Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros
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4,4
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444 Críticas do usuário

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Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de junho de 2015
Dinossauros e humanos convivendo pacificamente? Obviamente que não! Parece que os erros dos cientistas dos filmes anteriores da franquia Jurassic Park não serviram como aprendizado. Nesta nova aventura, um dinossauro híbrido é criado, sendo que esta criatura fora criada com o intuito de ser mais assustadora, pois não bastava ter crianças cavalgando dinossauros como se fossem pôneis ou em campos abertos onde os humanos são protegidos por esferas resistentes... Bem, devemos relevar o contexto absurdo de grande parte das ações desse filme, pois a lógica não é das maiores virtudes do mesmo. A maioria dos personagens são naturalmente estúpidos, e suas funções meio que se resumem a agir como idiotas ou correr (e muito). Não me levem a mal, o filme não é ruim, muito pelo contrário! É um dos filmes mais eletrizantes (e ouso dizer aterrorizantes) que vi recentemente. Muitos filmes de terror não causam um décimo do horror e impacto que este Jurassic World. Muita correria, inclusive com uma destreza no salto alto impecável da bela Bryce Dallas Howard, bem diferente do que nos filmes que a tornaram conhecida, pois sua personagem aqui é a mocinha, mesmo que repita nos primeiros minutos do filme o ar arrogante da maioria de suas personagens anteriores. Já Chris Pratt, com seu carisma à lá Indiana Jones se o famoso arqueólogo de Spielberg fosse treinador de dinossauros (só faltou o chicote e o chapéu), rouba as cenas, principalmente ao lado de Howard, já que os dois têm interessante química juntos. De resto no elenco, nenhum grande destaque. Mas o que realmente importa neste filme e causa verdadeiro frisson é obviamente a precisão dos efeitos especiais na criação dos acachapantes dinossauros. É neles que recai todo o poder do filme. Suas expressões, e mesmo sinais de carinho e dó, são partes imprescindíveis do roteiro que é puro repeteco do que já foi visto nos outros filmes da série, mas que consegue manter a atenção e o efeito de choque que ele provoca. Trata-se de um filme impressionante em vários níveis. Começa meio chato, meio devagar, mas quando pega no tranco, haja fôlego até o final! Divertimento garantido. Só não se engane: não é nada recomendado para crianças, a não ser que você queira fazer um amplo tratamento de choque nos pequenos. Um filme que cumpre com louvor sua função blockbuster de ser. Ótimos momentos, tensão e algumas risadas garantidas. Para ser visto na tela grande com um grupo de amigos e muita pipoca.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de junho de 2015
A falta de criatividade em Hollywood, não é motivo para parar as grandes produções. Estão fazendo remake de tudo que deu certo no passado. Hulk, Mad Max, Exterminador do Futuro, Homem Aranha, Batman, Super-homem, O Mágico de Oz, etc. E ainda estão por vir Os Caça-fantasmas e outros. É o caso do filme Jurassic World. Os mesmos cenários e enredo muito parecido. Tudo previsível e as cenas mais marcantes, no final do filme, são quase que repetição do primeiro, Jurassic Park, de 93. De diferente e perceptível, a troca de uma garota por um garoto, dos dois envolvidos nos problemas. Não existe preocupação com arte, só com o suspense e efeitos especiais. Quem mais está gostando do filme é a meninada, que não havia nascido quando saiu o primeiro. No final, batem palma, quando o dinossauro vilão perde a batalha. De qualquer maneira é divertido. Vale a pena.
Felipi V.
Felipi V.

