Desventuras em Série
Média
4,2
2046 notas

40 Críticas do usuário

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9 críticas
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Juliana P.
Juliana P.

25 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de novembro de 2014
Amo tanto esse filme, é minha infância toda, assistia todo dia, história tão diferente, e nada clichê, realmente uma desventura!
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de novembro de 2015
Marcou muito minha infância e é maravilhoso. Tem um clima sombrio muito interessante e incomum em filmes infantis. É divertido, inteligente e se trata de família, persistência, união e de como lidar com a perda de entes queridos. Tudo isso em um filme único, recomendadíssimo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.049 seguidores 3.148 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de dezembro de 2016
Um filme engraçadinho! onde tem no elenco o ótimo Jim Carrey que por sinal estar muito bem nesse conto infanto juvenil!!!!
apenasumr
apenasumr

3.898 seguidores 449 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
O Filme não é nada mais nada menos que 3 crianças tentando fugir de seu ex tutor.
Azoka F.
Azoka F.

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
gosto muuuuito desse filme e não acho que seja feito só para entreter crianças. Acho tambem que eram para ser mais leais ao livro que é perfeitoooooooooooo, spoiler:
era para trocar JIM CARREY por JONHY DEEP spoiler:
, mas o filme é muito legal com um roteiro bem bolado, RECOMENDO.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.394 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Ninguém escuta as crianças. Essa é a premissa básica que torna possível toda a série de situações mortais em que três jovens órfãos ficam à mercê de um cruel parente distante em busca da herança dos afortunados Baudelaire.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 13 de dezembro de 2014
Depois de Jim Carrey se dividir bastante em seus personagens e filmes,como O Grinch e Charada,ele mais uma vez se transforma e traz mais um personagem esquisito pra sua coleção.Desventuras em Série é muito interessante,aos olhos de quem vê.Tanto adulto,ou crianças.Pois tem momentos para ambos.O elenco é perfeito,desde a experiente Meryl Streep,passando por Jude Law,até os iniciantes Emily Browning e cia.Tudo por causa de uma bendita herança,a confusão está formada.A direção de arte é belíssima,lembrando bons filmes de antigamente onde se caprichava bastante nesse quesito.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2025
Desventuras em Série (2004), dirigido por Brad Silberling, é uma adaptação cinematográfica dos três primeiros livros da série A Series of Unfortunate Events, de Lemony Snicket (pseudônimo de Daniel Handler). O filme combina elementos de comédia, fantasia e drama gótico, apresentando uma narrativa sombria e peculiar sobre três órfãos que enfrentam uma série de infortúnios após a morte de seus pais. A produção se destaca por sua estética visual única, performances marcantes e uma abordagem que mescla o absurdo com o trágico. No entanto, o filme também enfrenta críticas por sua tonalidade inconsistente e por simplificar aspectos mais sombrios e complexos dos livros originais.

O enredo segue os irmãos Baudelaire — Violet, Klaus e Sunny — após a morte de seus pais em um incêndio misterioso. Eles são colocados sob a custódia do Conde Olaf, um parente distante e ator fracassado que planeja roubar a fortuna da família. Ao longo do filme, as crianças são transferidas para diferentes tutores, mas Olaf, usando disfarces elaborados, continua a persegui-las. O filme adapta os três primeiros livros da série, condensando-os em uma narrativa coesa, mas que, em alguns momentos, parece apressada.

A estrutura do roteiro é eficiente em manter o ritmo, mas sacrifica a profundidade emocional e a complexidade dos livros. A trama é repleta de reviravoltas e situações absurdas, características da série literária, mas o tom oscila entre o cômico e o sombrio, o que pode gerar uma sensação de inconsistência. Apesar disso, o filme consegue capturar a essência da história original: um mundo onde o mal muitas vezes parece triunfar, mas onde a resiliência e a inteligência das crianças oferecem um vislumbre de esperança.

Jim Carrey, como o Conde Olaf, é o grande destaque do filme. Sua performance é exuberante, cheia de maneirismos e improvisações que destacam seu talento para a comédia física. Carrey consegue equilibrar a excentricidade do vilão com uma ameaça sutil, embora sua interpretação possa parecer excessiva para alguns espectadores. Emily Browning (Violet) e Liam Aiken (Klaus) entregam performances sólidas, capturando a inteligência e a determinação de seus personagens. A pequena Kara e Shelby Hoffman, que interpretam Sunny, roubam cenas com suas expressões e "diálogos" engraçados.

