Média
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Um filme que tem diálogos muito bons, mas o filme se perde se é um filme de ação ou se é um filme com uma lição de moral. Poderia ter sido bem melhor. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
O filme é bem legal, mas algumas cenas de lutas são bem fracas chegando ao ponto de ser risível em algumas partes. Bom filme. Vale a pena
Filme da década de 90, a gente já sabe direitinho o que vai acontecer.
Mas é sempre bom ver para entretenimento !
Mas é sempre bom ver para entretenimento !
O SUBSTITUTO (1996)
Ano: 1996
Duração: 1h54min
Gêneros: Ação • Drama • Policial • Suspense
Direção: Robert Mandel
Principais atores:
Tom Berenger — Jonathan Shale
Diane Venora — Jane Hetzko
Ernie Hudson — Claude Rolle
Raymond Cruz — Joey Six
William Forsythe — Hollan
Crítica
Existem filmes que utilizam a escola como cenário para falar de educação, adolescência, violência e transformação. O Substituto pega essa fórmula conhecida e coloca dentro dela algo bem mais pesado: armas, gangues, tráfico e um protagonista que está muito longe de ser um professor convencional.
Jonathan Shale, interpretado por Tom Berenger, é um mercenário que assume o lugar de sua noiva, Jane, depois que ela é violentamente atacada. O que começa como uma substituição aparentemente temporária rapidamente se transforma em uma infiltração. Shale percebe que aquela escola não é apenas dominada por alunos problemáticos: existe uma estrutura criminosa muito maior por trás de tudo.
E é justamente aí que o filme se diferencia de outros trabalhos do gênero. Em vez de um professor tentando conquistar os alunos através de discursos e métodos pedagógicos, temos praticamente um soldado entrando em território inimigo.
A ideia não é exatamente nova. Filmes e séries de diferentes épocas já exploraram professores, mentores e substitutos tentando recuperar jovens perdidos. A fórmula continua funcionando porque o conflito entre autoridade, adolescência, violência e formação de caráter permanece atual. O que muda aqui é a intensidade: Shale não está armado apenas de conhecimento. Ele está armado literalmente.
O filme, entretanto, não consegue transformar todo esse potencial em uma obra realmente excepcional. Roteiro e enredo são medianos, e algumas situações parecem existir mais para conduzir o protagonista até a próxima sequência de ação do que para desenvolver profundamente os personagens.
Por outro lado, a presença de Tom Berenger dá peso ao protagonista. Ele não interpreta Shale como um herói exagerado, mas como alguém experiente, frio e determinado. A atmosfera de escola dominada pelo medo, drogas, gangues e armas também ajuda a criar uma tensão constante.
No fim, O Substituto é aquele típico filme de ação dos anos 90 que talvez não seja lembrado como uma obra-prima, mas possui uma identidade própria. É mais violento que muitos filmes de “professor salvador” e transforma a sala de aula praticamente em um campo de batalha.
Não é um filme perfeito. Não é revolucionário. Mas funciona dentro da proposta.
Estória
Um mercenário assume o lugar de uma professora agredida para investigar uma escola dominada por gangues e acaba descobrindo uma rede criminosa muito maior do que imaginava.
Destaques
✔️ Tom Berenger
✔️ Boa atmosfera de suspense
✔️ Ação característica dos anos 90
✔️ Uso de armas e violência como diferencial do gênero
✔️ Boa mistura de escola + infiltração + ação
❌ Roteiro apenas mediano
❌ Alguns clichês
❌ Potencial dramático pouco explorado
⭐ Minha nota: 6,5/10
O Substituto não reinventou o gênero, mas trouxe uma versão mais pesada e armada de uma fórmula que continua sendo utilizada até hoje. É um filme que vale mais pela sua proposta e pelo clima dos anos 90 do que pela profundidade de sua história.
#OSubstituto #TheSubstitute #TomBerenger #Cinema #Filmes #FilmeDeAção #FilmesDosAnos90 #Ação #Suspense #Drama #FilmesAntigos #CríticaDeFilmes #Review #Cinema90
Ano: 1996
Duração: 1h54min
Gêneros: Ação • Drama • Policial • Suspense
Direção: Robert Mandel
Principais atores:
Tom Berenger — Jonathan Shale
Diane Venora — Jane Hetzko
Ernie Hudson — Claude Rolle
Raymond Cruz — Joey Six
William Forsythe — Hollan
Crítica
Existem filmes que utilizam a escola como cenário para falar de educação, adolescência, violência e transformação. O Substituto pega essa fórmula conhecida e coloca dentro dela algo bem mais pesado: armas, gangues, tráfico e um protagonista que está muito longe de ser um professor convencional.
Jonathan Shale, interpretado por Tom Berenger, é um mercenário que assume o lugar de sua noiva, Jane, depois que ela é violentamente atacada. O que começa como uma substituição aparentemente temporária rapidamente se transforma em uma infiltração. Shale percebe que aquela escola não é apenas dominada por alunos problemáticos: existe uma estrutura criminosa muito maior por trás de tudo.
E é justamente aí que o filme se diferencia de outros trabalhos do gênero. Em vez de um professor tentando conquistar os alunos através de discursos e métodos pedagógicos, temos praticamente um soldado entrando em território inimigo.
A ideia não é exatamente nova. Filmes e séries de diferentes épocas já exploraram professores, mentores e substitutos tentando recuperar jovens perdidos. A fórmula continua funcionando porque o conflito entre autoridade, adolescência, violência e formação de caráter permanece atual. O que muda aqui é a intensidade: Shale não está armado apenas de conhecimento. Ele está armado literalmente.
O filme, entretanto, não consegue transformar todo esse potencial em uma obra realmente excepcional. Roteiro e enredo são medianos, e algumas situações parecem existir mais para conduzir o protagonista até a próxima sequência de ação do que para desenvolver profundamente os personagens.
Por outro lado, a presença de Tom Berenger dá peso ao protagonista. Ele não interpreta Shale como um herói exagerado, mas como alguém experiente, frio e determinado. A atmosfera de escola dominada pelo medo, drogas, gangues e armas também ajuda a criar uma tensão constante.
No fim, O Substituto é aquele típico filme de ação dos anos 90 que talvez não seja lembrado como uma obra-prima, mas possui uma identidade própria. É mais violento que muitos filmes de “professor salvador” e transforma a sala de aula praticamente em um campo de batalha.
Não é um filme perfeito. Não é revolucionário. Mas funciona dentro da proposta.
Estória
Um mercenário assume o lugar de uma professora agredida para investigar uma escola dominada por gangues e acaba descobrindo uma rede criminosa muito maior do que imaginava.
Destaques
✔️ Tom Berenger
✔️ Boa atmosfera de suspense
✔️ Ação característica dos anos 90
✔️ Uso de armas e violência como diferencial do gênero
✔️ Boa mistura de escola + infiltração + ação
❌ Roteiro apenas mediano
❌ Alguns clichês
❌ Potencial dramático pouco explorado
⭐ Minha nota: 6,5/10
O Substituto não reinventou o gênero, mas trouxe uma versão mais pesada e armada de uma fórmula que continua sendo utilizada até hoje. É um filme que vale mais pela sua proposta e pelo clima dos anos 90 do que pela profundidade de sua história.
#OSubstituto #TheSubstitute #TomBerenger #Cinema #Filmes #FilmeDeAção #FilmesDosAnos90 #Ação #Suspense #Drama #FilmesAntigos #CríticaDeFilmes #Review #Cinema90
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