Wild Bill - Uma Lenda no Oeste
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3,0
15 notas

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Breno A.
Breno A.

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0,5
Enviada em 30 de novembro de 2015
Péssimo! Não percam seu tempo, roteiro muito fraco, chega a ser Hilário, como pode na década de 90 depois de conseguir reunir atores renomados alguém ter a capacidade de escrever uma história dessas.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 954 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de setembro de 2026
Wild Bill: uma lenda no Oeste é um filme de faroeste/ação que contou com a direção e roteiro de Walter Hill. Na trama, acompanhamos a lenda do Velho Oeste Wild Bill (Jeff Bridges), em seus últimos dias. Com alguns problemas de saúde, Bill procura se estabelecer em um vilarejo mineiro, porém deve acertar contas com seu antigo passado. A história de vida de Wild Bill já é por si, um verdadeiro grande filme de Faroeste, o difícil mesmo é escolher o recorte adequado para tal. Falo isso, pq parece que esse foi o principal problema da trama. De início, somos apresentados a personalidade de Bill: um beberão, bom de tiro e que não é de levar desaforo para casa ( e nao mexa en seu chapéu). O filme faz rápidos e curtos recortes dos principais feitos em uma orden cronológica da vida do protagonista. Isso serviu para mostrar logo quem ele é (para os que nao conhecem), mas essa pressa coloca um didatismo até desnecessário, pois poderiam apostar num desenvolvimento do próprio personagens ao longo filme. Quando a trama resolve se decidir e parar de pular o tempo, conta a história em si, acaba se passando uns 25 minutos. A narrativa decide se cituar no final da vida de Bill, o que não era nenhuma novidade, pois a primeira cena do filme já mostra o seu velório. Mostra um Bill já famoso, com problemas de saúde ( glaucoma), mas ainda bom de briga e de tiro. A problemática da trama vem se mostrar já aos 40 minutos, quando aparece o jovem Jack McCall (David Arquette), alegando querer matar Bill, pelo fato de ter abandonado a sua mãe há anos atrás e a mesma se encontra morta naquele momento. Devo admitir que as razões sao inusitadas e até se cria uma boa atmosfera para o endereçamento entre o jovem, que logo pede ajuda a pistoleiros, e Bill. Mas o clímax é cortado com flashbacks, servindo para mostrar o envolvimento de Bill com a mãe de McCall. Além de ser desnecessário, essas cenas sao chatas e sem sentido, pois não existe se quer química para isso. Bill nao chegou a mencionar nenhum envolvimento ou lembrança da tal mulher no filme. Por falar nisso, o único envolvimento dele é com outra estrela do Vekho Oeste: Jane Calamidade (Ellen Barkin), mas que nao serve para nada. Embora seja um filme sobre Bill, reduzir Calamidade a apenas uma mulher que nao tem o seu amor correspondido é o cúmulo do absurdo. Por fim, temos o desfecho já esperando, mas vemos um filme que sofre com o desenvolvimento de sua narrativa e na dificuldade de colocar em pauta o que realmente quer mostrar da vida de Wild Bill
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