O maestro rege uma orquestra invisível, enquanto Manoel de Oliveira narra outros tempos, as reminiscências da cidade onde nasceu, mesclada com uma canção cantada pela sua esposa, Maria Isabel. As ruínas, os cafés, as ruas e os lugares que não existem mais mas, deixam a memória afetiva naqueles que ali passaram.
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Nacionalidade
Portugal
Distribuidor
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Ano de produção
2001
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Português
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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