Donnie Darko
Média
4,3
2310 notas

94 Críticas do usuário

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Eder Brito
Eder Brito

50 seguidores 119 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2018
%Sensacional%

Um filme que realmente parece bem confuso e louco que parece que brisa em muitas partes e que muitos ao final não vão entender absolutamente nada!!! Com certeza requer um pouco de conhecimento sobre física quântica etc. Porem é uma ideia muito bem amarrada e ao assistir pela segunda vez já sabendo do que se trata você enxerga a ideia brilhante por trás. Foi um dos melhores filmes que já assisti, não é um filme para todo tipo de pessoa. Muito vão odiar o filme e não entender absolutamente nada, requer um pouco de raciocínio e conhecimento. Eu aprendi muitas coisas pesquisando impulsionado por esse filme.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.483 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
O diretor/roteirista Richar Kelly estreou nos longas com este filme, nos brindando de cara com um suspense que quebra com diversas regras do gênero, apostando na mistura com ficção científica.
Guilherme S.
Guilherme S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de novembro de 2016
Um filme que pega a sua atençao, te surpreende, te confunde um pouco, simplesmente muito bom, se busca comentarios sobre Donnie, não procure, assista
André Z.
André Z.

2 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2016
REVENDO. Filme interessante, consegue prender atenção do começo ao fim. Trilha sonora excelente... Se você já leu alguma coisa sobre viagem no tempo, esquizofrenia e outros conceitos psicológicos e da física, o filme abre as portas para muita divagações, Excelente filme. O filme é feito para deixar perguntas e duvidas pra quem o vê.
Anderson  G.
Anderson G.

1.372 seguidores 409 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de julho de 2016
Donnie Darko é fantástico, com uma ótima direção, tu percebe o cuidado que o Richard Kelly teve até nos figurantes de cena, ótimas atuações, uma fotografia que de coloca totalmente nos anos 80, trilha sonora fantástica, muitas vezes fazendo um contraponto entre a descontração e a tensão, um filme que de faz ter uma imersão completa dentro dele, alguns probleminhas ficam realmente no roteiro, o filme se contradiz e as vezes nem ele sabe se explicar, Donnie Darko é um filme complexo até demais, lembra muito as obras de David Lynch, mas no final vale a pena, pois mistura religião com física, metafísica, viagem no tempo..., é loucura, mas que por incrível que pareça, o filme tem um sentido.

Richard Kelly, a onde foi parar todo esse talento?
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Possui um suspense interessante.Uma ótima apresentação de Jake Gyllenhaal,o melhor personagem dentro da trama.
malutmiranda
malutmiranda

