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Victor N.
56 seguidores
104 críticas
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5,0
Enviada em 15 de setembro de 2013
Paris. Remy é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar. Alguns preconceituosos dizem que animação é "coisa de criança", na minha opinião uma pessoa que fala isso não sabe nada sobe cinema. É incrível como a Pixar consegue criar histórias tão inteligentes, e personagens tão carismáticos. "Ratatouille" além de ser uma das melhores animações da Pixar, consegue também ser uma obra prima da arte, a simplicidade como as coisas vão acontecendo, quanto mais o tempo passa você vai gostando mais ainda da história e personagens. Excelente filme, uma das minhas animações favoritas, que agrada mais os adultos do que as crianças.
Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett). Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar. Legal , Divertida Animaçao Boas Partes De Animaçao Nota 7.0
Ratatouile não é um dos meus favoritos da Pixar, mas existe uma elegância e um carisma tão grande na animação, que o torna uma experiência diferente e agradável. O filme é lindo em termos de animação e a música é perfeita e adequada para o filme. Meu maior problema foi num dado momento me pareceu que o filme se alongou mais do que era realmente necessário , dando assim um leve cansaço, porém o final é tao inesperado e meigo que compensa o probleminha com relação a duração. Brad Bird é um grande mestre da animação e esta é mais uma prova disso.
Com uma pitada de esperança, uma boa dose de amor e uma porção de mentes criativas se faz uma bela animação - ou um delicioso Ratatouille. A parceria Pixar-Disney estava no auge, após Os Incríveis, Procurando Nemo e Monstros SA, os produtores estreiaram Ratatouille, e a fórmula dos animais falantes não era mais novidade, a novidade era um desenho gastronômico com um rato na cozinha, qual o resultado: qualidade e sucesso. A animação tem desenhos lindos, e a paisagem Parisiense só contribui para o espetáculo visual. Mas o que chama a atenção são as metáforas da vida de um rato com a de um humano, afinal quem imaginaria que um rato pode cozinhar? Assim como os desafios e as adversidades surgem na vida de Remy, elas surgem àqueles que correm atrás de seus sonhos, que traçam metas e se esforçam para cumpri-las. E graças ao esforço você será recompensado, assim como Remy que deixa o maior crítico de Paris sem reação - é como se o mundo não tivesse forças ou meios de impedir os seus desejos de serem realizados quando você se empenha para conquista-los. Metáforas a parte, a película nos agrada pela bela combinação de culinária e música, afinal a França não é só conhecida pelas maravilhas dos bistros, mas também pela irreverencia de seus cantores e compositores. Por fim, essa obra de arte ganha o coração dos espectadores com uma bela mistura de emoções e sabedoria, quando um rato nos ensina o lema do filme e da vida como um todo, siga-o e nem mesmo o maior crítico poderá dete-lo: Qualquer um pode cozinhar.
A frase mencionada no filme "Qualquer um pode cozinhar" resume muito bem essa animação. Indo contra todos os preconceitos e dificuldades, Rémy, um rato, tenta se transformar em um cozinheiro, estimulado pelos ensinamentos do chef Gusteau. Uma bela história para todas as idades, tendo sido muito bem recepcionada pela crítica, ganhando inclusive diversos prêmios, como o Oscar de melhor filme de Animação em 2008.
Como não se apaixonar e se emocionar com a história de Remy? Esta animação é perfeita e envolvente, feita para crianças e também adultos.Fal de forma sutil e até engraçada de preconceito e nos ensina que podemos se o que quisermos se quisermos de fato.Remy é um personagem cativante, apesar de ser um rato. Adorei!Mereceu o Oscar.
O mote do filme é dizer que não é porque você nasceu numa família com uma tradição, não significa que você não pode ter talento e seguir sua vida em outra direção. Nem todo mundo tem talento para dançar, por exemplo, mas o talento para dançar pode vir de qualquer lugar. E se ainda fosse numa família de jogadores de futebol? O filme retrata um rato talentoso, que tem características de rato e de cozinheiro. O filme é para refletir 1. O que a sociedade pensa de um rato? (doença, sujeira, furto), 2. O que a família de ratos pensa da sociedade? (medrosos, violentos, assassinos), 3. O que o rato precisa fazer para conciliar as duas vidas? Essa história não é só sobre ratos. É sobre minorias e os conflitos familiares, sociais e internos. Por que um rato? Por que na França? Os franceses são famosos pela xenofobia, intolerância aos imigrantes, pelos ratos e esgotos, pelas belas paisagens e pela comida. Todos os ingredientes do filme. O filme quer retratar que não precisamos ser aquilo que a sociedade determina. Devemos seguir nossos sonhos, talentos e devemos respeitar e reconhecer os resultados de um bom trabalho. O filme também retrata a preocupação ética de não roubar, e também de não julgar tudo tão prematuramente. Ótimo filme, qualidade de roteiro, imagem, piadas leves e algumas adultas na medida certa.
Com certeza é um clássico, uma das melhores animações que eu já assisti na vida. Acho bem legal a ideia do filme de dizer que "qualquer um pode fazer qualquer coisa", que no filme, essa "qualquer coisa" é cozinhar.
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