A pessoa ver um filme de parodia e querer levar a sério tem que ser muito idiota. O objetivo do filme é ser bobo e ironico e a graça está aí. O filme nao se leva a sério. É uma comédia e uma das melhores paródias já feitas. Pegou grandes sucessos da comedia romantica adolescente da época e jogou no liquidificador. Rendeu varias cenas e falas hilárias com direito a participação de uma lenda desse genero no finalzinho. No estilo é tranquilamente um dos melhores já feitos. O problema é que as pessoas querem avaliar tudo no nível O poderoso chefão rsrs.
Se American Pie e EuroTrip são os reis do besteirol adolescente, Não É Mais um Besteirol Americano (2001) é o tio alcoólatra que chega no churrasco, derruba a mesa de comida e sai pelado pela janela. Dirigido por Joel Gallen, esse filme é uma colcha de retalhos de clichês, piadas sem noção e situações tão absurdas que até a física newtoniana pede demissão. E sim, Chris Evans aparece de chantilly — porque por que não?
A tenta seguir Jake Wyler (Chris Evans no seu auge de charme desgrenhado), o galã da escola que, numa jogada de mestre, aposta que transforma a nerd Janey Briggs (Chyler Leigh) em rainha do baile. O detalhe? Janey é literalmente a mulher mais linda do colégio, mas está "disfarçada" de... pintora com óculos e rabo de cavalo. A lógica aqui é tão frágil quanto a moralidade dos personagens .
Enquanto Jake tenta conquistar Janey, rola de tudo: - A irmã dele (Mia Kirshner) tem uma atração questionável por ele (sim, isso mesmo). - O melhor amigo de Janey, Ricky, é o "amigo-arroz" mais patético da história do cinema (e olha que a competição é forte). - Uma repórter de 90 anos se infiltra na escola pra investigar os jovens (e acaba sendo a pessoa mais sã do filme). - E tem a Areola (Cerina Vincent), a aluna de intercâmbio cujo nome já entrega o nível de sofisticação do roteiro.
O filme abraça o humor negro como um urso abraça um favo de mel — com força e sem pudor. Piadas sobre concussões (o amigo que pode morrer se levar mais cinco pancadas na cabeça), incesto implícito e um pai alcoólatra (Randy Quaid) que só aparece pra ser a piada recorrente. Tudo isso enquanto Chris Evans dança nu com chantilly, porque claro que sim.
E não podemos esquecer da cena em que uma garota oferece "serviços manuais" em troca de uma carta de amor — um momento que oscila entre o hilário e o "meu Deus, o que eu estou assistindo?".
Se você está buscando profundidade, vá ler Kant. Não É Mais um Besteirol Americano é um shitpost cinematográfico dos anos 2000, onde o único objetivo é chocar, ridicularizar e fazer você rir do quão ridículo tudo é. O filme sabe que é nonsense e abraça isso com orgulho, como um adolescente bêbado abraça um poste.
Pontos Altos: - Chris Evans sendo um ícone do caos (e do chantilly). - A transformação de Janey, que vai de "nerd" a "deusa" em 2 segundos (porque óculos são, aparentemente, uma máscara da CIA). - A cena pós-créditos com a cantora folk cega — um non sequitur glorioso.
Pontos Baixos: - Tudo. Mas tudo mesmo.
Se American Pie é um besteirol com coração, Não É Mais um Besteirol Americano é um besteirol com um cartaz escrito "FODA-SE" colado no peito. É engraçado? Sim, mas do tipo que faz você se sentir sujo depois. É inteligente? Nem um pouco. Vale a pena? Se você estiver bêbado, com amigos e zero expectativas, ABSOLUTAMENTE.
(E sim, esse filme é a prova de que os anos 2000 foram uma época em que tudo era permitido — inclusive isso.)
O filme é sarcástico a todo o tempo com esse estilo de filme (besteirol americano), acaba sendo uma comédia que caçoa de si mesma, e parte do problema é justamente esse: pra ironizar o besteirol, produzem um besteirol. Não há problema nisso, pois há cenas engraçadas, te faz dar umas risadas na maior parte do filme, mas com coisas bem caricatas. Nada muito original. Filme mediano.
O filme cumpre o que promete. Mostra os esteriótipos de forma exagerada do High School e todas as suas peculiaridades. Não espere algo excepcional, apenas assista e se divirta.
Como alguém com idade acima de 12 pode gostar disso? É muito ruim. Confesso que não consegui assistir até o final. Muito chato, não me arrancou nenhuma risada sequer. Besteirol chato, monótono. Nenhuma mísera esquete boa.
Não é mas um besteirol americano?Quem ver,verá que realmente se trata de mas um besteirol onda daquelas velhas comédias bem escrachadas,surge mas uma história que aposta nessa do tudo que diverte com humilhação e sem noçã ainda, época onde se tinha outras comédias,como Todo Mundo em Pânico,que trazia semelhanças em outros títulos,e zombava das histórias sérias.Não é Mais um Besteirol Americano,tenta inovar em certas partes,mas ainda assim dar o braço a torcer em quesito semelhança em outros filmes.O elenco,é bem caracterizado,que aproveita bem a ideia de adolescentes sem juí a grande aposta naquele ano,ficou mesmo com Chris Evans,que ainda era um anônimo,e podia fazer certo tipo de personagem.
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