Donnie Darko
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4,3
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Neurocorpus
Neurocorpus

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5,0
Enviada em 2 de julho de 2014
O filme pode ser interpretado sob a ótica do “livro” de sete tópicos criado por Richard Kelly durante as filmagens (A Filosofia da Viagem no Tempo) que foi baseado no livro do físico Stephen Hawking, Uma Breve História do Tempo ou sob o contexto da física em geral. O livro de Hawking foi lançado em 1988, mesmo ano que se passa o filme e mesmo livro que aparece na mesa do professor Kenneth Monnitoff quando conversa com Donnie sobre a aceleração do DeLorean, meio de transporte para viajar no tempo usado em De Volta Pro Futuro. Roberta Sparrow e Justin Sparrow são personagens fictícios, a primeira é a Vovó Morte e o segundo é Iraq Jack, neto da mesma no filme Samantha Darko. Usando os conceitos de Kelly, por exemplo, há dois Franks no filme, um que aparece só para Donnie como Manipulado Morto ou entidade espiritual vinda do futuro e que se desloca no universo paralelo ou tangente livremente com a roupa de coelho e o Frank namorado de Elisabeth Darko que dirige o Pontiac vermelho no início do filme e cujo ronco do motor se houve quando a deixa em casa e a queda da turbina faz com que o lustre da sala se solte. Esse existe no universo paralelo e primário. A questão da Vovó Morte estar sempre indo a caixa de correio para receber a carta de Donnie informando que ele leu seu livro e sabe como enfrentar aquele período no universo tangente, pois provavelmente Roberta Sparrow vivenciou experiências em universos paralelos que motivou a teorização e o lançamento do livro fictício de sua autoria. A questão de “Os Destruidores”, ensaio do escritor inglês Grahan Greene lido em sala de aula e os atos cometidos por Donnie semelhantes aos dos personagens do mesmo (queimar a casa do Cunningham e alagar a escola). A questão da famosa frase do filme sob porque um veste a fantasia estúpida de coelho e o outro de ser humano, surgindo posteriormente Donnie com uma fantasia de esqueleto humano para ir numa festa. A curiosidade ao se aumentar o volume da televisão pode-se ouvir o ruído da turbina do avião chegando no início do filme quando Donnie se levanta e volta de bicicleta para casa ainda no universo primário. A turbina racha, cria o universo tangente e cai no quarto de Donnie. Sob a ótica da teoria criada pelo diretor, ao final do filme quando o vórtice destruidor do universo instável (tangente ou paralelo) aparece sob a casa de Donnie, ele vai até a região montanhosa do início do filme e com os poderes de Receptor Vivo contidos no “livro” de Kelly, racha a turbina do avião e cria um outro vórtice ou wormhole onde a turbina viaja e adentra o universo primário em que vivemos, selando o tangente e matando o protagonista em seu quarto. Há um contra-senso aqui, pois a turbina é retirada do avião em que a mãe e a irmã de Donnie viajam no universo tangente, vindo Kelly a teorizar que objetos podem ser duplicados nos dois universos. A cópia da turbina original causa a instabilidade do universo tangente (o fim deste mundo em 28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos que somados resultam 88 e 1988 é o ano em que se passa o filme), porém a duplicidade no universo primário não o torna instável e passível de destruição. Creio que o governo americano deve estar se perguntando até hoje de onde veio a turbina ou a mesma adentrou outro universo tangente gerando um ciclo de eventos não mostrado no filme para finalmente adentrar o universo primário e dizimar Donnie. São atribuídas á inteligências superiores do futuro a manipulação do Receptor Vivo e do Manipulado Morto, respectivamente, Donnie e Frank, sendo manifestações das mesmas aqueles tubos aquáticos que se formam no torso dos personagens. Somente o Receptor Vivo enxerga tais tubulações que manipulam e comandam os demais personagens, mostrando-se no filme como um meio de contato entre o Frank - espírito e Donnie, bem como, quais as tarefas que o protagonista deve cumprir. Assim como Donnie, Roberta Sparrow sabe que se encontra em um universo tangente e da existência das entidades superiores, tendo inclusive colocado gravuras destas em "seu livro", A Filosofia da Viagem no Tempo. Tais inteligências são percebidas em sua totalidade pelo protagonista quando Frank avança com seu Pontiac vermelho sobre Gretchen em frente ao "Cellar Door" de Roberta Sparrow. Donnie exclama "Deus Ex Machina - Our Savior", ou seja, Deus vindo da máquina - Nosso salvador. Nesse momento percebe lucidamente que entidades superiores estão "dando as cartas do jogo" e que precisará escolher entre sacrificar a si mesmo ou não para selar o universo tangente. Deus Ex Machina é a morte de Gretchen arquitetada por inteligências superiores para que Donnie coloque ordem no caos. Os Manipulados Mortos possuem lapsos de memória do que se passou no universo tangente, sendo mostrado isso ao final do filme, no universo primário e quando Frank toca seu olho, Jim Cunningham chora ou Gretchen cumprimenta a mãe de Donnie (ela só conhece e se envolve com Donnie no universo tangente). A existência e funcionamento de um universo tangente dentro de um universo primário é mostrado no filme Samantha Darko durante a chuva de Tesseracts ou hipercubos. Interessante que o termo Tesseract foi utilizado pela primeira vez em 1888 e o filme se passa em 1988. Daniel Brasil
Eder Brito
Eder Brito

