O Senhor dos Anéis - As Duas Torres: Críticas - Página 6
O Senhor dos Anéis - As Duas Torres
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Harisson G.
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5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Demorei para assistir esse filme (2014), mas foi o melhor que já vi, ele é simplesmente fantástico, dispensa elogios, ouso-me a dizer que a trilogia O Senhor dos Anéis é a melhor obra cinematográfica já produzida pela humanidade. Perfeita.
Após a captura de Merry (Dominic Monaghan) e Pippy (Billy Boyd) pelos orcs, a Sociedade do Anel é dissolvida. Enquanto que Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin) seguem sua jornada rumo à Montanha da Perdição para destruir o Um Anel, Aragorn (Viggo Mortensen), Legolas (Orlando Bloom) e Gimli (John Rhys-Davies) partem para resgatar os hobbits sequestrados. Bem O Senhor dos Aneis - As Duas Torres E Um Filme Muito Bom Que Tem Bastante Açao Muito Mais Que O 1 So Que Eu Gostei Mais Da Historia do 1 , O Filme Contem 2:58 Minutos Bem Longo Mais Nao Da Tedio Filme Tem Muita Açao Principalmente o Final Que Foi Incrivel , Efeitos Muito Bons e é Claro Grande Atuaçoes Principalmente do Elijah Wood Nota 9.2
Sem dúvida o melhor filme da trilogia. A Batalha de Gondor é imperdível. A melhor cena de guerra dos cinemas! Os personagens se intensificam bastante e o ressurgimento de Gandalf é emocionante. Um dos filmes medievais mais bem-feitos que já assisti.
Espetáculo cinematográfico! A sequência da 'Sociedade do Anel' permanece épica, com batalhas alucinantes, efeitos especiais de tirar o fôlego dos espectadores e uma carga positiva no universo da Terra Média, onde os personagens mantém-se fiéis ao contexto como um todo e convence de uma realidade mesmo no universo da fantasia. Majestoso, perfeito, brilhante. 'As Duas Torres' nos aprofunda mais no universo e desenvolve bem mais os personagens saindo do foco dos pequenos hobbits. Passamos a compreender e a amar os personagens por suas falhas e qualidades, e o espectador da sala escura, pode ser capaz de sentir-se na guerra e ansiar pela vitória dos protagonistas como se vivesse a história junto deles. Essa, sem dúvidas, é a grande mágica por trás do 'Senhor dos Anéis', afinal, tal trilogia foi tão bem aclamada por conquistar a vivacidade da trama no coração daqueles que ficam por horas em frente à telona. No entanto, este filme em especial apresentou algumas falhas consideráveis em filmes, e tais falhas rodeiam um único propósito: a necessidade de extensão e aprofundamento na história. Não que isso seja muito grave a este filme em especial, mas o espectador comum procura o cinema para divertir-se e mergulhar numa nova realidade durante um período exato de tempo, e notemos que a versão estendida deste filme chegou a quase 4 horas! Claro, a trilogia merece ter seu tempo fiel por conseguir convencer sua realidade ao espectador, e necessita aprofundar-se para encantar ainda mais, só que, é perceptível que neste filme a história segue uma ramificação um pouco diferente da trama (plot), e isto é sim uma falha, e uma falha que pode arruinar muitas histórias feitas para o cinema. Há de convir que muitos concordam que o filme se arrasta, e não é de se admirar, já que uma ideia surgiu no primeiro filme, e neste a ideia é deixada de segunda mão para apresentar uma ideia nova, ainda não vista, que é o caso dos reinos dos humanos na Terra Média. E, com tal encher linguiça, o filme se difere de um filme e passa a ser visto quase como um seriado de tão extenso e desenvolvido que foi para várias ramificações diferentes da trama principal. O tempo no cinema precisa ser ESSENCIAL e sem muita exploração paralela. O filme foi por demais estendido da ideia principal, e caiu muito de qualidade de roteiro por causa disso.
Dos três, esse é o único q me cansou. Os primeiros 90 minutos são mt parados e chatos. Mas depois, disso, o filme se torna muitíssimo interessante. A batalha do final é mt legal e a saga de Frodo, Sam e o Anel prende muito a atenção do espectador.
O tema da trilogia “O senhor dos anéis” não é uma fantasia mítica, mas uma história que valoriza valores humanos pouco-a-pouco revelados a pretexto de uma missão banal: destruir um objeto capaz de controlar o caráter de valorosos seres fantásticos, que se tornam essencialmente enfraquecidos e desimportantes para a história de seus patrícios, diante da sedução pelo poder, prometido pelo precioso anel, uma lição extremamente importantes para políticos sem ideal que pretendem apenas se perpetuar no poder. Quem é seduzido pelo poder, esquecendo-se de suas origens e de seus laços de amizade e lealdade, se coisifica tornando-se um ser abjeto e disforme, como o Golun. O enredo retrata de forma brilhante, na analogia da beligerância e nas lutas, a sublimação do próprio indivíduo pelo grupo e dos propósitos individualistas pelo bem maior. Não por acaso, os homens, seres melhor conhecidos pelos espectadores da filmografia, são os que enfrentam os maiores obstáculos para preservação de seu foco e da sua perseverança, diante da fraqueza e da sedução pelo poder. Os hobbits, na simplicidade de sua vida agrícola, na vida gregária e nas festas, com seu porte infantil guiam os seres humanos e os seres superiores e mágicos: os magos, os elfos e os anões para a sublimação de suas diferenças e para a humildade em nome de um objetivo maior. Imperdível.
A meu ver se trata de um vídeo game filmado. São nove longas horas para destruir um anel através de uma cansativa viagem acompanhada de bichos repugnantes e até uma árvore que anda, corre, fala e discute. É dose para mamute enfurecido. Só para quem gosta e é aficionado por jogos eletrônicos. Falta vida inteligente nesta saga.
O Senhor dos Anéis dispensa qualquer comentário. É um clássico !
Tolkien criou um mundo magnífico, um mundo paralelo, a Terra Média. Um universo paralelo em que só vi ser criado em Harry Potter (guardada as devidas proporções entre as obras).
A nota 5 vem como consequência...
Ficará pra sempre no meu Hall de melhores filmes.
Nem preciso dizer que recomendo assistir toda a trilogia.
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