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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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4,0
Enviada em 18 de dezembro de 2024
Nos anos 70, num subúrbio americano, cinco filhas de uma família extremamente conservadoras, tendem a ter as suas primeiras experiências amorosas com resultados trágicos. Talentosa estréia da única filha de Francis Ford Coppola, num filme amargo, sensível e sem concessões. Foi ela também que escreveu o roteiro, baseado em um livro de Jeffrey Eugenides, demonstrando competência na escolha do elenco e na condução dramática competente. Uma ótima surpresa.
Um dos melhores trabalhos de Sofia Coppola, As Virgens Suicidas se destaca pela forma com que vai contando a história, e envolvendo o espectador. Mesmo com alguns momentos nonsense (com simbolismos rasos), o resultado final é angustiante, perturbador e muito positivo. A forma com que o roteiro trata, com até uma certa frieza, o caso por meio de uma narração sempre pontual é o que o faz ser excelente. O engraçado é que aqui, diferente dos demais trabalhos de Sofia, o filme triunfa em sua capacidade de criar/contar uma história, e não em como a dirige.
Para uma estreante, Sophia Copolla dar um show! Aqui temos uma história baseado no livro de mesmo nome que envolve cinco irmãs que se suicidam e chocam uma cidade. Elenco que conta com grandes nomes como James Woods , Kathleen Turner, Kirsten Dunst , Josh Hartnett, Michael Paré, Scott Glenn e Danny DeVito ou seja um elenco para ninguém colocar defeito, com destaque para grande atuação e talvez melhor de sua carreira, a bela Kirsten Dunst. As virgens suicidas é um filme que marca a bela trajetória de uma diretora que possui diretrizes de seu pai Francis Ford Copolla, mas que tem seu próprio estilo.
Assisti a este filme há bastante tempo e gostei muito! A estratégia de ter a história narrada por um dos meninos do bairro, uma vez que os vizinhos nutriam sentimentos de adoração pelas irmãs, deu um certo toque poético, apesar do grande drama vivido pelas meninas. Atuações perfeitas, com destaque para Kathleen Turner e Kirsten Dunst. Na minha opinião, Sofia Coppola se revelou bastante positivamente dirigindo este seu 1º filme!
Talvez a grande opressão da mãe e a obsessão em proteger as filhas, afastando-as do mundo, tenham feito com que elas entrassem em uma espécie de transe existencial, o que levou ao surgimento de pensamentos suicidas. Isso ocorreu principalmente por conta da morte de Cecília, que foi a primeira a falecer e deve ter impactado profundamente as outras.
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