48 seguidores 119 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2018
%Sensacional%

Um filme que realmente parece bem confuso e louco que parece que brisa em muitas partes e que muitos ao final não vão entender absolutamente nada!!! Com certeza requer um pouco de conhecimento sobre física quântica etc. Porem é uma ideia muito bem amarrada e ao assistir pela segunda vez já sabendo do que se trata você enxerga a ideia brilhante por trás. Foi um dos melhores filmes que já assisti, não é um filme para todo tipo de pessoa. Muito vão odiar o filme e não entender absolutamente nada, requer um pouco de raciocínio e conhecimento. Eu aprendi muitas coisas pesquisando impulsionado por esse filme.
Daniella L.
Daniella L.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2016
No limítrofe entre a realidade e o sonho, Donnie Darko (2001), de Richard Kelly, rememora as experiências surrealistas de David Lynch atreladas às inconstâncias pós-modernas de David Fisher. Mas, entre o surrealismo do automatismo e a esquizofrenia narrativa, opta-se por seus limiares, circunscritos na utopia da filosofia da viagem no tempo, no inconsciente da psicanálise, na multiplicidade do imaginário evasivo pós-moderno.
O enredo escreve a vida de Donnie Darko (Jake Gyllenhaal), um adolescente americano que, com traços diagnosticados de esquizofrenia, escapa da morte, quando a turbina de um avião cai em seu quarto. Salvo em virtude de um coelho gigante-mensageiro, que comunica-o sobre o fim do mundo em especificados poucos dias, Donnie, nesse meio tempo, é induzido pela visão a cometer pequenos delitos contra alvos bem específicos e simbólicos de sua sociedade.
A proposta conduz o espectador a uma realidade distópica em que o espaço e o tempo foram suprimidos e seus sujeitos submersos em um ambiente deslocado, incerto, duvidoso. Condições incentivadoras à racionalização incompleta do espectador, tentado em dar forma a um cenário despedaçado, frustado na ilusão do entendimento fechado, completo. Insistência amparada na filosofia da viagem no tempo, preservadora de certo conforto ao olhar calejado, ao significar o sem significado. Para isso, tomando essa metodologia como indutiva, a narração acrônica é nomeada e dividida em o universo primário e o outro tangente. Espaços cujas delimitações, no filme, estão na realidade atual (primária), representada pela experiência discursiva anterior ao ocorrido com a turbina do avião, e na realidade deslocada (tangente), originária da ruptura temporal daquela, definida sobre a experiência de Donnie após salvo do acidente, e condicionada a auto eclosão, a partir das previsões apocalípticas do coelho. A previsão teórica se ampara na determinação dos cenários e de seus componentes, sob a promessa de uma certeza, quando a narração é explicada por indução, descrevendo o fim do espaço tangente e o reestabelecimento do primário alterado pelas intervenções de sua ruptura.
Entretanto, a inquietação é a única certeza que permanece, insistente, sobre o estado dos vivenciados na experiência fílmica. Uma sensação de incompletude inaplacável distrai os mais conservadores. Mas, aos mais atentos, os discursos entre-cortantes na obra se mostram concordantes ao imaginário pós-moderno. Presunção apresentada no transpor de um tempo presumido, artificial, entre um cenário e outro; na desconstrução dos grandes relatos da atualidade, no destaque de suas minimalísticas, tornando toda a imagem passível de qualquer interpretação, significado. É quando o discurso do inconsciente do personagem principal é rompido pelo do pós-modernismo, na representação da nostalgia norte-americana pelos anos 80, acompanhada pela ditadura das literaturas de autoajuda, em prol da simplificação do entendimento do homem sobre ele mesmo. Ornamentações que fazem tudo parecer confuso, desestruturado, sem sentido, aos olhos do adolescente intérprete que percebe-se como um forasteiro na cidade em que vive. Por isso, a introversão parece uma saída para quem tem planos em tentar preservar o que ainda há de bom nessa sociedade. Perspectiva quase que narcísica de Donnie, sustentada na promessa de voltar no tempo para “salvar o mundo”, de sua previsível autodestruição. Com isso, perdido em suas fantasias, só lhe resta a negação dos discursos totalizantes dos professores, do conservadorismo de sua família e a obediência às coordenadas de seu imaginário, como um bom esquizofrênico: o herói perdido entre as tomadas de um videoclipe alucinógeno. Estimativas coerentes com o seu diagnóstico psicológico ou nada incomuns para alguém de nome Donnie Darko, afinal, com esse nome, por que não podia ele ser um super-herói?
O rico imaginário de Donnie, diagnosticado adoecido, se torna o caminho a uma montagem fílmica comprometida com os ditames do inconsciente e os desvios da razão, alternativa eficaz na compreensão dos saltos no tempo narrativo, ou no deslocamento e condensação dos personagens empenhados na realização de seus narcisismos. Sincretismo audiovisual, revelador das incertezas pós-modernas, que ultrapassam seu meio de exibição. Revelações intimadoras às instituições sociais e dogmáticas da atualidade, que entre uma cena e outra se tornam desinteressantes e superficiais ao personagem principal, não distante, talvez, da acepção atribuída por seu espectador.
O filme mantém o mistério, na surpresa da identificação do estado de vigília de todos os personagens, adormecidos ao som de “Mad world”, de Gary Jules, revelando o que é omisso, recalcado, no inconsciente da imagem, como promessa apocalíptica do final do mundo das certezas.
Andrey Kirch
Andrey Kirch