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de maio de 2016
Filme interessante, legal de assistir. Contudo exige um conhecimento prévio de alguns conceitos da física para a compreensão total, por isso torna-se bastante complexo. Além disso, algumas perguntas podem ficar em aberto no final do filme.
Daniella L.
Daniella L.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de junho de 2016
No limítrofe entre a realidade e o sonho, Donnie Darko (2001), de Richard Kelly, rememora as experiências surrealistas de David Lynch atreladas às inconstâncias pós-modernas de David Fisher. Mas, entre o surrealismo do automatismo e a esquizofrenia narrativa, opta-se por seus limiares, circunscritos na utopia da filosofia da viagem no tempo, no inconsciente da psicanálise, na multiplicidade do imaginário evasivo pós-moderno.
O enredo escreve a vida de Donnie Darko (Jake Gyllenhaal), um adolescente americano que, com traços diagnosticados de esquizofrenia, escapa da morte, quando a turbina de um avião cai em seu quarto. Salvo em virtude de um coelho gigante-mensageiro, que comunica-o sobre o fim do mundo em especificados poucos dias, Donnie, nesse meio tempo, é induzido pela visão a cometer pequenos delitos contra alvos bem específicos e simbólicos de sua sociedade.
A proposta conduz o espectador a uma realidade distópica em que o espaço e o tempo foram suprimidos e seus sujeitos submersos em um ambiente deslocado, incerto, duvidoso. Condições incentivadoras à racionalização incompleta do espectador, tentado em dar forma a um cenário despedaçado, frustado na ilusão do entendimento fechado, completo. Insistência amparada na filosofia da viagem no tempo, preservadora de certo conforto ao olhar calejado, ao significar o sem significado. Para isso, tomando essa metodologia como indutiva, a narração acrônica é nomeada e dividida em o universo primário e o outro tangente. Espaços cujas delimitações, no filme, estão na realidade atual (primária), representada pela experiência discursiva anterior ao ocorrido com a turbina do avião, e na realidade deslocada (tangente), originária da ruptura temporal daquela, definida sobre a experiência de Donnie após salvo do acidente, e condicionada a auto eclosão, a partir das previsões apocalípticas do coelho. A previsão teórica se ampara na determinação dos cenários e de seus componentes, sob a promessa de uma certeza, quando a narração é explicada por indução, descrevendo o fim do espaço tangente e o reestabelecimento do primário alterado pelas intervenções de sua ruptura.
Entretanto, a inquietação é a única certeza que permanece, insistente, sobre o estado dos vivenciados na experiência fílmica. Uma sensação de incompletude inaplacável distrai os mais conservadores. Mas, aos mais atentos, os discursos entre-cortantes na obra se mostram concordantes ao imaginário pós-moderno. Presunção apresentada no transpor de um tempo presumido, artificial, entre um cenário e outro; na desconstrução dos grandes relatos da atualidade, no destaque de suas minimalísticas, tornando toda a imagem passível de qualquer interpretação, significado. É quando o discurso do inconsciente do personagem principal é rompido pelo do pós-modernismo, na representação da nostalgia norte-americana pelos anos 80, acompanhada pela ditadura das literaturas de autoajuda, em prol da simplificação do entendimento do homem sobre ele mesmo. Ornamentações que fazem tudo parecer confuso, desestruturado, sem sentido, aos olhos do adolescente intérprete que percebe-se como um forasteiro na cidade em que vive. Por isso, a introversão parece uma saída para quem tem planos em tentar preservar o que ainda há de bom nessa sociedade. Perspectiva quase que narcísica de Donnie, sustentada na promessa de voltar no tempo para “salvar o mundo”, de sua previsível autodestruição. Com isso, perdido em suas fantasias, só lhe resta a negação dos discursos totalizantes dos professores, do conservadorismo de sua família e a obediência às coordenadas de seu imaginário, como um bom esquizofrênico: o herói perdido entre as tomadas de um videoclipe alucinógeno. Estimativas coerentes com o seu diagnóstico psicológico ou nada incomuns para alguém de nome Donnie Darko, afinal, com esse nome, por que não podia ele ser um super-herói?
O rico imaginário de Donnie, diagnosticado adoecido, se torna o caminho a uma montagem fílmica comprometida com os ditames do inconsciente e os desvios da razão, alternativa eficaz na compreensão dos saltos no tempo narrativo, ou no deslocamento e condensação dos personagens empenhados na realização de seus narcisismos. Sincretismo audiovisual, revelador das incertezas pós-modernas, que ultrapassam seu meio de exibição. Revelações intimadoras às instituições sociais e dogmáticas da atualidade, que entre uma cena e outra se tornam desinteressantes e superficiais ao personagem principal, não distante, talvez, da acepção atribuída por seu espectador.
O filme mantém o mistério, na surpresa da identificação do estado de vigília de todos os personagens, adormecidos ao som de “Mad world”, de Gary Jules, revelando o que é omisso, recalcado, no inconsciente da imagem, como promessa apocalíptica do final do mundo das certezas.
Davyd L.
Davyd L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2016
Filme perfeito. Evidente, pra quem é acostumado com teorias de buracos de minhoca, fenda em espaço tempo, é um ótimo filme. O incrível são os 'easter eggs' (*~* )
Thales H.
Thales H.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
Um dos meus filmes favoritos. Excelente!
Para quem gosta de filmes que saem pensar, esse é uma boa dica.
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