A trilogia se encerra com mais um grande filme, esse um pouco mais lento, mas com um final bem emocionante. Novamente efeitos, figurinos, maquiagem e fotografia estão ótimos, algum pequenos deslizes do roteiro mas nada muito grave. Muito bom.
Sinopse: Sauron prepara ataque a Minas Tirith. Gandalf e Pippin partem para ajudar na defesa da capital de Gondor. Enquanto isso, Frodo, Sam e Gollum continuam sua jornada para destruir o Anel na Montanha da Perdição.
Crítica: "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" é, sem dúvida, uma obra que encanta não apenas os fãs da literatura fantástica, mas também o público em geral. Peter Jackson traz à vida a grandiosidade do universo de Tolkien, numa conclusão emocionante e épica da trilogia.
Um dos maiores destaques do filme é sua habilidade de equilibrar momentos de ação intensa com aspectos emocionais profundos. A jornada de Frodo e Sam, marcada por desafios insuperáveis e a influência corrosiva do Anel, ressoa de maneira tocante. A luta interna de Frodo e a lealdade inabalável de Sam são representações poderosas da amizade e do sacrifício.
Visualmente, o filme é deslumbrante. As paisagens da Nova Zelândia são um pano de fundo magnífico para batalhas épicas e momentos íntimos. A direção de arte e os efeitos especiais criam um mundo vibrante e imersivo, que faz valer a pena cada segundo na tela.
A narrativa é rica em personagens complexos que enfrentam dilemas morais. A transformação de Aragorn de um ranger hesitante a um rei corajoso, bem como o conflito interno de Gollum, adiciona profundidade à história. O elenco, liderado por atores talentosos, transmite emoções autênticas, fazendo com que os espectadores se importem profundamente com o destino de cada um.
Entretanto, há quem aponte que, em alguns momentos, a longa duração do filme pode ser um desafio. Embora cada cena tenha seu valor, a extensa narrativa pode deixar alguns espectadores um pouco sobrecarregados. Aspectos mais focados em certos personagens poderiam ter sido explorados de forma mais concisa.
Ademais, a resolução da trama, embora satisfatória para muitos, pode não atender às expectativas de todos. O encerramento da jornada de alguns personagens importantes pode parecer abrupto, e os desdobramentos finais podem suscitar debates sobre as escolhas feitas.
Em suma, "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" é uma celebração da luta entre o bem e o mal, com cenários impressionantes, atuações memoráveis e uma profundidade que estimula reflexões sobre coragem, amizade e redenção. Este filme merece ser reconhecido por seu impacto duradouro na história do cinema e pela forma como capturou a essência da obra de Tolkien, oferecendo um fecho digno a esta saga épica.
Se olharmos de forma minuciosa,existem vinte ou trinta diferenças entre o livro e o filme,mas a realidade é que quase nenhuma altera de forma significativa a história, tornando esta adaptação melhor do que a maioria,apesar de todas as pequenas mudanças e algumas alterações,Peter Jackson adaptou a obra de Tolkien de uma maneira tão especial,que livro e filme se confundem!!!!É uma excelente trilogia.
Final épico msm. Do início ao fim, batalhas gigantescas e muito bem feitas. Os efeitos especiais são dignos de Oscar, tão como a direção do Peter Jackson. O filme é excelente em tudo. Só achei q o desfecho do anel poderia ser mais memorável e mais emocionante.
Existem filmes para rir; filmes para chorar; filmes para surpreender e filmes para se aventurar. A trilogia de 'O Senhor dos Anéis' sem dúvida se enquadra na aventura, só que, diferente do que muitos críticos esperam de tais filmes, seus filmes também podem fazer rir, chorar e surpreender, tudo ao mesmo tempo. Assim como os dois anteriores, 'O Retorno do Rei' é dotado de uma computação gráfica jamais vista em qualquer filme de fantasia, e as 4 horas de duração (na versão estendida) tornam-se por demais realísticas sobre todo um universo de fantasia que o espectador assiste, e passa a viver todo o longa como quem descobre uma história incrível. E por que não ser considerado épico? A trama, como um todo, vive a guerra do retorno dos seguidores de Sauron graças à permanência de seu anel, e a única forma de pôr um fim nisso é destruindo tal anel, tarefa que é incumbida ao pequeno Frodo, um hobbit. E, durante seus três longos filmes (acho que em média 12h se juntar os três) a missão de Frodo é estendida devido ao seu longo caminho e as dificuldades que encontra, as quais não enfrenta sozinho, pois seus amigos, em especial Sam, ajudam-no a carregar esse grande fardo e responsabilidade. Enquanto isso, a guerra contra os seguidores de Sauron começa, e a única solução de sobrevivência é a união dos reinos dos homens graças ao retorno do tão nobre rei que sucede a linhagem que derrotou Sauron nos tempos antigos. Uma história e tanto com um desenvolvimento de personagens e cenários de cair o queixo, porém, em 'O Retorno do Rei', observa-se um mesmo deslize do 2º filme, que é a prolongação exagerada de toda a história. Assim como em 'As Duas Torres', vemos uma exploração muito bem feita, no entanto demasiada. O filme força um pouco em ser marcante e toda a história mais parece um seriado, enquanto se aguarda um tarefa simples e deixada um pouco de lado nos dois últimos filmes, que é a missão de Frodo. 'O Retorno do Rei' prolonga os dias para dar mais espaço ao universo da Terra Média, e sua trama principal fica em segundo plano, o que prejudica e muito o que se diria por "paixão" pela história. Todavia, uma obra marcante e, sem dúvida, a trilogia merece ser conhecida como a melhor do gênero, fazendo com que mesmo após 10 anos de exibição, ainda seja relembrada e duradoura que merece mesmo ficar na história, e nunca esquecida.
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