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Diogo Codiceira
26 seguidores
926 críticas
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3,0
Enviada em 23 de março de 2026
O replicante é um filme de ação que contou com a direção de Ringo Lam e roteiro de Lawrence Riggins e Les Weldon. Na trama, acompanhamos o detetive Jake (Michael Rooker), que vem se empenhando para prender um assassino cruel chamado Garrote (Jean-Claude Van Damme) que mata mães solteiras. Após se aposentar e fracassar na captura, Jake é chamado por uma organização secreta do governo que clonou esse assassino com a intenção de saber seus próximos passos. Agora Jake deve cuidar desse clone e capturar o assassino. Sendo bastante utilizado nas dramaturgias da época, a ideia do clone/duplicar fez muito sucesso. Apesar que por uma coincidência, Van Damme estaria fazendo o papel duplo pela 4x ( essa foi a última). O roteiro busca desenvolver a ideia sobre a natureza da criação; na qual o assassino era dessa forma por traumas na infância, enquanto o clone, ainda sem vivências era completamente inocente. Então, o filme joga essa ideia de que a família e até mesmo a sociedade é responsável pela educação e cuidado, pois isso trará consequências lá na frente ( embora que nao foque nisso no filme). A direção tbm soube incorporar bem a diferença entre os duplos: o assassino bem clichê, mas característico: cabelos longos e jaqueta preta; enquanto a sua cópia boazinha, usada jaqueta azul e cabelos curtos. Aqui o Van Damme soube interpretar bem essa diferença (apesar de nao ser algo difícil, pois se exigiu poucos diálogos de ambos os personagens). O grande problema do filme está em seu roteiro maluco, que cria uma situação hipotética, que funciona, mas nao explica e apenas faz com que o público engula. Logicamente estou falando da ideia do clone ter poderes psíquicos para saber aos poucos o passado do assassino e saber seus próximos passos. Além de saber que o filme todo funciona a base disso. Ao menos temos boas cenas de ação e de pancadarias. Mesmo estando na memória afetiva dos amantes de filmes de ação, precisamos reconhecer que esse trama marca o início de período fraco na carreira do Van Damme. No mais, é uma filme clássico que passava bastante no domingo maior.
Jean-Claude Van Damme sempre teve uma relação curiosa com o “duplo” em sua filmografia. Depois do jogo de espelhos em *Duplo Impacto* e da identidade fragmentada em *Risco Máximo*, ele retorna aqui interpretando dois lados de uma mesma existência: o assassino Garrott e o seu clone – o Replicante. A proposta é, ao mesmo tempo, instigante e estranha: usar uma cópia genética para caçar o original, como se a maldade pudesse ser rastreada pelo DNA. Essa premissa quase filosófica abre espaço para um thriller de **ação e ficção científica**, mas o filme oscila entre boas ideias e uma execução irregular.
** Elenco principal** Jean-Claude Van Damme – Garrott / Replicante Michael Rooker – Jake Riley Catherine Dent – Angie
**️ Enredo & Estória** A narrativa parte de um conceito ousado: Jake, um policial consumido pelo ódio ao serial killer Garrott, passa a conduzir o Replicante como um “cão farejador humano”. O que poderia ser apenas uma caçada se transforma em algo mais íntimo quando a criatura começa a demonstrar emoções, empatia e uma inocência que contrasta brutalmente com seu original. Existe aqui um debate silencioso sobre natureza versus criação, identidade e humanidade – o monstro nasce ou é moldado? O problema é que o roteiro não aprofunda essas questões com a força que promete, preferindo seguir caminhos previsíveis e, por vezes, sombrios sem propósito dramático claro.
** Produção & Direção** A direção de Ringo Lam traz um tom mais cru e melancólico do que o habitual nos filmes de Van Damme. A atmosfera é pesada, quase claustrofóbica, refletindo a mente perturbada do assassino e a confusão existencial do clone. Porém, essa escolha estética acaba afastando o dinamismo que marcou os grandes sucessos do ator. A produção parece menor do que a ambição da ideia, o que impacta diretamente no ritmo e na energia do filme.
**️ Fotografia & Efeitos Especiais** A fotografia aposta em tons frios e urbanos, criando um ambiente opressivo que combina com o tema da duplicidade e da desumanização. Os efeitos ligados à clonagem são discretos e funcionais para a época, mas sem grande impacto visual. Nada aqui é memorável – serve à história, mas não a eleva.
**屢 Ação & Coreografias** Talvez o ponto mais decepcionante para os fãs: as cenas de luta, marca registrada de Van Damme, não têm a mesma intensidade ou criatividade de seus trabalhos anteriores. A fisicalidade ainda está lá, mas falta inspiração. É um filme em que vemos mais o ator explorando o lado dramático do que o atleta em plena forma – o que é interessante em termos de atuação, mas enfraquece o espetáculo.
** Atuações** Van Damme entrega algo raro em sua carreira: um vilão frio, cruel e quase silencioso, enquanto o Replicante é puro olhar e linguagem corporal. É possivelmente um de seus trabalhos mais ousados como intérprete, justamente por falar menos e sentir mais. Michael Rooker funciona bem como o policial quebrado emocionalmente, criando uma relação inesperadamente humana com o clone.
** Sequências & Filmes Semelhantes** O filme não possui continuação direta, mas dialoga com obras que exploram identidade e clonagem, como *O Sexto Dia*, *Blade Runner* e *Soldado Universal* (do próprio Van Damme), além de manter o tema do “duplo” já visto em *Duplo Impacto* e *Risco Máximo*.
** Vale a pena assistir?** *Replicante* é um experimento interessante dentro da filmografia de Jean-Claude Van Damme: mais sombrio, mais introspectivo e menos explosivo. Tem boas atuações e uma ideia central provocadora, mas falha em transformar sua premissa em algo realmente impactante. Para fãs do ator, vale pela ousadia e pela interpretação dupla; para quem busca ação no nível clássico de seus filmes, pode soar apenas mediano.
Esse filme trás uma ação regular um roteiro simples mas que funciona do começo ao fim não chega ser van Damme da década de 90 mais agradável os fans da época
Posso nesse momento enlouquecendo os críticos com essa nota, 4? isso mesmo ? sim sim.... Filme que marcou minha adolescência, pois tem muita ação e entretimento, fora a lenda das artes marciais Jean Claude Van Damme no auge, claro que ele não é um grande ator, mas longe de ser ruim, em Replicante temos um roteiro repetitivo, mas bom de se ver.
assisti no cine espetacular na tv sbt, muito bom mesmo, história bem produzida e dirigida, atuações convincentes, cenas de ação bem legais, dublagem nota dez.
Bom filme.Uma boa história,com muita ação,e o interessante neste filme é ver Van Damme interpretando 2 papéis totalmente diferentes,mostrando que ele não era somente musculos.(Obs:Falei era pq atualmente Van Damme está um pouco sumido,infelizmente.)Vale a pena ver.
QUANTO MAIS VAN DAMME MELHOR!!!e nessa versão temos 2, Van Damme mostrou que sabe enterpretar, cada um deles tem uma personalidade diferente e ele fez bem as 2. se bem que ele parece um cachorrinho, mas o filme é muito bom!
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