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Jhonathan C.
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415 críticas
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4,0
Enviada em 8 de dezembro de 2014
De longe foi melhor que o primeiro. Um filme com mais ação e de fato uma história sendo contada. Gostei muito do vilão Khan introduzido, que aliás foi muito bem interpretado por Ricardo Montalban. Dessa vez tivemos melhores efeitos especiais, e com cenas memoráveis, como a morte de Spock e o corpo dele sendo enviado para o novo planeta.
Esse filme é uma continuação do episódio "Space Seed" (1967), da primeira temporada da série original de Star Trek. Um dos melhores vilões de Star Trek reaparece, Khan Noonien Singh, novamente com a ótima atuação de Ricardo Montalbán. Com um ótimo roteiro esse filme é considerado um dos melhores da série!
gostei . estou assistindo tudo de jornada nas estrelas , mes passado assisti a série classica completa ......ontem assisti o primeiro longa metragem JORNADA NAS ESTRELAS O FILME e hoje o A IRA DE KHAN .gostei mais do A IRA DE KHAN por ser uma história bem elaborada e facil de entender principalmente para quem ja assistiu a série classica e sabe muito bem quem é KHAN .
Bom,o que dificulta nesse filme é entender o que está acojtecendo,claro que eu não sou fã,mais o ruim desse filme é o tempo de duração,mesmo assim se salva as batalhas,o vilão,e a história que apesar de longa é interesante.recomendado.
Adorei! Os efeitos podem parecer de terceira mas são ótimos,A morte de Spock foi inesperada e emocionante mais digna para o personagem e era bom de saber que Kirk teve um filho.
Filme muito bom. Enredo eficaz,porém há dois erros fatais. 1º Khan e checov nunca se conheceram no episódio "A semente do espaço" Série classica, quando Khan foi encontrado congelado numa espaçonave terrestre, USS Botany bay. 2º Khan nunca conheceu um Klingon sequer."Quando diz um ditado Klingon" Que a vingança é um prato que se deve comer frio, como o frio do espaço.
**Gênero:** Ficção científica, aventura, ação, drama **Duração:** 1h53min **Direção:** Nicholas Meyer **Principais atores:**
* William Shatner — James T. Kirk * Leonard Nimoy — Spock * Ricardo Montalbán — Khan * DeForest Kelley — Dr. Leonard “Bones” McCoy * George Takei — Sulu * James Doohan — Scotty * Nichelle Nichols — Uhura * Walter Koenig — Chekov
### ⭐ História
Depois de uma primeira aventura cinematográfica que dividiu opiniões, *Star Trek II: A Ira de Khan* encontra aquilo que faltava à franquia: **conflito, emoção e um verdadeiro antagonista**.
Khan é um dos grandes inimigos da história de *Star Trek*. Abandonado em um planeta hostil junto com seu povo, ele sobrevive às condições extremas e transforma sua sobrevivência em ressentimento. Quando surge novamente a oportunidade de encontrar Kirk, aquilo que estava adormecido se transforma em uma busca obsessiva por vingança.
Ao mesmo tempo, a Enterprise se envolve com o **Projeto Gênesis**, uma tecnologia capaz de transformar um planeta devastado em um novo mundo habitável. O encontro entre Kirk e Khan coloca as duas naves em uma disputa que vai muito além de armas e tecnologia: é uma batalha de inteligência, estratégia e, principalmente, de contas do passado.
### Crítica
Aqui está, para mim, o grande ponto de virada cinematográfico de *Star Trek*.
Se o primeiro filme parecia perdido em sua própria grandiosidade, *A Ira de Khan* entende que **uma boa ficção científica não precisa apenas mostrar o espaço; precisa contar uma história que faça o espectador se importar com quem está dentro da nave.**
Ricardo Montalbán transforma Khan em um vilão memorável. Ele não é simplesmente alguém que deseja destruir a Enterprise. Existe uma história anterior, existe ressentimento e existe uma motivação pessoal contra Kirk. Isso dá ao confronto um peso muito maior.
E William Shatner encontra um Kirk diferente. Mais experiente, mais humano e começando a sentir o peso do tempo. O filme trabalha justamente essa passagem: o homem que passou a vida explorando o universo começa a perceber que também precisa enfrentar seus próprios limites.
Mas é Leonard Nimoy quem protagoniza um dos momentos mais marcantes da franquia. **Spock deixa de ser apenas o personagem lógico e racional e demonstra que a lógica também pode conduzir ao sacrifício.** A sequência final transforma a aventura espacial em drama.
E é justamente aí que o filme ganha força.
O confronto entre Kirk e Khan funciona porque não depende apenas de explosões. As batalhas entre as naves possuem estratégia, tensão e inteligência. Para os padrões de 1982, os efeitos visuais também impressionam e ajudam a criar uma escala espacial convincente.
O Projeto Gênesis ainda acrescenta uma camada interessante à história: a capacidade de destruir e reconstruir um mundo. A ficção científica deixa de ser apenas tecnologia e passa a discutir criação, vida, morte e renascimento.
### Produção
O filme possui um ritmo muito mais equilibrado que o anterior. Os diálogos continuam importantes, mas agora eles servem à história. A fotografia, os efeitos especiais e principalmente as batalhas espaciais conseguem transmitir tensão sem depender exclusivamente de espetáculo.
E o mais importante: **a Enterprise finalmente parece estar vivendo uma aventura.**
### O legado
*A Ira de Khan* tornou-se um daqueles filmes que mostram como uma franquia pode se recuperar quando encontra o tom certo.
O primeiro *Star Trek* cinematográfico tentou ser grandioso. Este segundo filme entendeu que precisava ser **humano**.
A vingança de Khan, a maturidade de Kirk, o sacrifício de Spock e a ameaça do Projeto Gênesis fazem desta uma aventura que permanece relevante mesmo décadas depois.
Entre os seis filmes da formação clássica, este é, para mim, o que melhor representa aquilo que *Star Trek* poderia ser no cinema.
**Nota: 8/10 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐**
Um filme que não precisa ser perfeito para se tornar inesquecível. Ele simplesmente encontrou o equilíbrio entre ficção científica, aventura, personagens e emoção — e mostrou que ainda havia uma longa vida para a Enterprise nas telas.
Essa versão mantém sua **nota 8**, mas aprofunda principalmente Khan, Kirk e Spock, que são o coração emocional do filme.
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