Yoshimi Matsubara (Hitomi Kuroki) é uma mulher que se divorciou recentemente. Juntamente com sua filha Ikuko (Rio Kanno), ela se muda para um apartamento que aparentemente é perfeito, apesar de estar localizado em um prédio antigo. Os problemas começam quando surge uma goteira insuportável, que invade o apartamento. Yoshimi procura o agente imobiliário e o síndico, mas nenhum deles consegue resolver o problema.
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Se em Ringu eu senti uma falta de comprometimento dramático, Água Negra se movimenta através de uma relação entre mãe e filha.
Hideo agora movimenta seu horror numa mise-en-scène mais habitual do terror, ele potencializa o uso de espaços escuros, muitos corredores e uma sujeira naquela ambientação. Os alojamentos são úmidos e parecem estar prestes a desabar à qualquer instante, ocorre que isso se encaixa no estado psicológico da ...
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Um filme bom com desenvolvimento lento. Fiquei impressionado como me lembra o caso real da morte da Elisa Lam mesmo tendo acontecido antes da tragédia. Talvez ela tenha visto esse filme embora muitos digam que o filme foi uma previsão do que aconteceria com ela ( não acredito). É um filme triste que foca na relação entre mãe e filha.
Existem algumas cenas bem assustadoras, mas assim como em “O Chamado”, que é do mesmo diretor, Hideo Nakata, não existem cenas com sangue.O relacionamento entre mãe e filha é muito bonito, você realmente acredita na forte ligação das duas. Isso é muito importante pois como já disse, elas são praticamente as únicas atrizes do filme, pois todos os outros personagens tem participação muito pequena no filme.
Versão americana
Refilmado como Água Negra (2005).
Nacionalidades
França,
Japão
Distribuidor
Alpha Filmes Ltda
Ano de produção
2002
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Japonês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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