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Yuri
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530 críticas
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5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2024
Assim como o primeiro filme, o segundo filme do senhor dos anéis também é uma obra-prima. Perfeito. História excelente e muito bem feita, elenco muito bom e não acho nem um pouco cansativo mesmo tendo muito tempo de filme. Filme adorável. Vale muito a pena assistir a todos os 3 filmes do senhor dos anéis. Filme épico e um dos melhores de todos os tempos.
Demorei para assistir esse filme (2014), mas foi o melhor que já vi, ele é simplesmente fantástico, dispensa elogios, ouso-me a dizer que a trilogia O Senhor dos Anéis é a melhor obra cinematográfica já produzida pela humanidade. Perfeita.
O segundo filme da saga O senhor dos anéis: as duas torres continuou com a direção de Peter Jackson que também se manteve no roteiro ao lado de Fran Walsh, Philippa Boyens e Stephen Sinclair. O filme também recebeu diversas indicações ao oscar de 2003: melhor filme, melhor montagem, melhor direção de arte, melhor mixagem de som, melhor edição de som e melhor efeitos visuais (vencendo apenas dos 2 últimos).O filme segue exatamente aonde o primeiro filme parou com a sociedade do anel dissolvida e Frodo ( Elijah Wood) e Sam tendo que seguir a jornada rumo à montanha da Perdição com intenção de destruir o anel. Logo, descobrem que estão sendo perseguidos pelo misterioso Gollum ( Andy Serkis). Enquanto Aragom ( Viggo Mortensen), o elfo e Gimli ( John Rhys-Davies) buscam resgatar os dois hobbits sequestrados. O segundo filme da trilogia estreou um ano após o primeiro e a direção pode continuar exatamente aonde parou no primeiro filme, sem prejudicar assim a trama como um todo. Podemos dizer que as duas torres é a mais difícil das adaptações, pois a obra principal divide o filme todo em 3 grandes núcleos: 1: Frodo e Sam; 2: Aragom e 3: Merry e Peppin. Mas a direção soube realizar as montagens adequadas para não perder a dinâmica do filme como um todo não fazendo narrativas separadas. Mesmo assim sentimos queda de ritmos em alguns momentos e isso não é culpa da direção. Merece exaltar a direção de arte que soube manter a maestria principalmente nas cenas épicas do terceiro ato de guerra, algo de tirar o folego. Brilha também o trabalho de Andy Serkis em sua retratação a Gollum, as expressões faciais foram incríveis. Temos a impressão no final desse filme de um encerramento de um grande arco para o início de outro, uma vez que a ameaça principal pareceu ser neutralizada. Embora essa seja a adaptação mais difícil, toda a equipe soube conduzir com grande maestria.
Senhor dos anéis as Duas Torres continua o incrível trabalho de a sociedade do anel, simplesmente em um nível maior. Chegada do incrível personagem Smeagol em busca do seu precioso, interpretado por Andy Searkis. Nesse filme fica retratado o lado guerreiro dos exércitos medievais ou a resistência contra o domínio do Sauron. As cenas de lutas são espetaculares. Um prato cheio para quem curte o cenário medieval. Retorno do personagem Gandalf em nova forma. Aqui os atores e personagens se envolvem mais, o filme com melhor bom humor dos três.
Ótima essa saga! Vale a pena assistir todos para quem gosta do gênero, é pra realmente viajar e cair na fantasia, com ótimos atores, figurino, roteiro, efeitos especiais, belas paisagens...é de se encantar num mundo de magia. Perfeito!.
Um dos raros casos onde a continuação é melhor que o anterior, se o primeiro já foi uma grande aventura este chega quase a beirar a perfeição. Com efeitos visuais de encher os olhos, figurinos e maquiagem ótimos novamente, um roteiro até mais firme e com uma carga emocional a mais e com atuações muito convincentes. Ótimo filme.
Se olharmos de forma minuciosa,existem algumas diferenças entre o livro e o filme,mas a realidade é que quase nenhuma altera de forma significativa a história, tornando esta adaptação melhor do que a maioria,apesar de todas as pequenas mudanças e algumas alterações,Peter Jackson adaptou a obra de Tolkien de uma maneira tão especial,que livro e filme se confundem!!!!É uma excelente adaptação do livro.
Sinopse: Após a captura de Merry e Pippy pelos orcs, a Sociedade do Anel é dissolvida. Frodo e Sam seguem sua jornada rumo à Montanha da Perdição para destruir o anel e descobrem que estão sendo perseguidos pelo misterioso Gollum. Enquanto isso, Aragorn, o elfo e arqueiro Legolas e o anão Gimli partem para resgatar os hobbits sequestrados e chegam ao reino de Rohan, onde o rei Theoden foi vítima de uma maldição mortal de Saruman.
Crítica: "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres" é uma obra que mantém a grandiosidade da adaptação cinematográfica da trilogia de . Tolkien, mas que, ao mesmo tempo, enfrenta alguns desafios em sua narrativa. Se, por um lado, o filme se destaca por sua imersão no mundo de fantasia, personagens carismáticos e batalhas épicas, por outro, apresenta um ritmo que, em alguns momentos, se torna um tanto arrastado.
A divisão do enredo em múltiplas histórias oferece uma rica tapeçaria de personagens e eventos, mas pode também resultar em uma sensação de fragmentação. A jornada de Frodo e Sam com Gollum é carregada de tensão, embora a profundidade emocional dessa relação, às vezes, fique em segundo plano em meio à ação desenfreada das batalhas em Rohan. Essa alternância entre tramas pode fazer com que alguns espectadores sintam que a dramaticidade, em certos pontos, é diluída.
As batalhas são, sem dúvida, um dos pontos altos do filme. A grandiosidade da direção de arte e a coreografia das lutas capturam a essência da luta pelo bem, mas podem acabar por eclipsar momentos de introspecção e desenvolvimento de personagens. Especialmente na trama de Rohan, a política e as intrigas do reino são apresentadas de maneira envolvente, mas a profundidade desses personagens poderia ter sido explorada de forma mais cuidadosa.
A introdução de novos personagens, como Éomer e os ents, enriquece o universo da Terra-média, mas também traz o desafio de equilibrar suas histórias com as já estabelecidas. O Entebate é um momento que poderia ter sido mais impactante se lhe fosse dada uma maior relevância emocional no contexto geral da trama.
A trilha sonora, como sempre, é um destaque, elevando os momentos de tensão e emoção. No entanto, há instantes em que a música parece se sobressair ao diálogo, quase como uma tentativa de compensar a falta de conexão em algumas cenas.
Em suma, "As Duas Torres" é uma continuação que cativa com sua estética grandiosa e momentos memoráveis, mas também deixa uma impressão de que poderia ter explorado mais profundamente o rico universo de Tolkien em sua totalidade. A busca por equilíbrio entre ação e desenvolvimento narrativo é um desafio que a franquia enfrenta, mas a paixão pela história e pelos personagens ainda brilha forte nas telas.
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