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Esse filme, que foi inspirado em uma obra de Tolstói, acabou por inspirar diversos outros - Breaking Bad é um exemplo, no sentido de uma pessoa que descobre que tem pouco tempo de vida e repensa sobre sua vida.
Claro, um filme antigo pode ainda ser um pouco chato para quem vê hoje em dia, mas na minha visão os antigos do Kurosawa são os que envelhecem melhor, não parecem tão 'antigos'.
O tema é muito bem explorado, a gente cria uma conexão com o personagem. Acho que a atuação do personagem principal ajudou - não é tão representativa quanto as dos dias atuais, mas repito, não soa tão 'antiga'.
A história é uma das mais bonitas que há - me interessei inclusive em ler o livro de Tolstói.
Um homem ranzinza que descobre que vai morrer em breve e nesse pouco tempo de vida ele realmente 'começa a viver'. Um roteiro realmente impressionante.
Claro, um filme antigo pode ainda ser um pouco chato para quem vê hoje em dia, mas na minha visão os antigos do Kurosawa são os que envelhecem melhor, não parecem tão 'antigos'.
O tema é muito bem explorado, a gente cria uma conexão com o personagem. Acho que a atuação do personagem principal ajudou - não é tão representativa quanto as dos dias atuais, mas repito, não soa tão 'antiga'.
A história é uma das mais bonitas que há - me interessei inclusive em ler o livro de Tolstói.
Um homem ranzinza que descobre que vai morrer em breve e nesse pouco tempo de vida ele realmente 'começa a viver'. Um roteiro realmente impressionante.
O monstro sagrado Akira Kurosawa nos presenteia com mais uma obra prima! Um filme poderoso cheio de enigmas e dores de um Homem a procura da felicidades! Um filme gigante.
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