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Um visitante
3,5
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Jim Carrey mais uma vez se revesa em seus trabalhos.Após longos anos trazendo boas comédias,ele retorna,e nos traz mais uma vez um bom drama.Número 23,pode ser visto com muita atenção,pois o propósito é bem interessante.A vida do singelo senhor Sparrow (Carrey),é simples,vive com dedicação ao lado de sua família,e vive inteiramente a eles.Mais algo desconhecido pode mudar sua vida.De acordo com que o filme vai passando,e as mudanças irão acontecendo na vida dos personagens,o filme vai ganhando outro rumo.É claro que bem mais interessante do aquilo que estávamos acompanhando no começo.Dirigido por Joel Schumacher,o filme não poderia ser diferente,a não ser misterioso ao máximo.E com a ajuda do elenco,Número 23,se tornou um dos bons suspenses daquele ano.
Eu gostava desse filme naquela época, e eu gostei agora. Não recebo as críticas negativas em torno do filme e, para ser honesto, acho que a maioria desses críticos está perdendo o foco.
Este filme é estrelado por Jim Carrey como Walter Sparrow, um caçador de cães e um cara amável que acaba com um livro. A história do livro não só lembra muito a juventude de Walter, mas também explica a ele sobre uma nova ameaça: o Número 23. Walter começa a cair na loucura ao ver que sua vida, como no livro, também é ditada pelo Número. .
Jim Carrey não é perfeito, mas gosto de seu papel aqui. Ele me parece alguém com demônios internos, tanto no filme quanto na vida real. (E sabemos que o último pode ser verdade.)
A trama tem seus buracos. O material do 23 enigma é para ser delirante, mas às vezes soa bobo. No entanto, acho que essa é a ideia. Para mim, os principais problemas são os personagens Agatha e Isaac não serem totalmente explorados. Eu senti que estávamos perdendo informações sobre os dois.
Eu gosto do ritmo deste filme e gosto de como tudo se conecta. Claro, você pode se sentir como um espertinho por conseguir o final completo, mas achei que foi bem feito.
Além dos personagens que mencionei anteriormente, este filme é bom. Um bom mistério criminal para você.
Um "terror"/ suspense legal. A princípio pensei que Joel Schumacher teria cometido um grande erro em escalar Jim Carrey para esse papel, porém me enganei, e o ator conseguiu fazer um ótimo trabalho, perdendo seu estilo que todos já estavam acostumados. Falando sobre o filme... efeitos especiais de qualidade, um roteiro até que bom, uma ótima direção de Joel, que teve que pensar extremamente em tudo que tinha relação com o número 23. O Filme podia ter sido mil vezes melhor se o "twist" do final fosse de outra maneira, afirmo que é um bom suspense, porém que podia ter causado muito mais choque e um final muito mais "diferente" do cliché que já era previsto.
Não sei se gostei, achei bem doidão esse filme. Mas, é inegável que o plot twist realmente é bom e verdadeiramente surpreendente, a atuação do Jim Carrey também, ao contrário do que muitos disseram aqui. Acho que o que não me agradou muito mesmo foi a história como um todo. Mas, de fato não é um filme ruim, já vi bem piores.
Em Número 23 o personagem Walter (Jim Carrey) começa a ler um livro de forma despretensiosa, mas fica obcecado pelo mesmo. E passa a acreditar que tudo aquilo que lê tem alguma relação com sua própria vida. A trama é muito bem desenvolvida e nos envolve do início ao fim, afinal assim como Walter queremos descobrir o que significa o número 23.
Um excelente suspense com um plot twist daqueles no fim.
Jim Carrey surpreende ao mergulhar de cabeça em um papel denso e perturbador. Já a direção acerta ao criar uma atmosfera claustrofóbica e visualmente estilizada, que acompanha bem o ritmo do desespero crescente do protagonista. A premissa é instigante, o filme brinca com a obsessão, destino e livre arbítrio, mantendo o espectador desconfiado de tudo até o final. É um thriller psicológico que, mesmo com suas falhas, tem coragem de tentar algo diferente. Falhas das quais mostra que, o filme começa como uma ideia interessante acaba se tornando uma colagem incoerente de coincidências forçadas e uma trama que tenta parecer mais inteligente do que realmente é. Já o roteiro, se enrosca em reviravoltas que soam mais absurdas do que surpreendentes. Ao final, O Número 23 parece mais uma tese de paranoia do que uma experiência real. No fim, o filme tenta ser fascinante, mas se divide entre fascinante e forçado, é impactante, mas que promete muito e entrega só em partes.
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