Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças: Críticas - Página 4
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
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Crismika
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4,5
Enviada em 28 de maio de 2020
Charlie Kaufman discute uma história linda de amor, seus altos e baixos com um roteiro tão inteligente e bem traçado que nos deixa extasiados diante de tanta profundidade para discutir o tema amor. A química entre Jim Carrey e Kate Winslet e tão perfeita que parece que estamos vivendo as cenas de amor, brigas, encontros e desencontros. Enfim o filme é imperdível, sensível, delicado, gostoso de assistir e com pinceladas sutis de comédia. Enfim um filme repleto e completo. Merecido o Oscar de roteiro original. RECOMENDO A TODOS!!!
Além desse nome que eu amei, Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças é um filme muito bom. As atuações são maravilhosas principalmente o do Jim Carrey e da Kate Winselet, as nuances do relacionamento dos protagonistas são muito bem exploradas, juntamente a personalidade dos personagens. Achei que faltou mostrar mais do romance entre os dois protagonistas e algumas coisas ficaram um pouco confusas no início, mas depois consegui entender. Fora isso gostei muito de tudo. Recomendo!
Grande obra com Jim Carrey e Kate Winslet. É um ótimo romance, drama e têm uma história muito boa e emocionante. Também gostei dos personagens secundários, como Kirsten Dunst, Mark Ruffalo, Elijah Wood e Tom Wilkinson. O final do filme é muito bom também, que deixa ospoiler: início do filme fazer mais sentido . Recomendo, é muito bom.
O diretor e roteirista Charlie Kaufman contou com ajuda de Michel Gondry para escrever o roteiro desse lindo filme. Além de contar com um elenco de peso como: Jim Carrey, Kate Winslet, Mark Ruffalo e Kirsten Dunst. Aqui temos a história de Joel (Jim Carrey) que está sendo submetido a um processo de apagar do seu cérebro todos os traços de memória de Clementine (Kate Winslet), sua ex-namorada. Isso porque o relacionamento de ambos, após um tempo havia se desgastado e Clementine decide primeiro fazer tal procedimento. Antes de mais nada Jim Carrey prova mais uma vez (após o Show de Truman) que é um ator que sabe trabalhar com papéis dramáticos também. O filme é muito mais além de um filme romântico, pois consegue por um pouco de ficção e um pouco de comédia (que não arranca risos, mas é agradável), em linhas gerais a trama conta uma história de amor. Tudo isso condensado em um roteiro inteligente, na qual nos permite entender tudo o que está acontecendo, mas há uma importante reviravolta que muda tudo, inclusive a própria estética do filme. Aqui o roteiro brinca com o que é real e não é, o que é lembrança ou não é e o que pode ser o início ou fim de um ciclo. A grande reflexão que o filme deixa, é de termos o cuidado com quem você vai convidar para assistir o brilho eterno de sua vida ao seu lado.
Confuso. Romance fora do convencional, ritmo caótico. Mais ou menos como meus pensamentos e o protagonista tem tudo a ver comigo! Ah, quantas vezes gostaria de eliminar certas vivências ...
O amor é colocado no assunto principal,nessa boa história da vida de Joel (Jim Carrey).Ao começar assistir,Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças,conseguimos rapidamente interagir com o personagem de Jim Carrey.Porque ele nos leva a imaginar como vivemos essas tais histórias.Começamos então a passear dentro de suas imaginações,cada cena,cada lugar é essencial a história.Pois temos momentos que vamos voltar ao temos,e tenra entender um pouco mais sobre a história lá no começo.Jim Carrey mais uma vez se mostra espetacular em um drama envolvente.E ele aqui é o grande centro das atenções,assim como ele viveu em ,O Show de Truman.E pra completar temos por fora um bom elenco metido nesse drama particular de Joel,como Tom Wilkinson,Kirsten Dunst,Mark Ruffalo,Elijah Wood e claro,Kate Winslet.
Viver é saber reconhecer o passado, apagá-lo é impossível, não aqui. Só que apagar suas lembranças, inúmeras belíssimas apenas por uma coisa q fez tudo acabar. Eterno Brilho de uma Mente sem Lembranças consegue captar o egoísmo do fim do relacionamento, a prepotência em não reconhecer que tudo oq passou foi maravilhoso, apagar o passado é um sinal de fraqueza e não saber lidar com si mesmo e sua insegurança. Os problemas são passageiros, as lembranças são eternas, todas elas, e são elas que constroem o escudo de resistência e experiência, criando um perfil. Tal perfil, que em algumas viagens fica nítida as mudanças dos personagens Joel e Clementine em suas personalidades. Jim Carrey e Kate Winslet fazem uma bela dupla, o ritmo do filme é interessante, de início um pouco confuso, mas a direção e a edição tratam de clarear a mente dos espectadores com o passar da trama, principalmente nos minutos finais.
Obra-prima em metalinguagem sobre a dor da desilusão amorosa. Os “significantes” ressaltados pelo amor vão, pouco a pouco, sendo dissecados e dilacerados, num réquiem do esvaziamento de uma paixão. A metáfora de uma “máquina de apagamento de lembranças específicas” atende à perfeição aos anseios desesperados de corações em chamas pelo desterro da mansão de um relacionamento. O inacreditável roteiro (de Charlie Kaufman, Michel Gondry e Pierre Bismuth) transmite cada instante da relação – aproximação, empolgação, tédio, ódio e indiferença – em idas e vindas no tempo (impecavelmente conduzidas pelo diretor Michel Gondry), sem perder a consistência e o fio narrativo. Destaque para a cena de incrível precisão metapsicológica a personagem de Kate Winslet diz ao de Jim Carrey: “Esconda-se atrás de sua maior vergonha. É o lugar mais difícil de vc ser encontrado.” Oscar de Roteiro Original.
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