Capitão Sky e o Mundo de Amanhã: Críticas - Página 2
Capitão Sky e o Mundo de Amanhã
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Fabio
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Fui ao cinema pensando que ia ver um espetáculo, mas quando o filme começou vi que era uma porcaria !!!! Não recomendo pois dormi no filme !!!! Não tem acão e a hístoria é fraquissima !! Não recomendo!
Divertidíssimo. Não consigo pensar em palavra melhor para descrever "Capitão Sky e o Mundo de Amanhã" do que essa. O filme é uma grande homenagem às aventuras clássicas, onde havia sempre o herói carismático e canastrão e cenas de ação impossíveis. A própria trama também é uma homenagem, misturando robôs gigantes que soltam raios e várias outras parafernálias. Tudo isto moldado com o que há de melhor em computação gráfica, o que faz com que arrisque dizer desde já que este é um sério candidato ao próximo Oscar de efeitos especiais. O universo criado para "Capitão Sky..." impressiona, sendo ao mesmo tempo retrô e futurista. Retrô no modo de vestir, na ambientação, na época com a qual a trama se passa - década de 30 -, no modo como as pessoas lidavam umas com as outras. Este lado fica bastante nítido na 1ª metade do filme, quando a trama é bastante focada em Nova York. O lado futurista aparece com mais força justamente na metade a seguir, quando robôs de todo tipo, porta-aviões voadores, foguetes gigantescos e os mais variados inventos futuristas ganham espaço. Os efeitos são extremamente bem feitos e precisamente encaixados aos personagens, de forma que o espectador não perceba o que é real e o que é efeito especial. Outro destaque é a interação entre os personagens de Jude Law e Gwyneth Paltrow. Ex-amantes, os dois possuem uma espécie de competição particular onde cada um tem seus interesses pessoais: ele em encontrar Totenkopf, o vilão da trama, ela em conseguir uma grande história para o jornal em que trabalha. Forçados a trabalhar juntos, é óbvio que conflitos ocorrem entre os dois. E é justamente aí que surge boa parte do humor da trama. "Capitão Sky..." é acima de tudo um filme feito para divertir. A trama é bastante exagerada, especialmente se for pensar que aquela realidade se passa em plenos anos 30, mas é também repleta de referências a esta mesma época: de "O Mágico de Oz" a anúncios antigos da Coca-Cola, passando ainda pela marquise de um cinema anunciando "O Morro dos Ventos Uivantes". Filme-pipoca da melhor qualidade.
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