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    Longe do Paraíso
    Média
    3,8
    35 notas
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    8 Críticas do usuário

    5
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    Cid V
    Cid V

    Seguir usuário 104 seguidores Ler as 288 críticas

    4,0
    Enviada em 8 de setembro de 2021
    Nos anos 50 em Connecticut, o casamento modelo de Frank (Quaid) e Cathy Whitaker (Moore) começa a desmoronar quando ela descobre que Frank, quase sempre ausente em casa, é homossexual.

    Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2021/09/filme-do-dia-longe-do-paraiso-2002-todd.html
    Phelipe V.
    Phelipe V.

    Seguir usuário 438 seguidores Ler as 204 críticas

    4,5
    Enviada em 9 de abril de 2013
    Acredito que não dá pra começar a falar de Longe do Paraíso sem dizer isso: uma das melhores ambientações que eu já vi. Sem dúvidas, atuações, figurinos, direção de arte, trilha-sonora, tudo isso combinados com a bem excelente direção de Todd Haynes fazem desse filme uma pequena obra-prima. Como disseram aqui abaixo já, algumas vezes, realmente parece ser um filme dos anos 50, chega a dar gosto de ver.

    Mas o filme não é só essa parte técnica, o roteiro é memorável também, conseguindo equilibrar durante todo o tempo várias plots e sub-plots totalmente polêmicas para a época em questão, como um marido homossexual, o assunto 'homossexualismo' sendo tratado como doença e/ou a situação dos negros (e suas relações com os brancos) na América do meio do século XX. Claro que tem algumas situações com um toque dourado de maniqueísmo - como a cena da pedrada - mas nada que comprometa o filme sob hipótese alguma. Esse roteiro bem estruturado e amarrado nos conformes, faz do filme ainda mais interessante.

    Julianne Moore é o destaque do filme sem dúvidas. O filme é dela e ela rouba todas as cenas em que aparece. E não podia ser diferente num filme com ambientação tão bem feita, afinal, sua Cathy é uma mulher de 50 tão completa, tanto em seus dilemas, quanto em suas futilidades, que compramos a história daquela mulher. Ou o sofrimento que vai tomando conta dela ao longo do filme. Sofrimento esse que nem sempre é mostrado, ou tem que ser sentido por outros personagens do filme. E nesses momentos, Moore brilha com uma atuação minimalista que nos faz captar o que está sentindo ou pensando só com a expressão corporal ou facial dela em cena. Não canso de me surpreender com essa mulher!

    Longe do Paraíso é um filme que surpreende por sua fidelidade, e não é necessário ser um expert em cinema (ou arte) pra notar a beleza disso. Logo se vê que foi um filme feito com muito cuidado. Merecia mais reconhecimento.
    Fernando Schiavi
    Fernando Schiavi

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Um ótimo filme. Dennis Haysbert(série 24 horas)e Julianne Moore estão ótimos realmente. Dennis Quaid também se despiu de qualquer preconceito para a composição de seu personagem homossexual. òtima fotografia e o texto impressiona.
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O grande homenageado neste filme é o diretor austríaco Douglas Sirk, que teve como pontos altos de sua filmografia "Palavras ao vento", no qual denunciava a descriminação do homossexualismo em plena década de 50. E sabem quem estrelou "Palavras ao vento"? Pasmem, Rock Hudson, o protótipo da macheza naquela época. Os letreiros, os cenários, os figurinos nos dão a nítida idéia de que fomos transportados no tempo para os anos 50. Cathy Whitaker (Julianne Moore, belíssima como sempre) simboliza a típica dona-de-casa norte-americana. Tem um marido, Frank (Dennis Quaid), que é diretor de uma fábrica de televisores, dois belos filhos e uma casa maravilhosa. Ela chega a ser motivo de uma reportagem de uma revista feminina da época. O problema é que todo esse belo verniz guarda abaixo dele um grande drama, que atinge seu ápice quando Cathy vai levar alimentação para o seu marido, que teoricamente estaria trabalhando no seu escritório, e o flagra beijando um outro homem. Frank concorda em fazer um tratamento para a sua "doença". Por mais esforço que ele faça, fica evidente que ele não consegue abafar seu homossexualismo numa festa de final de ano em sua própria casa. Após beber exageradamente, falar um monte de bobagens para a esposa, tentar sem sucesso manter uma relação sexual com a esposa e, por último, agredí-la fisicamente, tudo indicava que Frank vivia uma crise de identidade sexual. Por sua vez, Cathy, desenvolve um relacionamento de amizade com Reymond (Dennis Haysbert), seu jardineiro, um negro, viúvo, conhecedor de artes plásticas, e o mais importante, muito sensível. Isso serve de mote para numa tacada só o diretor Todd Haynes falar de outro tema clássico de seu colega Douglas Sirk: a segregação racial. A atuação de Juliane Moore foi reconhecida no Festival de Veneza. E com todo o mérito.
    PedroConrado
    PedroConrado