9 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de junho de 2015
“Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros” (2015) já era um sucesso de bilheteria anunciado, mesmo que nem todo mundo esperasse que desbancasse “Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), do posto de estreia mais rentável da história, arrecadando mais de meio bilhão de dólares nos dois primeiros dias de exibição. Seu desempenho excepcional se deve mais a nostalgia, associada principalmente ao primeiro filme, do que as qualidades narrativas do longa-metragem de 2015, que ainda está muito aquém da obra de 1993. ‘Jurassic World’ está longe de ser uma produção perfeita, por ser desleixada com seu roteiro, diálogos, atuações e por consequência na sua construção de personagens, mas não deixa de ser uma deslumbrante diversão, que se apoia em seus efeitos especiais e no apelo que os dinossauros têm no nosso imaginário.
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Mais de vinte anos após a construção do parque, a narrativa acompanha o personagem Owen Grady (interpretado por Chris Pratt), um adestrador de dinossauros que trabalha com Velociraptors. Paralelamente uma das administradoras do parque, Claire (Bryce Dallas Howard), está preparando uma nova atração para manter as visitações, que consiste num novo réptil geneticamente modificado, além de ter que lidar com a visita de dois sobrinhos que estão sob seus cuidados. Os caminhos dos dois personagens, que descobrirmos já se conhecerem, voltam a se cruzar, quando ela precisa de uma opinião sobre o comportamento do animal e tem de recorrer a Grady. A tensão e os perigos começam, quando ambos descobrem que o animal despareceu misteriosamente de sua jaula, colocando a vida dos visitantes e o futuro do empreendimento em risco.
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Construído num formato que continua a trilogia original e ao mesmo tempo a homenageia, se utilizando de alguns conceitos e reencenações do primeiro, ele é efetivo em agradar os fãs da franquia, que não se importam com os descuidos de sua produção. Os efeitos especiais são muito competentes e refletem um esmero em sua direção de arte, mas não são tão “tácteis” quanto os de “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros” (1993), que mesclava animatrônicos e efeitos gráficos, dando vida ao livro de Michael Crichton. Ainda assim é totalmente possível assistir ao filme e apreciá-lo, acreditando na realidade deste universo, no qual conseguimos imergir em um mundo repleto de bichos pré-históricos gigantescos.
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A fotografia nos transporta por um “tour” esfuziante pelo “zoológico reptiliano”, que agora está aberto à visitação do público, de forma bastante convincente. A trilha sonora, que reutiliza os famosos acordes de John Williams, agora numa releitura de Michael Giacchino, também é efetiva em nos transmitir muitas das sensações que tivemos na primeira vez que entramos em contato com este universo. O maior mérito são os efeitos visuais que melhoram o que foi utilizado nos filmes anteriores, os atualizam para uma nova geração, mas que sozinhos não geram uma obra-prima do cinema. Apesar de deslumbrantes, as imagens que se projetam na tela, soam artificiais para expectadores mais exigentes, por falta de coesão no restante dos aspectos técnicos da produção.
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No geral, a direção de Colin Trevorrow se limita a reconstituir cenas e conceitos que remetem diretamente ao primeiro longa-metragem, assim como cenários e utensílios originais que são revisitados, introduzindo poucas novidades relevantes. Temos as crianças em perigo que têm apenas um vidro para separá-las de serem devoradas, as visitas aos laboratórios onde os “dinos” foram recriados, o carro que passeia em meio às atrações. Também a tensão romântica entre o casal principal, assim como um vilão que acaba fazendo com que o parque deixe de ser uma diversão, para se transformar em um safari da morte.
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Evidente que num filme sobre dinossauros, eles devem ser a atração principal, pois é o fascínio que exercem sobre nós, que enchem os cinemas. Mesmo que os personagens humanos sejam interpretados por bons atores, eles sempre serão coadjuvantes nesta franquia e é assim mesmo que deve ser. No entanto, para construir uma narrativa envolvente, não é necessário manter os bichos em tela por todo o tempo, pois o próprio longa-metragem de 1993 não mostrava os animais em cena, por mais do que vinte minutos no total. A sugestão de que eles estavam ao redor, aparecendo em momentos pontuais, era o que construía o suspense que nos deslumbrava ao assisti-lo.
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Mas o fato de o elenco não ser o foco mais importante, não significa que o roteiro tem que criar diálogos e subtramas que não acrescentam nada a história e ainda ridicularizam a participação humana. Algumas cenas são construídas de forma pouco verossímeis, com atuações de alguns coadjuvantes que interpretam seus personagens de maneira desnecessariamente estereotipada, muitas vezes bagunçando o tom do filme. A motivação e desenvolvimento do vilão é totalmente dispensável e a representação da figura feminina principal é no mínimo pouco desenvolvida. Isto dificulta a utilização de nossa “suspensão da descrença”, para aceitar algumas cenas pouco críveis, como a que Claire consegue fugir de um predador correndo de salto alto.
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Claro que se você procurar nas entrelinhas da narrativa, até perceberá uma discussão metalinguística com a justificativa comercial que envolve a criação do longa-metragem. Assim como os espectadores que querem assistir mais filmes com dinossauros no cinema, o público fictício que frequenta o parque quer ver animais maiores, com mais dentes e mais assustadores. E essa ânsia grandiloquente, que quer tudo sempre “com mais e maior”, não se importando com a qualidade, faz com que os administradores do parque (ou os produtores do filme) criem um “monstro”, que pode sair do controle, ao mesmo tempo transferindo a responsabilidade de qualquer erro, para os consumidores.