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de julho de 2025
No panteão das obras cinematográficas que transcendem o mero entretenimento para se tornarem experiências viscerais e transformadoras, poucas brilham com a intensidade enigmática e a profundidade filosófica de "Donnie Darko". Lançado em 2001, o filme de estreia de Richard Kelly não foi um sucesso imediato, mas floresceu nas sombras, nutrido por um culto de admiradores que reconheceram em sua complexa narrativa algo de profundamente verdadeiro e eternamente relevante. Argumentar que "Donnie Darko" é o melhor filme de todos os tempos não é uma hipérbole vazia, mas uma afirmação fundamentada em sua capacidade única de entrelaçar a angústia adolescente com questões cósmicas, a crítica social com a exploração da psique e o destino com o livre-arbítrio, criando uma obra que não apenas define sua era, mas que continuará a ressoar por todas as que ainda virão.

"Donnie Darko" é, em sua essência, um filme sobre o fim do mundo – não o apocalipse grandioso de explosões e desastres em escala global, mas o fim do mundo íntimo e aterrorizante de um jovem. Jake Gyllenhaal, em uma atuação que definiria sua carreira, encarna Donnie, um adolescente problemático que escapa por pouco de um bizarro acidente quando a turbina de um avião despenca do céu e atinge seu quarto. Este evento catalisador abre as comportas de uma série de visões surreais, protagonizadas por Frank, uma figura sinistra em uma fantasia de coelho que o informa sobre o fim iminente do mundo em 28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos.