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Todd Haynes segura mais o filme com o roteiro do que com a direção. E digamos que ele está bem nos dois, mas nunca muito bom. A idéia do roteiro é interessantíssima só que Todd desperdiça-a as vezes deixando sentimentos muito superficiais em parte do filme. Na direção, seu defeito é tentar nos colocar nos anos 50 (acho que é quando se passa o filme). O figurino e a direção de arte estão bons junto com a excelentes trilha sonora de Elmer Bernstein (que as vezes exagera demais tentando nos ambientar nos anos 50), porém essa "ambientalização" de Todd tropeça muito nos defeitos do roteiro. Digamos que Longe do Paraíso está perto do paraíso. Quase lá. É o filme do quase lá. Julgando com os outros filmes que vi, Longe do Paraíso mereceu as 4 indicações ao Oscar (talvez ainda coubesse a Dennis Quaid, bem em cena) m as não mereceu ganhar nenhuma. Se trata de um filme razoável. Ah, esqueci de falar de Juliane Moore. Esperava um pouco mais dela, mas depois percebi que o roteiro novamente atrapalhou o filme. Seu papel de pouca emoção (enquanto deveria ser de forte) a atrapalhou. Ela está muitíssimo bem cena como "Cathy" mas não chega a brilhar. O maior defeito de Longe do Paraíso é o roteiro. Ele evolui muito bem, mas podia ser mais bem aproveitado e desenvolvido, mas não deixa de tirar o filme dentre os melhores do ano."
    Alexandre
    Alexandre

    Seguir usuário 11 seguidores Ler as 76 críticas

    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Com excepcional direção de arte, direção segura, interpretações arrebatadoras e uma magistral trilha sonora Longe do Paraíso é um filme acima da média. Porém seu grande mérito reside na abordagem franca e realista de dois grandes tabus da década de 50 nos EUA : o homossexualismo e as relações inter-raciais. Um bom filme!
    Marvete F
    Marvete F

    Seguir usuário 7 seguidores Ler as 27 críticas

    5,0
    Enviada em 4 de junho de 2017
    É uma história muito linda, você chora, você se apaixona pelo os dois personagens que são interpretados pela Julianne Moore e o Dennis Harynes.
    Na parte que a Julianne entra no escritório do marido e ver ele beijando outro homem, meu a cara da julianne de surpresa, depois de ver essa cena ela vai pedi conselho a quem?
    Ao jardineiro da casa, eles dois vão se aproximando, e quando mais eles se aproximam mais as pessoas da vizinhança acham meio estranho.
    Por mim Deveria ser indicado a 16 oscar, esse filme é uma obra de arte.
    Cacau
    Cacau

    Seguir usuário 1 seguidor Ler as 17 críticas

    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Excelente!
    Voce nunca imagina que um casamento tão perfeito, um casal tão bonito, pode o marido (que é Dennis, UM GATO MARAVILHOSO!) ser gay!
    Choca muito a cena, mas é totalmente real.
    Gostei muito do filme, um filme passado nos anos 50, anos dourados, onde tudo era" perfeito".
    Vale a pena ver Dennis e Juiane Moore.
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