Por 27 anos, o Coronel (Fernando Luján) espera ansiosamente por sua aposentadoria. Toda sexta tarde, ele se prepara e aguarda a chegada de uma carta, mas todos da localidade sabem que a espera será em vão. O próprio Coronel também sabe, mas se recusa a desistir. Em sua casa, ele e sua esposa Lola (Marisa Paredes) passam fome e só tem uma única esperança de sobrevivência: um galo de briga, que será usado quando as brigas de galo voltarem a acontecer no povoado.
Ninguém Escreve ao Coronel (1998), adaptação do romance homônimo de Gabriel García Márquez, é uma obra que captura com maestria o tom melancólico e poético característico do autor. Situado em uma cidadezinha isolada no interior do México, o filme narra a dura rotina de um casal que luta para sobreviver, enquanto o Coronel espera, com resignação e dignidade, a chegada de uma carta que promete sua pensão, mas nunca chega.
Concorrente ...
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Filme com boas interpretações, mas extremamente arrastado. Marisa Paredes está ótima como a esposa do coronel, mas o grande problema é que a trama se estende por demais da conta, cansando o espectador justamente pela repetição dos mesmos temas: a espera da aposentadoria do coronel, o mistério em torno da morte do filho e a situação de miséria em que o casal se encontra. Razoável apenas.
Vários
- Fez parte da Mostra Panorama Mundial, no Festival do Rio de 1999.
Nacionalidades
Espanha,
México,
França
Distribuidor
-
Ano de produção
1999
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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