Média
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Humor sólido e elenco carismático, mas falta inovação no roteiro.
Wilder e Pryor entregam química cômica que sustenta o humor, mesmo quando o roteiro falha em criatividade. A direção é funcional, mas pouco inventiva, e a narrativa poderia ousar mais nas situações cômicas. Apesar disso, o filme diverte pela dinâmica da dupla.
Wilder e Pryor entregam química cômica que sustenta o humor, mesmo quando o roteiro falha em criatividade. A direção é funcional, mas pouco inventiva, e a narrativa poderia ousar mais nas situações cômicas. Apesar disso, o filme diverte pela dinâmica da dupla.
Doidos em Fuga.
Skip Donohue (Gene Wilder) e Harry Monroe (Richard Pryor) formam uma dupla de desajustados em busca de trabalho e um pouco de fama. Saindo de sua terra natal, os atrapalhados se envolvem em uma complicada situação ao serem confundidos com ladrões de banco e presos pelo ocorrido. Na prisão é que a produção começa a mostrar muito do delicioso e ingênuo bom humor de Wilder e Pryor.
Injustiçados e sem muitas opções, os deslocados assim se mantém até que o diretor encontra em Skip uma interessante opção para ganhar um grana fácil em um torneio anual entre presídios. Evidente que isso também cria oportunidades para a dupla buscar meios de se safar do atual problema carcerário, algo que resulta em momentos bem divertidos.
Dirigido pelo emblemático Sidney Poitier, há uma boa dose de humor leve e característico da época, com algumas referências mais ousadas. Até mesmo os momentos de pastelão com comédia física tornam-se divertidos por conta da dupla de protagonistas altamente carismática.
LOUCOS DE DAR NÓ já foi exibido diversas vezes na conhecida Sessão da Tarde, mas ainda impressiona como uma produção modesta e divertida consegue entreter sem cansar ou soar datada, mérito inquestionável dos ótimos atores que protagonizam o filme.
Skip Donohue (Gene Wilder) e Harry Monroe (Richard Pryor) formam uma dupla de desajustados em busca de trabalho e um pouco de fama. Saindo de sua terra natal, os atrapalhados se envolvem em uma complicada situação ao serem confundidos com ladrões de banco e presos pelo ocorrido. Na prisão é que a produção começa a mostrar muito do delicioso e ingênuo bom humor de Wilder e Pryor.
Injustiçados e sem muitas opções, os deslocados assim se mantém até que o diretor encontra em Skip uma interessante opção para ganhar um grana fácil em um torneio anual entre presídios. Evidente que isso também cria oportunidades para a dupla buscar meios de se safar do atual problema carcerário, algo que resulta em momentos bem divertidos.
Dirigido pelo emblemático Sidney Poitier, há uma boa dose de humor leve e característico da época, com algumas referências mais ousadas. Até mesmo os momentos de pastelão com comédia física tornam-se divertidos por conta da dupla de protagonistas altamente carismática.
LOUCOS DE DAR NÓ já foi exibido diversas vezes na conhecida Sessão da Tarde, mas ainda impressiona como uma produção modesta e divertida consegue entreter sem cansar ou soar datada, mérito inquestionável dos ótimos atores que protagonizam o filme.
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