O Sol É Para Todos
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4,4
184 notas

18 Críticas do usuário

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Brenner M.
Brenner M.

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5,0
Enviada em 25 de dezembro de 2015
Inicialmente, gostaria de deixar claro que esse é um dos filmes mais brilhantes que já tive a oportunidade de apreciar, sendo assim, torna-se difícil realizar uma crítica que dê enfase em aspectos negativos sobre o filme.

Trata-se de um drama voltado para a realidade norte-americana por volta dos anos 60. O filme relata a história do caso Tom Robinson, um jovem negro acusado de estuprar uma branca filha de um fazendeiro na região. Por se passar em uma cidade pequena dos Estados Unidos, as pessoas se conhecem e as notícias se engrandecem rapidamente.

Atticus Finch, um advogado local extremamente inteligente e visionário, aceita pegar o caso para defende-lo. Fazendo uma análise jurídica, a proposta surge, creio eu, por falta de Defensores Públicos que possam defender o negro acusado, e claro que advogado algum gostaria de pegar o caso.

Após decidir pegar o caso, Atticus passa a ser excluído e criticado por uma sociedade que não admite a equidade entre negros e brancos.

Uma das cenas mais chocantes de todo o filme é, sem sombra de dúvidas, quando Atticus toma conhecimento de que os fazendeiros locais, liderado pelo pai da suposta vítima, irão ao local em que Tom Robinson se encontra para executa-lo. Sabendo disso, Atticus pega o seu antigo abajur, um bom livro de Direito (ou a pasta do caso em questão) e vai ao local sentar na porta para que ninguém consiga passar e matar Tom Robinson, impedindo um julgamento digno e justo.

O filme em questão torna-se obrigatório para a formação de juízo de qualquer homem racional, e não somente os estudantes ou interessados pelo Direito, pois trás, antes de qualquer matéria jurídica, questionamentos sobre o desenvolvimento racional do homem em relação ao racismo até hoje existente.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de julho de 2022
Obra prima e um dos melhores filmes da história do cinema! Gregory Peck nos presenteia com uma das grandes atuações da história com um elenco estupendo, destaque ainda para o roteiro que é perfeito.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2022
Claro que se assistir pela primeira vez esse filme agora, 60 anos depois, vai identificar muitas coisas bobas, muitas questões de roteiro as quais já não são mais aceitáveis hoje em dia. Mas a história é uma das mais belas já produzidas, repleta de lições. E Atticus é talvez um dos personagens mais icônicos do cinema, o que é totalmente justificável. É um filme que todos devem assistir.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de setembro de 2015
Este drama que trata do preconceito de cor deve ser visto com o coração e com o olhar da época, início da década de 60, quando foi filmado.
Há grandiosidade nesta obra, por tratar de um tema tão espinhento, com um ator de prestígio, Gregory Peck (ganhou o Oscar de Melhor Ator por este filme) dando vida a Atticus, um advogado que defende um negro que foi acusado injustamente de estupro por uma mulher branca.
É intencional grande parte da ação ser vista como pano de fundo, valorizando mais a relação deste advogado viúvo e seus filhos, Jem de 12 anos e Scout, sua filha de 6 anos, dando grande destaque para a visão destas crianças sobre os acontecimentos. É através do olhar subjetivo delas, ingênuo, que acompanhamos o desenrolar da trama, simples, cruel, sem grandes reviravoltas, mas preciso, competente e atemporal.
O personagem de Peck é um homem justo, a frente do seu tempo, exemplo de cidadania e paternidade. Seu discurso de defesa na cena do tribunal é maravilhoso. As crianças, com brilho próprio, são críveis em suas performances, passando a sensação de serem pessoas reais, não atores. A atriz que interpreta a Scout foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz coadjuvante pelo papel.
Com um roteiro cheio de nuances, é difícil expô-las todas aqui e não ser extremante dissertativo, e mesmo que o fizesse, ainda sim não seria capaz de fazer justiça ao que vi. Se puderem assistir ao filme, entenderão o que quero dizer. Está disponível no Netflix. Uma coisa é certa, não é um filme a ser esquecido.
Curiosidade. Em 2011 foi lançado um documentário sobre o livro que o filme se baseou, chama-se Hey, Boo: Harper Lee & To Kill a Mockingbird.
Outra curiosidade. Está em #84º entre os 250 melhores filmes segundo o site IMDB.
Nota do público: 8.4 (IMDB)
Nota dos críticos: 92%(Rotten Tomatoes)
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 13 de junho de 2013
Fantástico para não dizer uma outra palavra. Um filme com um roteiro brilhante e atuações praticamente impecáveis; Gregory Peck já havia atuado muito bem no filme com a Audrey Hepburn a Princesa e o Plebeu mas nesse ele se supera, tanto é que levou o Oscar de Melhor Ator e só uma ressalva para a atuação da Mary Badham que também estava ótima, a qual ela se tornou a atriz mais jovem a ser indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, com apenas dez anos de idade. Um filme que mostra claramente o preconceito, o racismo e a discriminação de uma forma impressionante. Um filme que cativa a quem assiste, não só pela história mas no modo como ela é contada. Um filme absoluto, uma verdadeira obra prima do cinema!
Patricia A.
Patricia A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2016
Belíssimo filme, um exemplo de Humanidade, sem falar na relação entre irmãos, Pai e filhos, lindo de ver. Vale muito a pena.
Péricles C.
Péricles C.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de agosto de 2014
Filme para ser visto com o coração. Até comprei o filme par amostra-lo ao meu filho que tem dez anos e adora o cinema, A cena do tribunal é uma das mais simbólicas que vejo no cinema. Demonstra respeito e dignidade, Não é atoa que Actus, foi declarado o maior herói do cinema, Um agrande lição! E é prase iroso saber que Gregore Peck, como pessoa foi um grande cidadão!
alessandra Silva
alessandra Silva

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de agosto de 2021
Filme lindo, contextualização muito interessante de um tema bastante atemporal, que é a questão do preconceito.
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