Batman Begins
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4,5
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267 Críticas do usuário

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Antonio A.
Antonio A.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de dezembro de 2015
Excelente filme, com atuações brilhantes, excelente enredo, efeitos especias pouco presentes mas muito bons.
evandro s.
evandro s.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2015
ótimo ugubh hbmbhvhbjbgvhbjnjh vgbjbhbbkjbftghncxdfvvc h h g y t gg gygy vg g g gg g h g h g
Nini N.
Nini N.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de setembro de 2015
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Pedro F.
Pedro F.

9 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de agosto de 2015
Muito bom,adorei o espantalho, uma história complexa, mt bom
Juliano A.
Juliano A.

17 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de agosto de 2015
É um divisor de águas quando se pensa em filmes baseados em hqs. Sou um fã declarado do Batman, Bale e do Nolan.
Nika D.
Nika D.

7 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
O início de tudo ... MUUUUIITOOO BOM!!!.................,.,,........................
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2014
De todos os Batmans até hoje, ele nunca foi tão bem interpretado e nunca tão bem produzido. É excelente.
William D.
William D.

33 seguidores 63 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de junho de 2013
'Batman Begins' começou com o pé direito e deu início a melhor trilogia de super-herói de todos os tempos.
Neste filme, o personagem protagonista é tão bem representado, que todo o ambiente ao seu redor parece reforçar suas características. Gotham City nunca foi tão bem representada, e os cenários que deram vida a cidade faziam parecer que sempre era noite e que retratam perfeitamente a escuridão vivida no homem morcego.
Para completar tal harmonia, a trama criou no espectador um senso de realidade tão bem pensado que as trevas pareciam estar por toda parte, a não ser nos momentos de luz do passado Bruce na querida mansão Wayne, ou quando o envolvia a outros queridos personagens, como a Rachel e seu mordomo Alfred. E, magnificamente, os vilões Falcone, Espantalho e Ra's Al Ghul só engrandecem a história ainda mais causando terror em Gotham gradativamente, espalhando a criminalidade até chegar ao ponto principal que dá vida ao homem morcego, proteger a cidade da sua própria destruição, e justo aquele quem mais contribuiu a dar vida ao Batman se tornou aquele quem mais precisaria tirá-lo do caminho simplesmente por uma divergência de opiniões que definem um herói do vilão, embora ainda dentro da linha de justiça. É uma moralidade inteligente e mais bem pregada do que em qualquer outro filme de super-herói, e que definem herói como tal, mas que ainda faz você entender e admirar as linhas de raciocínio de todos os personagens, incluindo os vilões.
Se você nunca se satisfez até agora com histórias de super-herói e as considera bobagens, assista a este filme e nunca mais terá a mesma opinião, e verá que a realidade é bem mais parecida com a ficção dos quadrinhos do que se imagina.
Susan_s
Susan_s

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2013
Não tenho palavras para esse filme.

É, com certeza, o melhor filme de "super-heróis" que já vi. Totalmente diferente de qualquer clichê possível. E o que é mais legal de tudo, é que o Batman não tem poderes irreais, nem é imortal. É movido por um sentimento forte, vontade de resgatar sua cidade e combater os criminosos. Esse filme é incrível, muito bem feito, muito bem produzido e com um elenco máxima sem dúvidas.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de maio de 2013
No início dos anos 90, com uma atmosfera fantasiosa típica do diretor Tim Burton, o filme “Batman” colocou no mapa novamente as adaptações baseadas nos heróis dos quadrinhos e, consequentemente, a DC Comics (editora por trás das histórias do Homem-Morcego) na hegemonia do setor. No entanto, a empresa não soube aproveitar a franquia que tinha nas mãos e uma série de decisões equivocadas – relacionadas à contratação do elenco e à escolha do exagerado Joel Schumacher para a direção – enterrou a série do Cavaleiro das Trevas.

Eis que, no início dos anos 2000, os diretores Sam Raimi e Bryan Singer inovam com “Homem-Aranha” e “X-Men”, respectivamente, e a Marvel Comics se torna a rainha do segmento. A DC Comics viu, através do sucesso dos filmes de sua concorrente, a oportunidade para trazer de volta um de seus grandes heróis (o outro é ninguém menos do que o Superman). Para executar a difícil tarefa foi chamado o diretor Christopher Nolan (de “Amnésia” e “Insônia”), que, na época, era um dos nomes mais promissores de Hollywood. Nolan trouxe consigo, por sua vez, o roteirista David S. Goyer, e o ator galês Christian Bale para vestir a fantasia do personagem título.

O resultado do trabalho deles (que é excelente, por sinal) pode ser conferido em “Batman Begins”. O filme retoma o início da saga de Bruce Wayne sem ser um prequel das histórias que assistimos nos filmes dirigidos por Tim Burton e Joel Schumacher. Christopher Nolan e David Goyer, que escreveram juntos o roteiro, organizaram muito bem a história que gostariam de contar. Nela, Bruce Wayne, um jovem bilionário, é um homem atormentado pela culpa que sente em relação ao assassinato dos seus pais (ocorrido depois dos três serem assaltados); um homem amedrontado, que quer combater a injustiça, mas não sabe como. É essa busca de Wayne por reencontrar um sentido para a sua vida que ocupa a primeira hora de “Batman Begins”.

Quando Bruce Wayne já está vestindo a fantasia de Batman e combatendo o crime na sua cidade natal, a corrompida Gotham, “Batman Begins” entra na sua segunda – e final – hora. Entretanto, não pense que os conflitos de Bruce Wayne terminaram. Agora, além do medo, o jovem bilionário playboy tem que lidar com o dilema que aflige a maioria dos grandes super-heróis (que – não custa nada lembrar – são pessoas que se dividem entre o seu disfarce diário e a sua persona pública): aquele que está relacionado ao amor. Bruce não sabe como ser Batman e ainda assim se entregar à amiga de infância Rachel Dawes (Katie Holmes), uma dedicada assistente da promotoria – e uma das poucas pessoas honestas de Gotham ao lado do futuro comissário Gordon (Gary Oldman).

“Batman Begins” foi o momento de ressurgimento da DC Comics e, com esse trabalho, podemos dizer que eles seguiram direitinho a cartilha da Marvel Comics, a editora rival. Convidaram um diretor competente e deram liberdade de criação ao mesmo, levaram às telas um roteiro que não menospreza a inteligência da platéia e que prioriza o herói ao invés dos vilões, contrataram um elenco de peso (além de Bale, Holmes e Oldman aparecem na tela atores como Liam Neeson, Ken Watanabe, Rutger Hauer, Michael Caine, Linus Roache, Cillian Murphy e Morgan Freeman) e, finalmente, deixaram uma porta abertíssima para uma eventual continuação (na realidade, uma trilogia, completada por “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge“). A diferença é que “Batman Begins” ignora tudo o que foi feito previamente na franquia e inicia um novo capítulo na história do Homem-Morcego. Não é sempre que o cinema dá uma segunda chance para uma franquia se redimir e Christopher Nolan aproveitou-a muito bem.
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