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O sucesso financeiro da produção assinada por Steven Spielberg não a legitima como um novo marco do cinema, que ofereça mais do que o êxito mercadológico. Em ‘O Mundo dos Dinossauros’, assim como nos criticados, “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Jurassic Park III” (2001) os efeitos especiais são os únicos atrativos que os longas têm a oferecer, ainda que o de 2015 tenha evoluído bastante na aplicação da tecnologia. Claro que isso por si só já compensa o desembolso do ingresso, mas não deixa de ser um desperdício da chance de se construir uma narrativa verdadeiramente memorável para história da sétima arte, como ocorreu no início dos anos 90.
Felipe M.
Felipe M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de junho de 2015
Gostei do filme. Foi divertido. Mas... ele é muio raso. Assim como os personagens que não tem profundidade nenhuma. Os meninos não são carismátcos e não fariam falta. Assim como os... protagonistas? Não sei ainda se há algum. A história é fraca, mas não menos que o... vilão?. A justificativa da "oragnização maligna" é injustificada. Por conta de apreender o público infantil não tem nenhuma cena mais forte de violência, e isso tirou um pouco das cenas. Em algum momento do filme, parecia que ia (como na F1, quando o carro vai chegar a 300...), mas não foi (...e o carro faz a curva). Mas é um filme com dinossauros em alta definição, e a Bryce Dallas é um espetáculo à parte, geme o filme inteiro. Quem sabe um futuro cientista não tenha saído inpirado?
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 13 de julho de 2015
Mais uma vez,as sequências ganham espaço em Hollywood.E olha que essa franquia é uma das mais prestigiadas.Esse novo filme,se ver vilão da tecnologia.Os efeitos são de primeira,mas,derrapa em um roteiro original.São muitos erros mesmo ao longo.É compensado pela as boas cenas de aventura dos personagens principais.Chris Pratt domina o protagonismo,com uma boa aparição,do jeito que ele gosta,com muita ação.Um bom passatempo...
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de junho de 2015
Jurassic World é apenas um bom filme. Não se sobresai em nenhum instante. O longa possui bons efeitos especiais e... E uma razoável história. A história dos meninos é bem mal explorada, e algumas coisas são desnecessárias. O filme possui MUITOS personagens que são totalmente desnecessários ao enredo total, focando em histórias muito chatas que fazem o filme perder muito. O elenco é ok, apenas o jovem mais velho que peca em alguns momentos de atuação. No geral o filme é legal de ser assistido, mas é muito preguiçoso e desnecessário. E os dinossauros... não assustam.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de junho de 2023
Uma ideia nova, original, que é criar o parque dos dinossauros, cujo protótipo existiu na obra de estreia. Mas a obra pensou demais na animação, na invenção do superdinossauro a invenção magna do mundo dinossauro...mas faltou um casting de atores melhor. Não simpatizei com atores mirins, Nick Robinson é um ator muito fraco (20 anos de idade na epoca das filmagens), sem sal e entediante. E o garoto TY Simpkins não teve muita escolha além de seguir a sombra do seu colega de filme, sendo o menino "bullying" da história, um personagem desperdiçado. Irrfhan Khan entrou mal e saiu sem ser percebido, uma atuação lastimável. Chris Pratt e Bryce Howard, ok, boas cenas não me posicionarei até assistir a obra sequência, mas levaram bem o filme nas costas, nas cenas de fuga, da caçada. Mas uma obra que convida um cientista que apareceu so no primeiro filme (um personagem bem coadjuvante) e esquece Dr. Alan Grant e Ian Malcolm é bastante chato e triste. As grandes marcas do mundo Jurassic Park saíram da história. O negócio de inverterem o papel do Velociraptor foi bastante sem sentido, é uma grande marca da série, é um vilão detestável, e anularam a linha o climax das obras anteriores. Mas ok prontificaram-se a fazer o Jurassic World, usar boa CGI, arte gráfica, enfim quem curte isso apenas pode ter achado o filme um grande épico. Mas não me senti impelido a simpatizar com personagens e a história não passa do mediano, suspense não chega nos pés dos dois primeiros filmes, tudo muito escrachado e previsível. O encerramento da obra ajuda um pouco e o superdinossauro a um bom predador a la "Alien" foi bacana e deu a linha principal do filme.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 367 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de novembro de 2022
Um bom filme, onde tem aventura, ação, suspense, bons efeitos especiais, trilha sonora. Uma criação de um dinossauro para se criar uma novidade q impulsione ainda mais os lucros da companhia, gera o caos no parque e põe todos em risco.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2015
Confesso que esperava bem menos mas o filme me surpreendeu, claro que não é nenhuma das sete maravilhas mas sem dúvidas superou e muito os dois últimos. Fiquei meio receoso sobre esse papo de híbridos mas até que ficou interessante. Claro, tem lá seus furos mas não compromete a diversão.
Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Eu cresci vendo Jurassic Park, toda a trilogia, é verdade, mas o clássico original foi o único presente em toda minha vida até aqui, um de meus filmes/livros favoritos, além de ser um dos responsáveis por minha paixão a 7ª arte. Dito isso, não pude conter minha ansiedade a apreensão. Eu não queria apenas um filme melhor que o 2º e 3º, eu queria um filme realmente bom(não mais que o insuperável 1º), queria me divertir, porém, com conteúdo. 2 horas após a projeção, digo que é, sim, divertido e deveras emocionante pra fãs do original, mas também digo que, infelizmente, ele sofre com essa megalomania que tem estado tão presente em blockbusters Hollywoodianos ultimamente.