O elenco de apoio, incluindo Meryl Streep como a tia Josephine e Timothy Spall como o Sr. Poe, também contribui com performances memoráveis. No entanto, alguns personagens secundários parecem subutilizados, como Jude Law, que narra a história como Lemony Snicket, mas não tem muita presença física no filme.

O roteiro, escrito por Robert Gordon com base na adaptação inicial de Daniel Handler, é um dos pontos mais controversos do filme. Ele consegue capturar o humor negro e o absurdo dos livros, mas simplifica muitos dos temas mais sombrios e complexos da série. A narrativa é ágil, mas a compressão de três livros em um único filme resulta em uma sensação de superficialidade, especialmente em relação ao desenvolvimento dos personagens e à exploração de temas como luto, injustiça e resiliência.

O diálogo é inteligente e cheio de trocadilhos, fiel ao estilo de Lemony Snicket, mas algumas piadas e referências podem parecer forçadas para o público não familiarizado com os livros. A voz narrativa de Snicket, embora bem-executada, às vezes interrompe o fluxo da história, criando uma distância emocional entre o público e os eventos na tela.

A cinematografia, assinada por Emmanuel Lubezki, é um dos aspectos mais impressionantes do filme. Lubezki cria um visual gótico e surreal, com paletas de cores escuras e contrastes marcantes que refletem o tom sombrio da história. Os cenários são ricamente detalhados, desde a casa decadente de Olaf até a mansão à beira do penhasco da tia Josephine. A iluminação expressionista e os ângulos de câmera criativos contribuem para a atmosfera única do filme, que parece uma mistura de Tim Burton e Wes Anderson.

A trilha sonora, composta por Thomas Newman, é outro ponto alto. Newman cria uma partitura que combina perfeitamente com o tom do filme, misturando elementos melancólicos e caprichosos. A música reforça a atmosfera gótica e fantástica da história, ao mesmo tempo em que adiciona camadas emocionais às cenas mais dramáticas.

O final do filme é satisfatório, mas deixa espaço para sequências que nunca foram realizadas. A revelação de que Olaf foi o responsável pelo incêndio que matou os pais dos Baudelaire adiciona um elemento de tragédia à história, enquanto a descoberta da luneta e a menção à sociedade secreta dos pais sugerem um universo maior a ser explorado. No entanto, o tom ambíguo do final — que mistura esperança com um senso de inevitável desgraça — pode deixar alguns espectadores insatisfeitos, especialmente aqueles que esperavam um desfecho mais conclusivo.

Desventuras em Série é uma adaptação visualmente deslumbrante e bem-atuação, mas que enfrenta desafios em equilibrar o tom cômico com os elementos mais sombrios da história original. O filme é uma experiência agradável, especialmente para fãs da série literária, mas sua abordagem superficial e a compressão de múltiplos livros em um único filme limitam seu potencial. Apesar disso, a produção consegue capturar a essência peculiar e sombria dos livros, oferecendo uma experiência única que se destaca no gênero de fantasia infantil.

Desventuras em Série é um filme que vale a pena assistir por sua estética visual, performances cativantes e trilha sonora marcante, mas que poderia ter explorado com mais profundidade os temas complexos e emocionais da série literária.
Tammy T
Tammy T

5 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2014
Fique claro que livro e filme são duas artes completamente diferentes, cada uma encanta a sua forma e têm seus respectivos seguidores. O livro sem dúvida é um espetáculo. O filme, todavia, não deixa absolutamente nada a desejar quando falamos em ci-ne-ma. Muito bem dirigido, produzido, interpretado e com ótimo roteiro. Carrey, como sempre, dá um show à parte... não deixando (jamais) de prestigiar a impecável Meryl Streep, mesmo com um papel razoavelmente bom. Recomendo este filme, bem como o livro, mas com o nítido saber de que se tratam de artes diferentes, ainda que tenham o mesmo enredo.
Lucas
Lucas

35 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de abril de 2021
Filme muito superestimado não vi nada de tão bom assim mistura de gótico com humor negro a única coisa boa nesse filme é a atuação do Jim Carrey. só não dou 1 por causa do próprio Jim Carrey.
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