Cold Mountain
Média
4,1
421 notas

22 Críticas do usuário

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Raildon L.
Raildon L.

29 seguidores 22 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2014
É inquestionável a beleza plástica de Cold Mountain (2003). Cada fotograma desse filme de Anthony Minghela parece uma pintura, um quadro vivo. Os grandes planos mostram paisagens exuberantes e até a cena de batalha tem o seu quê artístico.

Baseado no romance homônimo de Charles Frazier, o filme é um épico romântico ensaiado em plena Guerra Civil Americana. Ou seja, tudo aqui parece grandioso demais. E é justamente essa grandiloquência que prejudica uma trama que deixa a desejar no que deveria ser o seu principal ponto de ebulição: a emoção.

Cold Mountain é frio, calculado, como um produto empacotado e feito para agradar a Academia de Hollywood. O filme obteve sete indicações ao Oscar, entre os quais Ator (Jude Law) e Atriz Coadjuvante (Renée Zellweguer, que venceu a disputa) e outros de ordem técnica. Mas, foi ignorado nas categorias de Melhor Filme e de Diretor.

O filme acompanha o romance entre a dondoca Ada Monroe (Nicole Kidman) e Inman Balis (Law). Ela se mudou com o pai (Donald Sutherland) para Cold Mountain, que buscava novos ares para melhorar a saúde. Quando surge um interesse mútuo entre Ada e Inman, a Guerra Civil explode e eles se separam, com o desejo de voltarem a se encontrar.

Quando o filme inicia, vemos o presente e o passado dessa história. Enquanto Inman sofre na guerra, a trajetória de Ada é apresentada, desde sua chegada e, posteriormente, a repentina morte do pai, as dificuldades financeiras e o assédio de pretendentes, a chegada de Ruby Thewes (Zellweguer) que dá novo ânimo à propriedade, além da monótona espera de Ada pelo amado.

O gelo da narrativa só é quebrado em poucos momentos: quando Inman se torna desertor e, em sua jornada, enfrenta as dificuldades impostas pelo conflito; na espirituosa aparição de Ruby (que faz bem a típica personagem dos filmes clássicos); e no massacre de uma família que acoberta o retorno dos filhos, também desertores. O romance, enfim, nunca empolga. O reencontro de Ada e Inman deveria ser o ápice do filme quando na realidade se torna uma trama secundária.

Além do mais, Kidman não consegue encarnar a heroína sofrida que precisa superar as adversidades e dar a volta por cima, sendo esse apenas um dos pecados de um filme que pensou grande demais e esqueceu que doses de espontaneidade poderiam valer bem mais do que uma embalagem linda com conteúdo vazio.
Cilania
Cilania

326 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito lindo o filme.
LorenaPontes
LorenaPontes

3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Emocionante ! mto mto boom ! acho q é um dos melhores filmes q assisti ! a única falha foi a dublagem pra  Portugues q é pessima !
edilson
edilson

4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Aqui na inglaterra o filme teve repercucao forte e positiva,eu em particular chorei em algumas parte do filme que mexeu com minha semsibilidade,o filme merece credito pela istoria e exelentes elenco.
Gustavo
Gustavo

11 seguidores 65 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Concordo com o Clenio Rodrigues. Nicole Kidman teve uma atuação simples e fraca, Jude Law estava medíocre (tanto que era o azarão na disputa do Oscar), e a única coisa que salva esse filme é a atuação de Renée Zellweger, que finalmente deixou de lado o seu eterno papel de mocinha engraçadinha.
Wilson
Wilson

3 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Na minha humilde opinião, qualquer filme que seja estrelado pela Nicole Kidman vale a pena assistir. A atriz está mandando ver em todo trabalho que está fazendo atualmente. O ator Jude Law mostra todo seu talento nesse filme. Só achei meio fraquinha a Renee Zeweger, mas para o papel até que ela estava bem caracterizada. Outro destaque do filme foram as participações especiais de famosos de Hollywood como Philip Seymour Hoffman, Giovani Ribisi, Natalie Portman, entre outros.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A guerra civil americana serve como pano de fundo para toda a trama amorosa que é o eixo principal do filme. E não é a primeira vez que o diretor Anthony Minghella age dessa forma. Em "O paciente inglês", que arrebatou uma série de Oscars, a crueza da guerra, leia-se, do mundo masculino, é evidenciado em cada fotograma. Inman (Jude Law) conhece Ada (Nicole Kidman) às vésperas de ir para o fronte da guerra combater os seus inimigos do norte. Ada ficará aguardando o retorno de Inman. As batalhas se sucedem, a derrota dos sulistas é iminente e Inman consegue escapar com alguns ferimentos, mas com vida. Por sinal, as cenas da guerra civil são dignas de serem comparadas a "O soldado Ryan", de Steven Spielberg. Inman como os seus colegas de ofício sulistas são incitados a continuar lutando contra o norte abolicionista. Os desertores pagarão com a sua vida. Mesmo assim, Inman opta por retornar para a sua cidade de origem em função de ter se certificado da insanidade da guerra e, acima de tudo, para voltar para os braços de Ada. Esta, por sua vez, filha de um pastor protestante, tinha uma vida centrada nas letras e não nos afazeres práticos que a vida cotidiana exige. A jornada de Ada, que é auxiliada por Ruby (Renée Zellweger) é sobreviver sem poder contar com mais ninguém, exceto pela doce memória do seu amado. No seu retorno para casa, Inman se depara com uma série de situações incomuns. Uma delas foi o encontro com o pastor picareta interpretado brilhantemente por Philip Seymour Hoffman. Excelente filme que encantará em especial o público feminino.
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