O que se desenrola a partir daí é uma tapeçaria intrincada que desafia a categorização. É um thriller psicológico, um drama de ficção científica, uma sátira da vida suburbana dos anos 80 e uma comovente história de amadurecimento. Através dos olhos de Donnie, navegamos por um mundo povoado por personagens memoráveis e idiossincráticos: a família disfuncional, mas amorosa; a professora de literatura idealista (Drew Barrymore) que vê a centelha de genialidade em Donnie; o palestrante motivacional hipócrita (um brilhante Patrick Swayze em um papel auto-depreciativo); e a nova aluna, Gretchen Ross (Jena Malone), cujo próprio passado trágico a conecta a Donnie de maneiras profundas.

A Filosofia do Tempo e a Angústia do Livre-Arbítrio

O cerne da genialidade de "Donnie Darko" reside em sua exploração de conceitos filosóficos complexos, notavelmente a teoria do Universo Tangente, introduzida através do livro fictício "A Filosofia da Viagem no Tempo", de Roberta Sparrow (a "Vovó Morte"). O filme postula que, ocasionalmente, uma anomalia pode fazer com que a quarta dimensão se corrompa, criando um universo paralelo instável que está fadado ao colapso, ameaçando levar consigo o Universo Primário. Neste cenário, um "Receptor Vivo" é escolhido para guiar o "Artefato" – neste caso, a turbina do avião – de volta à sua dimensão original, um ato de sacrifício que restaura o equilíbrio.

Esta premissa, que na versão do diretor se torna mais explícita, serve como uma poderosa metáfora para a luta de Donnie contra o que ele percebe como um destino inescapável. Ele é um herói relutante, assombrado por visões e compelido a atos de vandalismo e rebelião que, embora pareçam aleatórios, são peças de um quebra-cabeça cósmico. A questão que permeia cada cena é: as ações de Donnie são fruto de sua esquizofrenia paranoide, como sua terapeuta sugere, ou ele é um agente do destino, com o poder de alterar a realidade? O filme magistralmente se recusa a oferecer uma resposta fácil, forçando o espectador a confrontar as mesmas questões de agência e predestinação que assombram o protagonista.

Um Retrato Atemporal da Adolescência e da Sociedade

Para além de sua mitologia de ficção científica, "Donnie Darko" é talvez o retrato mais honesto e comovente da experiência adolescente já levado às telas. A alienação de Donnie, seu desprezo pela hipocrisia adulta e sua busca desesperada por conexão e significado são sentimentos universais. O filme captura perfeitamente a sensação de estar à beira de algo – da idade adulta, da compreensão, do desastre – e a frustração de ser inteligente o suficiente para ver as falhas do mundo, mas impotente para mudá-las.

A ambientação nos anos 80 não é mera nostalgia; é um pano de fundo crucial que permite a Kelly satirizar a cultura do excesso, a superficialidade dos gurus de autoajuda e a repressão de emoções genuínas em favor de uma fachada de normalidade. A famosa cena da "linha da vida" de Jim Cunningham, que reduz todas as emoções humanas a um espectro simplista entre o medo e o amor, é um exemplo brilhante da crítica do filme à simplificação excessiva e à falta de pensamento crítico, um tema que permanece dolorosamente relevante nas décadas seguintes.

A Estética da Melancolia e a Trilha Sonora Icônica

Visualmente, "Donnie Darko" é uma obra-prima de atmosfera. A cinematografia de Steven Poster banha os subúrbios da Virgínia em uma luz outonal melancólica, criando uma sensação de beleza e decadência. As sequências de sonho e as aparições de Frank são genuinamente perturbadoras, não por meio de sustos baratos, mas por sua estranheza surreal e presságio de desgraça.

A trilha sonora é, sem dúvida, uma das mais perfeitas e evocativas da história do cinema. A seleção de canções de bandas dos anos 80 como Echo & the Bunnymen ("The Killing Moon") e Tears for Fears ("Head Over Heels") não apenas ancora o filme em sua época, mas também amplifica sua ressonância emocional. A montagem final, ao som da comovente versão de "Mad World" de Gary Jules e Michael Andrews, é um dos momentos mais poderosos e catárticos do cinema moderno. A letra, "os sonhos em que estou morrendo são os melhores que já tive", encapsula perfeitamente o sacrifício paradoxal de Donnie e a beleza agridoce de seu ato final.

Por Que "Donnie Darko" é o Filme do Futuro?

