Grande filme pra quem curte poesia,cultura oriental,filosofia e chineses voadores! pena que algumas cenas de açao foram apenas uma historia ficticia usada para enganar o rei! outro detalhe eh que fazendo o filme em ordem naum cronológica tira a dinamica da narraçao.
Power Rangers é muito melhor que esse filme........ Em toda minha vida nunca assisti filme mais besta que esse... Muito ruim, na verdade minha nota seria um 10 negativo.
Gostei!é um filme que tem ação,romance,poesia,efeitos visuais fantasticos...poderiam pensar em fazer um filme do desenho do DRAGON BALL nesse mesmo estilo. valeu!
Tem gente q reclama da *mentira* dos guerreiros lutando sobre as aguas, mas sai correndo pro cinema pra ver Homem Aranha e Exterminador do futuro, no dia do lançamento.cinema é arte.e esse filme é na minha opiniao a mais BELA fita ja feita. na história.pura arte.
O homem sem nome (Jet Li) conta os seus triunfos sobre os maiores "duelistas" da China para o imperador do território de Qin. A China, nessa época, estava dividida em em 7 estados que guerreavam entre si. Nos 3 anos que precederam o início da trama ninguém se aproximava além de 100 metros do imperador de Qin (Daoming Chen) devido a inúmeras tentativas de assassinato. A história inicialmente contada pelo homem sem nome, de como ele havia vencido os grandes guerreiros de elite que haviam sido contratados pelos diversos imperadores dos outros estados para eliminar o alto mandatório de Qin, vai ganhando várias versões. Quando o imperador desconfia de algumas passagens da primeira história, uma segunda versão inteiramente diferente vem à tona. Em seguida a terceira e a quarta versões. Zhang Yimou nos enche os olhos com cada uma dessas versões. Muito mais do que um filme de lutas marciais, vemos a riqueza das imagens, do belo. Enfim, é cinema na sua versão mais pura. O entretenimento do olhar. A coreografia das lutas como se fossem danças de balé é bela. Entretanto, é nos detalhes das paisagens belissimas, dos detalhes de gotas d´água na espada, nas cores que parecem explodir na tela como se fossem fogos de artifícios, realçando características psicológicas dos guerreiros nas cenas, são nada menos que esplendorosas. Quem achou que o filme "LANTERNAS VERMELHAS" havia sido o ápice da cinematografia deste talentosíssimo diretor chines errou. E duas de suas guerreadoras são duas mulheres belíssimas: Neve que voa (Maggie Cheung) e a aprendiz Lua (Zhang Ziyi). A primeira é amante e a segunda é aprendiz de Espada quebrada (Tony Leung), contra quem o homem sem nome teve de combater para chegar ao imperador de Qin. A fotografia de Christopher Doyle e a trilha sonora de Tan Dun (uma trilha minimalista cujo ritmo das batidas dos tambores ficam ecoando na cabeça do espectador por muito tempo após o término do filme) são alguns dos trunfos do filme. A expressão um colírio para os olhos é perfeitamente aplicável a este trabalho do mais talentoso diretor chines vivo.
Voar não é REALIDADE. Pra que questionar? O filme mostra uma jornada do herói, com seus todos seus elementos SIMBÓLICOS. As cores, a presença do feminino e a construção do personagem a partir de realidades imaginárias.
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