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Gustavo - Take404
6 críticas
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4,5
Enviada em 4 de abril de 2026
Hoje, devido a data, resolvi rever essa obra prima do cinema cristão, dessa vez, assistindo a versão completamente dublada e confesso que quebrou um pouco da experiência, pois, as partes em hebraico e aramaico são excenssiais para o filme.
Mesmo assim, é uma experiência incrível para quem gosta de filmes bíblicos, retratando as últimas 12h, o filme se extende em cenas que te fazem sentir a dor e o sofrimento alçados por soldados romanos à figura de Jesus de Nazaré.
A experiência de hoje pode ser feita em conjunto de meus avós, muito religiosos dos quais nunca tinham visto o filme. No geral é um filme extenso devido a diversas cenas com slow-motion que, segundo o diretor, serve para ajudar o público a sentir o sofrimento em conjunto com a obra, porém, ao meu ver, algumas são desnecessárias e acabam prejudicando a experiência.
No mais, fico feliz em rever o filme e ver cenas das quais eu nem me recordava e detalhes antes que jamais tinha percebido, como a pupila dilatando após a morte do personagem, algo que engrandece a direção de Mel Gibson.
assistido em 2026: Um filme bonito, emocionante, perturbador com algumas cenas de tortura. A música combina, boa maquiagem e figurino, gostei do fato de usarem linguagem da época, aramaico e latim, dá mais credibilidade. Belíssima atuação do Jim Caviezel. Só achei meio deslocado a Monica Bellucci no filme, parece que não combinou. nota 4
A paixão de Cristo foi dirigido por Mel Gibson que também roteirizou o filme ao lado de Benedict Fitzgerald e William Fulco. O filme recebeu 3 indicações ao oscar de 2005: Melhor trilha sonora original, melhor fotografia e melhor maquiagem e penteado. Nessa versão de Gibson, a história de Jesus é recortada basicamente nas últimas 12 horas, ou seja, no momento em que Judas trai Jesus ( Jim Caviezel). Assim, o filme acompanha toda essa sua trajetória até o momento da sua crucificação. Vale lembrar que na época do seu lançamento, o filme gerou muita polêmica por ser bastante violento e isso fez as salas de cinemas ficarem cheias ( vale lembrar que o filme não é americano, mas usa o aramaico). Isso de fato prejudicou a mensagem que Gibson quis passar no seu filme. Existem passagem fora das 12 horas, mas são curtíssimas. A real mensagem no filme é de tornar claro o sacrifício que o filho de Deus fez pelo seu povo, mesmo parecendo soar como violência gratuita ( sou ateu e falo além do lado religioso, falo das intenções de Gibson).A parte do julgamento é interessnate quando é mostrado o motivo de Cristo ter sido condenado: por pensar diferente. Talvez exageraram nas cenas em que Jesus carregava a cruz, foram inumeras vezes que ele caiu. O filme na verdade se destaca pelo seu excelente trabalho técnico, como figurino e fotografias muito boas. A maquiagem ajuda a ficar realista e claro que estamos falando de um filme de 2004.
Nesta versão da crucificação de Cristo baseada no Novo Testamento, Judas agiliza a queda de Jesus entregando-o a oficiais do Império Romano escolhidos a dedo. Para horror de sua mãe Maria, de Madalena e de seus discípulos, Jesus é condenado à morte.
A genialidade de Gibson Acesse pra ler mais críticas www.facebook.com/problematizador
Os significados de Dor e Sofrimento ao decorrer do longa são absurdamente repensados, não há nenhum outro filme que demonstre como um homem pode ter sua honra e seu corpo esmagados, pela injustiça e crueldade. A obra expressa no nível máximo a aflição de um justo miserável. Não deixando de ter como base a angustia de uma mãe, incapaz de fazer qualquer coisa para deter o tormento de um filho e o martírio de um salvador. _A Paixão de Cristo_ defende veementemente os valores católicos, não deixando de ser poético, racional, e incrivelmente inovador. Para Mel Gibson, expor os infortúnios de um homem perfeito sendo humilhado e torturado, demonstra a necessidade de se buscar por Justiça, seja ela social, civil ou penal. Acesse meu Facebook pra ler mais críticas.
As últimas horas de Jesus, a traição, o martírio e a crucifixão. Gibson montou um filme perturbador pela crueza com que o martírio é mostrado. Caviezel parece ter compreendido o exato intento de Gibson e atua de modo impressionante. Houve acusações de antisionismo mas, ao menos é o que permanece, a produção simplesmente desnuda o que outros preferiram manter sob maior simbolismo. Não é propriamente um filme "religioso", mas sim um ensaio histórico com base nas execuções feitas na cruz, agregando-se a exposição de uma "punição exemplar" como exigido pelo Sinédrio. Caifaz entrou, de vez, para o rol dos vilões.
A obra retrata as últimas horas de Cristo até sua morte. Filme conta com uma produção magnífica seja ela em efeitos, sons, interpretações ou cenários, elevando a qualidade do filme para as alturas. A brutalidade com que é passado o massacre a Jesus é estonteante. No decorrer do filme o espectador é levado ao sentimento de reflexão, a pensar em como as coisas se sucederam, porque aconteceram, quais eram os interesses religiosos e políticos envolvidos. E trazer todo este sentimento num filme são para poucos. Recomendadissímo assistir a este filme sobre Cristo.
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