A longevidade e a crescente relevância de "Donnie Darko" provam que não se trata de uma obra datada, mas de uma profecia cinematográfica. Em uma era de narrativas mastigadas e universos cinematográficos que frequentemente sacrificam a complexidade em prol do espetáculo, "Donnie Darko" se destaca como um farol de integridade artística. É um filme que exige atenção, que convida a múltiplas visualizações e que recompensa o espectador com novas camadas de significado a cada vez.

Sua exploração da saúde mental, da solidão e da busca por um propósito em um mundo aparentemente absurdo ressoa mais fortemente hoje do que na época de seu lançamento. A forma como Donnie desafia as figuras de autoridade e as estruturas de poder que pregam a conformidade é um hino para qualquer um que já se sentiu um estranho em sua própria vida.

Ao final, o sacrifício de Donnie não é uma tragédia, mas um triunfo. Ele escolhe o amor e o sacrifício em vez do medo e do esquecimento. Ele aceita seu destino para salvar não apenas aqueles que ama, mas o próprio tecido da realidade. É um ato de heroísmo silencioso e profundo que redefine o que significa ser um herói.

"Donnie Darko" é mais do que um filme; é um quebra-cabeça existencial, um poema visual e uma meditação sobre a natureza da vida, da morte e do universo. Sua complexidade, sua coragem emocional e sua recusa em fornecer respostas fáceis são as qualidades que o cimentam não apenas como um clássico cult, mas como a obra cinematográfica definitiva. É o filme que continuaremos a decifrar, a debater e a admirar, um testamento duradouro do poder do cinema de nos fazer questionar, sentir e, finalmente, entender nosso lugar no cosmos. É, e continuará sendo, o melhor filme de todos os tempos, e dos tempos que ainda virão.
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de abril de 2020
Bem louco, te enche de teorias que podem ou não fazer sentido, acho que consegui entender a história mas depois de ler mais sobre, vejo que existem diversas teorias maiores. É uma boa experiência!
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de novembro de 2017
"Donnie Darko" é um Desafiador thriller de ficção científica, com uma Complexa narrativa que intimida aqueles que são "fracos" e "preguiçosos" no fator - PENSAR.
É um Altíssimo Papo Cabeça que nos Arranca, com extrema forca, da Zona De Conforto; pois, sua compreensão NÃO se dá à primeira vista. E para tal, TEM a Necessidade de Total Imersão, de se ENTRAR por inteiro pelo seu 'buraco de minhoca' e um pouco de pesquisa externa.
SIM! É Desaconselhável para aqueles que procuram um simples entretenimento de fácil consumo.
Particularmente, eu acredito que esta ATEMPORAL JÓIA DA SÉTIMA ARTE e Outros, tem a Fama e Rótulo de 'CULT' não porque são Difíceis de Entender. NÃO! Mas, SIM, porque traz uma Radiante Alegria, Uma Grata Satisfação e Um Êxtase Tremendo na Alma quando tem a sua MENSAGEM COMPREENDIDA, REVELADA, ACHADA, DESCOBERTA.
Excelente! Vale a viagem! Mas, RECOMENDADO Para Poucos.
Pablo M.
Pablo M.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de abril de 2018
O filme com a trama mais profunda que ja assisti.Desde conceitos de física, viagem no tempo, “terror” e diversas críticas sociais. Contam como pontos positivos uma otima fotografia, trilha sonora e atuações. Enfim, é daqueles filmes que quando terminam geram infitinas discussões sobre o que os fatos expostos signifavam na historia.
André Z.
André Z.

2 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2016
REVENDO. Filme interessante, consegue prender atenção do começo ao fim. Trilha sonora excelente... Se você já leu alguma coisa sobre viagem no tempo, esquizofrenia e outros conceitos psicológicos e da física, o filme abre as portas para muita divagações, Excelente filme. O filme é feito para deixar perguntas e duvidas pra quem o vê.
Samanta Sasse R.
Samanta Sasse R.

9 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2015
Esse filme é de longe um dos mais doidos que já vi. Tirando os filmes do Lynch, claro. Muito bem feito e até agora não entendi quase nada hahah. Mas é daqueles pra se ter em casa e ver mais de duas, três vezes. É sensacional.
Luana M.
Luana M.

23 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Um dos melhores filmes que já assisti, mudou minha perspectiva de vida.. Apesar de ser uma ficção foi muito bem bolada
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