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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
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293 críticas
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1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Joe Gavilan (Harrison Ford) e Calden (Josh Hartnett) formam uma dupla policial que foge do usual. Gavilan, o mais experiente, também é corretor de imóveis nas horas livres para poder pagar as pensões de suas ex-esposas. Calden, o jovem discípulo, gostaria de tentar sua sorte como ator, e para tanto começa a ensaiar o papel principal de "Um bonde chamado desejo", papel que um dia já foi de ninguém menos que Marlon Brando. Na época em que ele era magro, bonito e que seus cachês não tinham tantos zeros nos contracheques. O diretor Ron Shelton tenta fazer uma comédia policial, que temos às dezenas anualmente nas telonas. Se ainda conseguisse resultados como em "Um tira da pesada" ou "Duro de matar", tudo bem. Infelizmente o resultado é sofrível. Ficamos na espera da gag correta para podermos rir, mas isso acontece de forma pífia. A ação também não é o forte quando Shelton dirige. Daí, o resultado ser de uma fragilidade ímpar. O filme serve para comprovar que a carreira de Harrison Ford está próxima do fim. Ele não deveria se expor ao ponto de fazer cenas em que o seu corpo sessentão é exposto ao grande público, como quando vai transar com Ruby (Lena Olin), que por sinal também está bem caída. Sem coerência no roteiro, sem graça, sem nota.
Divisão de homicídios é um filme de ação/comédia que foi dirigido por Ron Shelton que também participou do roteiro ao lado de Robert Souza. Na trama, acompanhamos 2 detetives de homicídios de Polícia de Los Angeles. Joe Gavilan (Harrison Ford) é um veterano que divide sua carreira de detetive com o de corretor de imóveis e Calden (Josh Hartnett) é o seu parceiro que sonha em ser um ator. Sem muito brilho, ambos procura resolver um assassinato de um integrante de um grupo de rap. O filme procura em sua 1 hora e 50 minutos o uso da comédia dentro da ação para ser um entretenimento despretensioso. O problema é que parece que as confusões fora das filmagens recaíram sobre o filme. Problemas de desentendimentos entre ambos os protagonistas que só se falavam no momento das filmagens e não fora delas. Além de Ford ter declarado que esse foi o pior filme de sua carreira e que só aceito pelo dinheiro. Tratando-se do filme o foco principal é a vida pessoal dos personagens e os crimes são apenas um pano de fundo. Eis o problema, a vida dos personagens fora da policia não é nada animador. Até mesmo o romance perigoso de Gavilan com a ex de um detetive da corregedoria que o persegue, mas que não agrada. Para completar, o elenco secundário na agrega em nada na trama. Fora as cenas de perseguições que são longas e chatas.
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