Dois presidiários planejam escapar da prisão, e são bem sucedidos na fuga, só que um deles, Emile (Henri Marchand), é pego e acaba preso de novo. Louis (Raymond Cordy) consegue se livrar da cadeia, e arranja um emprego como vendedor, só que depois enriquece e se torna dono de uma fábrica regida sob os princípios da linha de montagem. Um dia Emile é solto e vai até a fábrica de Louis, e lá se apaixona por uma secretária chamada Jeanne (Rolla France). Só que o passado volta para assombrar Louis, e ele passa a correr o risco de descobrirem que ele é fugitivo. Os dois velhos amigos somem de vez, e encontram apenas uma solução para conseguirem a liberdade absoluta: se tornam mendigos errantes.
É um filme que opera muito dentro de um estilo do Chaplin, assim como Modern Times, é um filme que dialoga junto a essa industrialização pós anos 30. Seu humor, extraído de uma encenação já bem estabelecida por Chaplin, atua de forma funcional mesmo que ainda distante de um humor perfeito. É interessante notar também como é um filme ainda de transição do cinema mudo para o falado, muitas das cenas ainda são muito próximas do ...
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O processo em cima de Chaplin
Quando o filme Tempos Modernos de Charles Chaplin foi lançado, a distribuidora de A Nós a Liberdade quis abrir um processo. O diretor René Clair se recusou a participar de tal coisa, dizendo que era um elogio que Chaplin tivesse baseado seu filme no dele, mas mesmo assim o processo foi aberto. A distribuidora Tobis processou a United Artists e também Chaplin por plágio, o que durou mais de 10 anos. Charles Chaplin, a pedido dos seus advogados, fi
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Primeiro filme estrangeiro na Academia
O primeiro filme sem ser em inglês a receber uma indicação ao Oscar.
Nacionalidade
França
Distribuidor
-
Ano de produção
1931
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-