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Higor R.
5 críticas
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5,0
Enviada em 6 de abril de 2015
O filme é perfeito, tudo foi construído pensando nos mínimos detalhes e com muito realismo (diversos estudos sobre a crucificação foram feitos para retratar o filme se aproximando o máximo da realidade). O filme vai desenrolando a partir da agonia de nosso Senhor Jesus no horto das Oliveiras, seguindo com flashbacks de diversos momentos da vida de Jesus, construção perfeita. É um filme que leva a pessoa a uma profunda reflexão e contemplação da paixão de Cristo por amor a nós, sim é sofrível, é agoniante e por isso que todo Cristão deve ver, para ter esse choque de realidade e repensar como está nossa vida e se estamos cumprindo a vontade de Deus. Nota máxima, inacreditável que não tenha ganho um Oscar se quer.
Não entendo como um cineasta tão respeitado como Mel Gibson, que anteriormente nos dera um filme tão incrível como "O Coração Valente" pôde fazer um filme tão babaca e fútil como esse. Por um lado, claro, houveram boas atuações, ótima maquiagem e tudo... Mas por outro, não há nenhum roteiro nessa coisa, apenas um filme extremamente sádico e brutal, completamente apelativo e nem um pouco chocante... a não ser, é claro, de terem gastado tanto dinheiro para produzir um filme tão ridículo como esse, isso sim choca. Horrível, fãs do Mel Gibson nunca devem assistir, tem a chance de se decepcionar.
Inicialmente, gostaria de comentar a genialidade de Gibson ao apresentar "a paixão" de forma forma tão visceral. O fascinante, é, que por mais que não queiramos aceitar, o que foi apresentado no filme de Gibson é apenas parte do que realmente ele sofreu! Isaias, no Antigo Testamento, fala que o Filho do Homen, em função de nossas culpas, sofreria flagelos de tal forma que sua aparência humana desepareceria. A Paixão, mostra, de forma simples, direta e objetiva a veracidade do amor de Deus pela humanidade através da morte do seu único Filho no madeiro. O filme chega a ser "lírico" em determinados momentos como o que Maria corre ao encontro de Jesus carregando o madeiro sobre seus ombros e, ao mesmo tempo, quando Ele, criança é socorrido pela mãe. Acho que muitos entenderão a verdadeira dor que Maria sentiu, após verém esta cena. Bom, "A Paixão" é um filme para ser visto e refletido!
Brutal e necessário. Mostra todo o amor de Jesus para conosco e nossa ignorância e violência. Cruz para a remissão dos nossos pecados, sofrendo fisica e espiritualmente com todos os nossos pecados.
Doloroso de assistir para quem fé em tudo que é apresentado. Filme forte, usa tudo aquilo que a tecnologia de efeitos e as técnicas de filmagens especiais tinham em 2004. Um grande marco na carreira profissional de Mel Gibson. Assistindo pela primeira vez desde 2004 (20 anos depois). Não é fácil aguentar até o final: para os cristãos a dor de Jesus a cada minuto e para aqueles de outras religiões acompanhar como era o sistema jurídico da época romana: injusto.
Jesus (Caviezel) é feito prisioneiro dos judeus que o levam até Pôncio Pilatos (Shopov), que afirma que ele deve ser julgado pelo líder de seu próprio povo. Pilatos tanto teme a crença de sua amada Claudia (Gerini), quanto a revolta política tanto se ele for condenado (por parte do povo hebreu) quanto se ele não for (por parte dos romanos).
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Retrata as últimas doze horas da vida de Jesus de Nazaré, desde a sua agonia no Jardim das Oliveiras até a sua crucificação em Jerusalém. O filme é conhecido por sua representação gráfica e intensa da violência sofrida por Jesus considerando-a impactante e emocionalmente carregada. A maquiagem e os efeitos visuais é citado como pontos forte, contribuindo para a sensação de realismo brutal.
As últimas horas de Jesus, a traição, o martírio e a crucifixão. Gibson montou um filme perturbador pela crueza com que o martírio é mostrado. Caviezel parece ter compreendido o exato intento de Gibson e atua de modo impressionante. Houve acusações de antisionismo mas, ao menos é o que permanece, a produção simplesmente desnuda o que outros preferiram manter sob maior simbolismo. Não é propriamente um filme "religioso", mas sim um ensaio histórico com base nas execuções feitas na cruz, agregando-se a exposição de uma "punição exemplar" como exigido pelo Sinédrio. Caifaz entrou, de vez, para o rol dos vilões.
Filme muito forte. As cenas de violência contra Jesus são inesquecíveis. Uma superprodução de Hollywood com magnífica direção de Mel Gibson é melhor ainda atuação de Jim Caviezel. Um filme de qualidade técnica e histórica, sem conotação muito grande de religiosidade.
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