Longe do Paraíso
Média
3,8
38 notas

8 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um ótimo filme. Dennis Haysbert(série 24 horas)e Julianne Moore estão ótimos realmente. Dennis Quaid também se despiu de qualquer preconceito para a composição de seu personagem homossexual. òtima fotografia e o texto impressiona.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O grande homenageado neste filme é o diretor austríaco Douglas Sirk, que teve como pontos altos de sua filmografia "Palavras ao vento", no qual denunciava a descriminação do homossexualismo em plena década de 50. E sabem quem estrelou "Palavras ao vento"? Pasmem, Rock Hudson, o protótipo da macheza naquela época. Os letreiros, os cenários, os figurinos nos dão a nítida idéia de que fomos transportados no tempo para os anos 50. Cathy Whitaker (Julianne Moore, belíssima como sempre) simboliza a típica dona-de-casa norte-americana. Tem um marido, Frank (Dennis Quaid), que é diretor de uma fábrica de televisores, dois belos filhos e uma casa maravilhosa. Ela chega a ser motivo de uma reportagem de uma revista feminina da época. O problema é que todo esse belo verniz guarda abaixo dele um grande drama, que atinge seu ápice quando Cathy vai levar alimentação para o seu marido, que teoricamente estaria trabalhando no seu escritório, e o flagra beijando um outro homem. Frank concorda em fazer um tratamento para a sua "doença". Por mais esforço que ele faça, fica evidente que ele não consegue abafar seu homossexualismo numa festa de final de ano em sua própria casa. Após beber exageradamente, falar um monte de bobagens para a esposa, tentar sem sucesso manter uma relação sexual com a esposa e, por último, agredí-la fisicamente, tudo indicava que Frank vivia uma crise de identidade sexual. Por sua vez, Cathy, desenvolve um relacionamento de amizade com Reymond (Dennis Haysbert), seu jardineiro, um negro, viúvo, conhecedor de artes plásticas, e o mais importante, muito sensível. Isso serve de mote para numa tacada só o diretor Todd Haynes falar de outro tema clássico de seu colega Douglas Sirk: a segregação racial. A atuação de Juliane Moore foi reconhecida no Festival de Veneza. E com todo o mérito.
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Todd Haynes segura mais o filme com o roteiro do que com a direção. E digamos que ele está bem nos dois, mas nunca muito bom. A idéia do roteiro é interessantíssima só que Todd desperdiça-a as vezes deixando sentimentos muito superficiais em parte do filme. Na direção, seu defeito é tentar nos colocar nos anos 50 (acho que é quando se passa o filme). O figurino e a direção de arte estão bons junto com a excelentes trilha sonora de Elmer Bernstein (que as vezes exagera demais tentando nos ambientar nos anos 50), porém essa "ambientalização" de Todd tropeça muito nos defeitos do roteiro. Digamos que Longe do Paraíso está perto do paraíso. Quase lá. É o filme do quase lá. Julgando com os outros filmes que vi, Longe do Paraíso mereceu as 4 indicações ao Oscar (talvez ainda coubesse a Dennis Quaid, bem em cena) m as não mereceu ganhar nenhuma. Se trata de um filme razoável. Ah, esqueci de falar de Juliane Moore. Esperava um pouco mais dela, mas depois percebi que o roteiro novamente atrapalhou o filme. Seu papel de pouca emoção (enquanto deveria ser de forte) a atrapalhou. Ela está muitíssimo bem cena como "Cathy" mas não chega a brilhar. O maior defeito de Longe do Paraíso é o roteiro. Ele evolui muito bem, mas podia ser mais bem aproveitado e desenvolvido, mas não deixa de tirar o filme dentre os melhores do ano."
Alexandre
Alexandre

17 seguidores 76 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Com excepcional direção de arte, direção segura, interpretações arrebatadoras e uma magistral trilha sonora Longe do Paraíso é um filme acima da média. Porém seu grande mérito reside na abordagem franca e realista de dois grandes tabus da década de 50 nos EUA : o homossexualismo e as relações inter-raciais. Um bom filme!
Cacau
Cacau

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente!
Voce nunca imagina que um casamento tão perfeito, um casal tão bonito, pode o marido (que é Dennis, UM GATO MARAVILHOSO!) ser gay!
Choca muito a cena, mas é totalmente real.
Gostei muito do filme, um filme passado nos anos 50, anos dourados, onde tudo era" perfeito".
Vale a pena ver Dennis e Juiane Moore.
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