Assassinos por Natureza
Média
3,9
760 notas

21 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de março de 2019
O diretor Oliver Stone sempre foi polêmico e controverso, filmes como Platoon (1990) e JFK (1991) corroboram definitivamente. Em Assassinos por Natureza, de 1994, essa tempestade de violência se intensifica. A história de Mickey (Woody Harrelson) e Mallory (Julietee Lewis) dá início a um surto de assassinatos cada vez mais violentos atravessando o país. Os dois, vítimas de infâncias conturbadas, se identificam, apaixonam-se e tornam-se frios matadores. A sádica aventura logo atrai a atenção da mídia e é relatada ao público pelo apresentador de TV vulgar Wayne Gale (Robert Downey Jr.). Um filme graficamente violento, mas, inteligente, estilizado e marcante. Atores dão o máximo, como Tommy Lee Jones, Tom Sizemore, e os protagonistas já citados têm desempenhos excepcionais, entre os melhores de suas carreiras. Não esquecendo que o roteiro foi baseado em uma história de Quentin Tarantino. Premiações no Festival de Veneza: Oliver Stone (prêmio especial do júri), Juliette Lews (Prêmio Pasinetti) melhor atriz.
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2018
Complexo e contundente road movie sobre um casal de assassinos em série, vividos pelo excelente Woody Harrelson e por Juliette Lewis, ótima no papel. Além deles, Tommy Lee Jones e Robert Downey Jr. também dão um show. O roteiro e o ritmo intenso são sustentados brilhantemente ao longo de 2 horas de projeção. Obra-prima do grande Oliver Stone.
Macaco Louco
Macaco Louco

9 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Um filme para ficar cravado na sua memória. Se fosse lançado atualmente, nenhum estúdio gostaria de divulgá-lo, devido à tudo que foi filmado.

Oliver Stone consagrou-se ao realizar esse calidoscópio de violência extrema e gratuita, cuja história foi escrita pelo mestre Quentin Tarantino. Tem fã que gostaria que o 1º roteiro escrito por ele, que é muito melhor que o do Stone. Sendo assim, foi lançado um livro o com primeiro roteiro, sob a batuta do Mestre Tarantino.

Esqueça os filmes que Stone ficou famoso (mesmo ele ter ganhado três Oscars com Platoon, Expresso para a Meia-noite e Nascido em 4 de Julho), pois ele deve ter ficado chapado de tanta droga ilícita, no melhor estilo Peckinpah, ao filmar Assassinos Por Natureza.

Woody Harrelson e Juliette Lewis estão impecáveis nessa epopéia, ao darem suas vidas amaldiçoadas para interpretarem Mickey e Mallory Knox. Esse casal herdou de Bonnie & Clyde o desejo de fazer justiça (ou injustiça?), ao rodarem os Estados Unidos com um único objetivo: matar, matar e matar tudo e todos.

Vendo esse filme dá para sacar que nada mudou em nossa cultura, em pleno século XXI. Porém, não podemos culpar Stone por sua crítica à banalização da mídia, ao abordar a violência. Dá pra ver a cara de nóia dos americanos, tratando o casal como popstars, chegando na calçada da fama, para uma premiére. Bando de ovelhas cegas! Aqui no Brasil não é diferente, pois vemos isso todos os dias em programas, como o do Datena e do Marcelo Rezende. Sempre glorificando os bandidos e culpando a justiça.

Várias cenas nos faz ficar sentados em suas poltronas e deliciar a história dos dois pombinhos, desde a satírica comédia sobre como se encontraram, até imagens de desenhos animados, em que Mickey corre para salvar a sua amada, até a parte em que eles matam os pais da Mallory. Rodney Dangerfield faz o pai cafajeste dela. Dá vontade de cortar o pau desse velho safado!

Michael Madsen e Brad Pitt recusaram o papel de viver Mickey, que foi muito bem representado por Woody. Ótima atuação, que deixaria Malcolm McDowell e Jack Nicholson orgulhosos. Já Juliette enterrou aquela menina assustada em Cabo do Medo, para se firmar na sétima arte, como a boca suja e xiliquenta Mallory. Parece a Tetê Espíndola!

Tom Sizemore é o tira Jack Scargnetti, especialista em psicóticos. Desprezível, sarcástico e nojento. sua maior ambição é trepar a Mallory. Juliette quebrou o nariz de Tom na cena da cela. Tommy Lee Jones mantém seu jeito durão como o tira implacável de O Fugitivo, para dar corpo como o diretor Dwight McClusky, com aquele bigodinho fino, cabelo feito com gel e terninho. Simplesmente insuportável e sem senso de justiça.

MAS... quem rouba a cena mesmo é Wayne Gale, um repórter de TV que aproveita da sede de sangue do casal para conquistar a audiência americana. Ao realizar a entrevista de Mickey na prisão, teve que interromper o Super Bowl! Fala sério, belíssima interpretação de Robert Downey Jr. Com certeza, o melhor papel de sua carreira, antes de se tornar o Homem de Ferro e Sherlock Holmes, anos depois.

São duas de horas de podridão, mais de 50 mortes, 56 dias de filmagens, 150 cenas cortadas ou refeitas, onze meses de edição, orçado em US$ 50 milhões.

Várias imagens fazem menções ao clássico Laranja Mecânica, como a mãe de Mallory, que possui o cabelo azul. O irmãozinho dela (que é filho do diretor) sai do quarto após o massacre, com o olho esquerdo tatuado, em homenagem ao Alex DeLarge. Já a entrevista de Mickey na prisão foi inspirada na famosa e verídica conversa de Charles Manson à uma TV norte-americana.

Teve parlamentar que proibiu a exibição do filme, pela violência explícita, mesmo sem ter visto o filme. Na Irlanda, foi exibido sem divulgação prévia.

Realmente, o épico coberto de sangue, um dos melhores filmes dos anos 90. Juntamente com o magnus opus Pulp Fiction, Assassinos Por Natureza deveria esta na prateleira da seção de comédia. Mesmo que a crítica não dê atenção.
vanda
vanda

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de março de 2018
Eletrizante, hipnotizante, um filme louco sobre loucura! Mostra bem o desequilíbrio dos personagens principais, num delírio frenético e descontrolado. Os psicopatas se reconhecem: a mesma compulsão, a mesma falta de empatia pelas pessoas. Grandes atuações, principalmente de Tommy Lee Jones e Robert Downey Jr.. Retrata o fanatismo em torno de assassinos em série e a mídia sensacionalista que, em nome da audiência, beira a loucura.
Fernando F.
Fernando F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de abril de 2015
É dos melhores filmes da decada de 90. O filme é uma crítica muito bem feita à imprensa sensacionalista e às consequências da publicidade em torno da violência.

Precisamos ver mais vezes para entender seu significado
Silas A.
Silas A.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2016
excelente filme, com certeza um dos melhores que já assisti na vida, Juliette Lewis está maravilhosa!
Gary H.
Gary H.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de maio de 2013
Esse filme é um dos melhores que eu jávi. Vejo a crítica de alguns falando que a estória é fraca, parado e até mesmo dizendo que é uma barbaridade. Acho que essas pessoas não entenderam o filme. O filme trata da mídia e alguns acham que o filme é sobre seral killer.
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