O início é lindo e empolgante, impossível não se emocionar com a trilha sonora de John Williams enquanto vemos o parque se abrindo, o sonho de John Hammond realizado. O desenvolvimento da trama é rápido, logo somos apresentados a todos os personagens relevantes, além da vilã que vai mover o longa, indominus Rex. As referências não param por aí, aparecem como dinossauros holográficos, prédios do original, personagens, carros, camisas e até em certos enquadramentos, tudo de forma orgânica, sem prejudicar a fluidez de Jurassic World.

Apesar de todos quererem ver dinossauros, personagens humanos bem desenvolvidos seriam algo necessário para segurar os 124 minutos de projeção, e felizmente, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard se saem eficientes, mais por sua carisma e competência do que devido as virtudes do roteiro.. Pratt se confirma como um dos mais promissores atores da atualidade, equilibrando muito bem cenas cômicas com outras de intensidade dramática surpreendente, já Bryce consegue ir nos conquistado conforme os minutos passam, devido a uma redenção bem Spielbergiana(o diretor, aliás, tem vários “dedos” no projeto). Porém, o mesmo não pode ser dito do restante do elenco, são apenas caricaturas, como o vilão militar de Vincent D’Onofrio e as crianças em perigo(lembra algo do original?!) com uma traminha muito clichê, tornando muito difícil alguma identificação com os mesmos.

E os dinossauros? A duvidosa ideia de criar um vilão híbrido é acertada, muito pelo design intimidante e original, porém não artificial da indominus Rex, já as outras criaturas são meros coadjuvantes(não sei vocês, mas eu queria ter me maravilhado mais ao ver seres pré-históricos), com exceção, talvez, dos raptores, de longe os mais interessantes da história. O CGI está competente, mas óbvio, e o efeito prático do original continua magnânimo(mais de 20 anos depois, e vale lembrar a notória diferença do Apatossauro, único animatrônico de World...), nada vai superar os raptores e o T-Rex criados pelo gênio Stan Winston, que eram simples, entretanto, mais sinistros e orgânicos.

O maior problema da obra, porém, reside no roteiro, que muitas vezes se perde em sua megalomania, subestimando o público, flertando com o clichê e empurrando mais e mais cenas de ação na tela, como se fosse tudo que desejássemos. Um erro estranho, levando em consideração que o original investe muito mais na tensão e mistério para cativar e envolver a platéia.

No geral, Jurassic World é isso, um filme de ação, mas ver os dinossauros e o parque aberto, além da trilha de Williams, fazem valer o ingresso, principalmente pra quem, como eu, assistiu o de 93 tantas vezes. É uma boa película, mas enquanto a memória da fita de Spielberg estiver presente em nossas vidas, qualquer história de dinossauros contada no cinema, virá com pressão e expectativa enorme, e será preciso muito esmero para atendê-las.
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