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Vito Andolini
27 críticas
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3,5
Enviada em 12 de agosto de 2026
Assistido em 2026. Adorei essas pequenas histórias. Cada uma delas poderia render um filme. São bem interresantes sob todos os aspectos: as falas, as coreografias, a música, o figurino... Senti que quase todas historietas eram de certa forma uma crítica à sociedade, ao ser humano, especialmente em relação à natureza. No entanto faltou um elo entre essas fábulas. Sei que eram sonhos, mas parece que pegaram vários curta-metragem, colaram e fizeram um longa. Por tudo isso 3,5spoiler:
Sonhos é um filme que diz tudo! É mais atual hoje do que era em 1990. Da última assistida que dei, há uns três meses, se tornou o meu favorito de todos os tempos. Não é o melhor filme de todos, mas é o que hoje, mais me toma. Maravilhoso. Perfeito!
Um dos mais belos filmes que assisti...Daqueles que nunca mais esqueceremos!Ao longo dos seus oito episódios, são retratados, com muita sensibilidade e majestosa fotografia, temas bastante atuais.O sexto episódio,"Fuji in Red", é apocalíptico:Acontece um incêndio em uma usina nuclear espalhando radiação no ar...O mestre Akira Kurosawa, já há 20 anos atrás, alertava para o perigo de uma catástrofe nuclear. Força Japão!
Contemplação, essa é a palavra que melhor define e é o que devemos fazer em relação ao filme "Sonhos", do mestre máximo do Japão, Akira Kurosawa. Os oito sonhos apresentados no filme são formas extravagantes de ver o mundo, por isso mesmo são sonhos, mas ao mesmo tempo são reais, pois falam de problemas do mundo contemporâneo, como a poluição e a ameaça nuclear, mas o filme deixa ao final dele uma mensagem de otimismo para enfrentar esses problemas. Uma belíssima obra cinematográfica. Fotografia esplêndida! Dez!
Filme poesia, um mergulho profundo no inconsciente humano. É a prova que sem grande recursos e sem pirotecnia tecnológica é possível fazer um filme perfeito. Porém, não é para qualquer um. É necessário ter a mente e coração livre.
A fotografia contida neste filme de Akira Kurosawa, realizada pelos mestres Hara, Saitô e Ueda, é algo pouco visto em cinema. Todos episódios apresentam uma plasticidade eloquente, mesmo com poucos textos é de fácil assimilação a mensagem que Akira quiz trazer. O filme todo é uma grande obra de arte. Korosawa nos brinda com uma verdadeira viagem de imagens, e uma das cenas mais inusitadas que já vi, trata-se do funeral de uma vila Japonesa, com um festival de cores, coreografia e música.
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