Encontros e Desencontros
Média
3,8
907 notas

63 Críticas do usuário

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Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2020
Filme superestimado. Assisti após muitos anos de recomendação, mas não me surpreendeu. É um filme bom, intimista, você consegue sentir a solidão dos personagens. Murray e Johansson estão excelentes no papel. O filme é lento e entretém
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2014
Nao é um filme pra ver mais de uma vez.. mas tem que ser visto.. é um bom filme...
Marcelo Cunha
Marcelo Cunha

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2020
Morno. Por vezes arranca um sorriso. Mas com maior freqüência sonolento. Esperava mais diante dos comentários.
Well S.
Well S.

10 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2013
Os filmes de Sofia Copolla são bons justamente por ter um final que voce nao espera. Nao que sejam surpreendentes, mas com certeza eh sem clichês e sem lugar comum. Este fala muito bem sobre as divagações de se estar em uma mega metropole, mas sem uma amizade com quem compartilhar de nada adianta. A amizade entre os dois eh linda, mas como casal eles nao tem muita quimica.E eles mesmo percebem isso, sempre deixando no ar a duvida sobre o que eles sentem no fundo um pelo outro. Mesmo cada um vivendo suas frustrações em seus relacionamentos, a amizade entre os dois eh o que fortaleceu eles neste periodo. Sofia eh muito subjetiva, e se eu pudesse diria a ela dar um pouco mais de substancia a sua obra, pra que possa ficar um pouco mais intensa e nao tanto minimalista.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
Sofia Coppola resolve trazer a história,longe da correria das cidades americanas.E se baseia inteiramente no livro.Adapta com clareza,do começo ao fim.Aproveitando a cultura milenar,da terra do sol nascente,tradições também,como Ikebanas,jogos de azar e músicas no karaoke.Assim vivem os turistas americanos, Bob (Bill Murray),Charlotte (Scarlet) e John (Ribisi).O trio é a principal força no início do filme.Fazendo que a história seja construída,e que a qualquer momento,irá mudar.O filme parece que vive duas partes,uma boa,e outra ruim.Até a história se encaixar,o filme vive de momentos desinteressantes,onde vimos os personagens passeando pelas ruas japonesas,sem nenhum tipo de conclusão.Mais quando Bob e Charlotte se encontram em um bar,o filme parece tomar outro rumo.Pois melhora bastante a trama,e a dinâmica entre eles se torna interessante,e preenche o filme até o fim.Temos um pequeno elenco,a grande maioria é artistas orientais,mais Mais temos Bill Murray,Anna Faris ,Giovanni Ribisi e Scarlett Johansson,com suas atuações,eles salvam o filme.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de agosto de 2013
Bob Harris (Bill Murray, em uma performance que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator e um Globo de Ouro de Melhor Ator de Filme de Comédia em 2004) é um ator cujas carreira e casamento estão em crise. Ele viaja para Tóquio, no Japão, pois recebeu dois milhões de dólares para estrelar a campanha de uma marca de whisky. Bob, ao contrário do que os outros pensam, não se encontra em uma crise de meia-idade. Ele simplesmente não sabe como compreender os novos rumos que a sua vida tomou nos últimos anos.

Já Charlotte (a excelente Scarlett Johansson) é uma graduada em Filosofia e esposa dedicada de John (Giovanni Ribisi). Ela acompanha o marido em mais uma das viagens a trabalho dele para o Japão – ele é fotógrafo e registra imagens de bandas de rock. John é um marido perfeito, do tipo que diz “eu te amo” cada vez que sai de casa, porém Charlotte está em crise consigo mesma; está perdida – tanto que está lendo um livro chamado “A Busca da Alma: Como Encontrar a Sua Verdadeira Vocação” – e não encontra nos amigos e no marido as pessoas com quem poderá conversar ou obter conselhos.

