2010 - O Ano em Que Faremos Contato
Média
3,3
53 notas

11 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

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2,5
Enviada em 11 de dezembro de 2024
2010 – O Ano Que Faremos Contato (1984) é uma continuação desnecessária e supérflua de 2001: Uma Odisseia no Espaço. A trama segue uma missão conjunta entre americanos e russos rumo a Júpiter, em busca da nave Discovery e respostas sobre o destino da tripulação anterior. Diferente do filme original, que se destacava pela sua ambiguidade e profundidade intelectual, esta sequência deixa tudo claro e explicativo, transformando o que antes era envolvente e misterioso em algo óbvio e sem o mesmo impacto. Vale destacar que Kubrick não teve envolvimento na produção, nem o autor Arthur C. Clarke contribuiu diretamente para o roteiro.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 3 de dezembro de 2013
A continuação de 2001-Uma Odisseia no Espaço,veio apenas para tentar desvendar o que ficou pra trás naquela histó só que não veio,tão intenso igual veio a história prioridade apenas a diálogos e mas diálogos estendidos,que muita das vezes consegue prolongar o filme ao máximo,e não dar nenhum tipo de conteúdo.O filme mantém a fotografia anterior,e traz um elenco composto por bons nomes na intenção de ser semelhante a o filme peca por se desvendar algo interessante apenas em sua reta final,deixando quem assiste na mão em poder ver uma história convincente...
Pedro N.
Pedro N.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de março de 2015
É muito arriscado tentar desenvolver uma continuação de um filme com tamanho prestígio como 2001. Em todo caso, 2010 não é um filme ruim; mas não se pode, em nenhum momento, achar que está vendo uma sequência. É melhor que se interprete como um bônus cinematográfico. Isoladamente, o filme sobrevive. O enredo é interessante, segue o livro em boa fidelidade. A fotografia é bem próxima ao anterior. Toda a arte física do filme foi bem reproduzida - principalmente pelo fato de que tudo fora destruído após o precedente de Kubrick. O que vejo como falhas deste diretor foram as tentativas de implementar as ideias de Stanley em seu prórprio filme, o que gerou créditos iniciais toscos e alterações na idade de Bowman de forma insignificante. Outro problema foi a quantidade de falas que o filme possui, sendo que a primeira ideia do projeto cinematográfico, nas palavras do próprio diretor, "é basicamente uma experiência visual e não verbal". No mais, é um filme gostoso de assistir, os atores são muito bons e a atmosfera remete aos confins do universo.
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