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Um visitante
4,5
Enviada em 20 de outubro de 2015
O melhor filme do ramo.Quando assisti fiquei muito chocado,esse filme mostra o que nenhum outro mostrou até hoje. -Tenho que dar o braço a torcer,pois foi uma bela direção de Gibson.
A Paixão de Cristo mostra o ministério final da vida de Jesus Cristo na terra, com uma boa cena de abertura Dele no jardim do Getsemani, o filme é de encher olhos . Essa obra de Mel Gibson é aceitável pelo fato não de não querer inventar demais. E objetivo é mostrar o sofrimento de Cristo, e com flashbacks mostra os ensinamentos que ele nos deixou. Um filme forte, extremamente violento, mas muito bem dirigido por Gibson, e interpretado por Jim Caviziel. Muito bom.
Maravilhosa obra de Mel Gibson. Segundo as Escrituras, até hoje, essa é a obra mais fiel ao que ocorreu nas últimas 12 horas de Jesus Cristo na terra. E o final, de forma direta e emocionante que depois de tudo, ELE É JESUS! FANTÁSTICO!
A obra retrata as últimas horas de Cristo até sua morte. Filme conta com uma produção magnífica seja ela em efeitos, sons, interpretações ou cenários, elevando a qualidade do filme para as alturas. A brutalidade com que é passado o massacre a Jesus é estonteante. No decorrer do filme o espectador é levado ao sentimento de reflexão, a pensar em como as coisas se sucederam, porque aconteceram, quais eram os interesses religiosos e políticos envolvidos. E trazer todo este sentimento num filme são para poucos. Recomendadissímo assistir a este filme sobre Cristo.
As últimas horas de Jesus, a traição, o martírio e a crucifixão. Gibson montou um filme perturbador pela crueza com que o martírio é mostrado. Caviezel parece ter compreendido o exato intento de Gibson e atua de modo impressionante. Houve acusações de antisionismo mas, ao menos é o que permanece, a produção simplesmente desnuda o que outros preferiram manter sob maior simbolismo. Não é propriamente um filme "religioso", mas sim um ensaio histórico com base nas execuções feitas na cruz, agregando-se a exposição de uma "punição exemplar" como exigido pelo Sinédrio. Caifaz entrou, de vez, para o rol dos vilões.
A paixão de Cristo foi dirigido por Mel Gibson que também roteirizou o filme ao lado de Benedict Fitzgerald e William Fulco. O filme recebeu 3 indicações ao oscar de 2005: Melhor trilha sonora original, melhor fotografia e melhor maquiagem e penteado. Nessa versão de Gibson, a história de Jesus é recortada basicamente nas últimas 12 horas, ou seja, no momento em que Judas trai Jesus ( Jim Caviezel). Assim, o filme acompanha toda essa sua trajetória até o momento da sua crucificação. Vale lembrar que na época do seu lançamento, o filme gerou muita polêmica por ser bastante violento e isso fez as salas de cinemas ficarem cheias ( vale lembrar que o filme não é americano, mas usa o aramaico). Isso de fato prejudicou a mensagem que Gibson quis passar no seu filme. Existem passagem fora das 12 horas, mas são curtíssimas. A real mensagem no filme é de tornar claro o sacrifício que o filho de Deus fez pelo seu povo, mesmo parecendo soar como violência gratuita ( sou ateu e falo além do lado religioso, falo das intenções de Gibson).A parte do julgamento é interessnate quando é mostrado o motivo de Cristo ter sido condenado: por pensar diferente. Talvez exageraram nas cenas em que Jesus carregava a cruz, foram inumeras vezes que ele caiu. O filme na verdade se destaca pelo seu excelente trabalho técnico, como figurino e fotografias muito boas. A maquiagem ajuda a ficar realista e claro que estamos falando de um filme de 2004.
Filme mostra com cenas fortes e emocionantes a trajetória de Jesus Cristo sendo crucificado,os momentos vividos por Cristo ate sua ressurreição são mostrados com muita dramaticidade e de maneira que impressiona.
Nesta versão da crucificação de Cristo baseada no Novo Testamento, Judas agiliza a queda de Jesus entregando-o a oficiais do Império Romano escolhidos a dedo. Para horror de sua mãe Maria, de Madalena e de seus discípulos, Jesus é condenado à morte.
assistido em 2026: Um filme bonito, emocionante, perturbador com algumas cenas de tortura. A música combina, boa maquiagem e figurino, gostei do fato de usarem linguagem da época, aramaico e latim, dá mais credibilidade. Belíssima atuação do Jim Caviezel. Só achei meio deslocado a Monica Bellucci no filme, parece que não combinou. nota 4
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