Bob e Charlotte serão os nossos guias durante “Encontros e Desencontros”, o segundo filme da carreira de Sofia Coppola – o seu roteiro original rendeu-lhe um Oscar nessa categoria em 2004. Estes dois personagens possuem muito mais em comum do que imaginam: estão “soltos” em Tóquio – cidade de estrutura grandiosa (imagens refletidas pelas visões de Scarlett Johansson durante os passeios dela) -, assustados com tanta tecnologia – em um certo momento do filme, a comunicação entre Bob, Charlotte e seus cônjuges chega a ocorrer via aparelhos de fax -, separados pelas barreiras da língua e costumes culturais diferentes, ou seja, eles estão perdidos e esperando para serem “resgatados”, ou melhor, encontrados.

Até mesmo nos ambientes em que eles mais dominam: atuação (no caso de Bob) e o marido (no caso de Charlotte) passam a ser encarados de outra forma enquanto eles estão no Japão. Bob não consegue desempenhar seu papel do jeito que acha melhor, pois não entende as instruções de seu diretor; e Charlotte não se sente parte do mundo do marido – por isso começa a questionar a relação dos dois – nem dos relacionamentos profissionais dele, afinal basta observar as reações dela às conversas de John com a atriz hollywoodiana (Anna Faris, as aparições dela roubam a cena) para chegarmos à conclusão de que, para ela, tudo aquilo é extremamente superficial.

Bob e Charlotte estão hospedados no mesmo hotel em Tóquio. É esse local que marcará uma série de encontros e desencontros entre os dois: no elevador; no hall, no parque esportivo e no bar do hotel – aonde uma mesma banda toca todas as noites. Esses encontros e desencontros são sempre sucedidos de noites em claro assistindo programas de TV japoneses – eles não conseguem dormir devido ao fuso horário -, passeios por Tóquio – nos quais eles tentam entender um pouco mais sobre a cultura japonesa – e silêncios inquietantes – os quais dominam grande parte do filme – e que representam a profunda solidão que eles sentem.

É no bar do hotel que acontecerá o encontro definitivo entre Bob e Charlotte. A partir daí, eles encontram um no outro a companhia de que precisavam para explorar Tóquio. Eles se divertem flertando entre si e indo à festas, boates, bares e karaokês ao lado dos amigos japoneses de Charlotte. Entre eles, a conversa parece ser mais fácil e os olhares comunicam tudo. Ainda podemos dizer que Bob encontrou na juventude de Charlotte a força de que precisava para enxergar e modificar certos aspectos de sua vida; e que Charlotte vê na maturidade de Bob a pessoa na qual ela pode confiar, se abrir sobre seus planos sem sentir que está sendo julgada, com o objetivo de obter aquilo que ela mais deseja: conselhos e estímulo.

A melhor maneira de resumir “Encontros e Desencontros” é dizer que este é um filme que retrata uma história de amor que não tem a mínima chance de acontecer. E a platéia é testemunha desse relato, o qual é contado com simplicidade e sensibilidade por Sofia Coppola – a trilha sonora do filme também ajuda bastante, uma vez que retratam os estados de espírito dos personagens em cada momento da história. Neste filme, as imagens valem mais do que mil palavras e a prova máxima disso é que a única coisa que vai ficar na sua cabeça quando “Encontros e Desencontros” terminar é a questão: o que foi que Bob sussurrou no ouvido de Charlotte? Seria esse o nosso final feliz?
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 117 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de dezembro de 2022
É um filme longo, considerado um clássico por muitos, mas eu achei extremamente enfadonho.
Entendo a mensagem que ele quer passar, acho a filmografia linda, além de ter a estreia da Scarlett Johansson no mundo cinematográfica.
É o tipo de filme que você tem que assistir pelo menos uma vez na vida, ou talvez, seja o tipo de filme que eu só consiga entender e gostar, quando for mais velha.
Star-ratS
Star-ratS

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É um excelente filme!
Vi no cinema à época do lançamento e sempre que posso vejo novamente quando está a passar em algum canal de TV.
Mas não é recomendado para apreciadores do gênero ação, policial, ficção e afins.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 20 de junho de 2021
Vale bastante pelo cotidiano dos personagens e seus divertidos e dramáticos diálogos.
A química entre Scarlett Johansson e Bill Murray é absurdamente impecável.Um dos grandes filmes da Sofia.
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