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Filton Baumgartner
91 críticas
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1,0
Enviada em 6 de novembro de 2025
Pelo que eu li a respeito do filme , acho que não tenho estômago para vê -lo. Como disseram alguns comentaristas estão endeusando o Bernardo. Acredito que para fazer um bom filme, cenas constrangedoras ou apelativas, para ter retorno, deveriam ser mensuradas. Acho vil a prática do incesto e sexo incluso! Respeito ao ser humano é gratificante! Tende a pornografia vulgar! Respeito as opiniões contrárias!
prende a atençao, porém spoiler: o que mais me chama a atenção é que o irmão está sobrado na história, ele nem consegue ficar com a irmã porque né, incesto, nem consegue ficar com o boyzinho da irmã, por que né ele é o boyzinho da irmã, então ele tá ali sobrando e pagando de tá tudo bem
É um filme com pegada psicológica. Trata muito bem da relação a dois dos irmãos e a tentativa quase impossível de um terceiro adentrar nela. Pra mim esse é o assunto principal do filme : os irmãos se bastam e não se cansam deles mesmos, mas isso não é verdadeiro pro "alien" da relação. Ele sempre vai estar de lado, desejando ser carne da carne deles, mas sabendo que é descartável, que é um amor passageiro, embora os ame de verdade. Numa família desorganizada, com os pais ausentes, restou aos gêmeos encontrar apoio e fraternidade entre si. Os dois são a própria família, e em algum momento, essa relação atingiu o sexual. Matthew é aceito, mas com críticas e divergências. Acho que a relação, no entanto, foi sendo construída ao longo da trama devido à condição semelhante de Matthew: ele também estava perdido e distanciado dos pais. Essa construção só é interrompida no final, quando Theo se desentende com o amigo e Isabelle o segue, reforçando que naquele trio romântico existiam certas predileções que Matthew nunca poderia corresponder.
Engana-se quem acreditou que Os Sonhadores foi apenas mais um filme do Bernardo Bertolucci. Além de um excelente filme, é também um poema em movimento, uma aula de história de um mundo em ebulição, da contracultura, do cinema e sobre mudanças de paradigmas a respeito de uma geração com desejo de fazer a (re)evolução de costumes, da política e da arte em geral.
As personagens, representadas por três jovens, uma casal de gêmeos franceses e um americano, retrata o encontro do velho continente com suas características revolucionárias com a America, o novo mundo, conservadora, racista e intervencionista. A arte, em especial o cinema e a música, universal, assim como aquela geração representada pelas personagens, é o elo para se construir novos tempos, para se abrir horizontes, para deixar o mundo menos chato e careta.
O que vejo em praticamente todos os comentários é a exaltação ao diretor. Todos ficam repetindo o nome dele o tempo todo, como se tivessem o endeusando rs. Enfim, achei mt legais as referências ao cinema clássico. Mas acho que o filme ficou perdido, pq ora fazia as homenagens ao cinema americano e ora falava da revolução que aconteceu na França na década de 60. No final, acaba que não diz nada com nada. Os personagens ficam o tempo todo presos dentro do apartamento, assim como o próprio personagem do Michael Pitt reclama em uma cena. E o que dizer das cenas forçadas de sexo pra tentar chocar o espectador?! Realmente não da pra entender onde se vê beleza num filme tão sem alma como esse e o que exatamente o diretor tentou expressar com ele. Perda de tempo. Pra ver filmes que exploram de forma incrível as relações humanas, muito melhor assistir aos filmes do Almodóvar.
Esse filme é um arauto a sétima arte! Muito bem tecido entre o movimento social de 1968 em Paris, os cineastas, o enredo de outras obras atemporais, somada a paixão de três cinéfilos e amantes da liberdade. Os Sonhadores é um dos filmes sagrados para quem ama Cinema. O auge do filme é a narrativa misturada aos simbolismos cinematográficos. Se você tiver pudor ao nu e liberdade sexual, é melhor nem assistir, porque estes estão misturados semanticamente com a película. Poeticamente poderoso e aliado a uma trilha sonora sem defeitos.
Obra máxima do grande Bernardo Bertolucci. Um casal semi-incestuoso (tema clássico deste diretor) de irmãos franceses “seduz” um jovem americano (o excelente Michael Pitt) durante um protesto de amantes de Cinema, à época de Maio de 68. Os três vivem uma espécie de “triângulo”, sempre mediado pela História do Cinema (homenagem claríssima e central nesta obra-prima). A passagem dos personagens à vida adulta é questão primordial nos jogos eróticos e alegres do trio.
O título do filme bem que podia ser ''Os Nada'', porque o filme é basicamente isso : UM GRANDE NADA COM NADA!!! Eva Green é uma das pouquíssimas razões para ver esta energúmena fita...
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