema é que Henry não é simplesmente um pai ausente. Ele pertence à aristocracia, está envolvido com política e vive preso às expectativas de uma família tradicional. Quando Daphne aparece, espontânea, divertida e completamente diferente daquele universo, ela começa a transformar tudo ao seu redor.
E é justamente aí que o filme funciona.
### Amanda Bynes: o grande diferencial
Amanda Bynes tinha um talento muito particular para comédias. Ela conseguia transformar uma personagem aparentemente exagerada em alguém carismática e fácil de acompanhar.
Daphne é impulsiva, divertida e não tenta se encaixar naquele mundo aristocrático. **Ela quer conhecer o pai, mas também quer descobrir onde realmente pertence.**
Bynes carrega boa parte do filme com seu humor físico, suas expressões e principalmente sua capacidade de criar empatia com o público.
É impossível não pensar no potencial que a atriz demonstrava naquele período. Depois de trabalhos como *Ela é o Cara* e *Tudo Que Uma Garota Quer*, sua carreira parecia caminhar para uma trajetória muito maior. Por isso, olhando retrospectivamente, existe uma certa tristeza em perceber que aquele potencial acabou não sendo desenvolvido como muitos imaginavam.
### Colin Firth e o conflito entre pai e filha
Colin Firth funciona muito bem como Henry, justamente por representar o extremo oposto de Daphne.
Ele é contido, tradicional e preocupado com sua posição social e política. Ela é liberdade, espontaneidade e irreverência.
O interessante é perceber que o conflito não está simplesmente entre **pai e filha**, mas entre duas formas completamente diferentes de enxergar a vida.
Henry passou anos escolhendo aquilo que esperavam dele. Daphne chega justamente para mostrar que talvez ele tenha perdido algo muito importante nesse caminho.
### Roteiro e construção
A história não é revolucionária. Na verdade, sabemos desde cedo para onde ela está caminhando.
Mas isso não significa que seja ruim.
O roteiro consegue construir uma narrativa agradável sobre **uma garota procurando suas raízes e um pai descobrindo que sua família talvez seja mais importante do que seu título**.
A transformação de Henry é previsível, mas emocionalmente funciona. E a cena em que Daphne espera realizar seu grande sonho — dançar com o pai — ganha força justamente porque representa muito mais do que uma simples dança.
É o desejo de uma filha que passou a vida esperando por aquele momento.
### Crítica
*Tudo Que Uma Garota Quer* não pretende reinventar a comédia romântica adolescente. Ele quer contar uma história de família com humor, romance e uma boa dose de fantasia social.
E consegue.
O filme possui aquela atmosfera típica das produções adolescentes do início dos anos 2000: **figurinos marcantes, Londres como cenário, personagens caricatos, romance juvenil e uma protagonista cheia de personalidade**.
Talvez justamente por isso tenha envelhecido de maneira interessante. É um filme simples, mas sincero naquilo que deseja entregar.
E existe uma mensagem por trás de toda a diversão: **não importa o título, o dinheiro ou a posição social; algumas escolhas precisam ser feitas pelo coração.**
### Veredito
*Tudo Que Uma Garota Quer* é uma comédia adolescente que não possui um roteiro extraordinário, mas é muito eficiente naquilo que propõe.
Amanda Bynes é o coração do filme. Sua Daphne consegue ser engraçada sem perder a humanidade, e sua química com Colin Firth ajuda a sustentar o relacionamento central da história.
É uma produção leve, nostálgica e agradável, típica de uma época em que Hollywood ainda sabia fazer comédias adolescentes com personalidade.
Amo de coração, cliché mas bem feito e divertido ,um bom filme pra tarde .Perfeito pra garotas como eu que amammm um cliché romântico e com situações comoventes
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