Donnie Darko
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4,3
2277 notas

87 Críticas do usuário

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tiago
tiago

4 seguidores 38 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é uma viagem muito loka onde mistura teorias de Einstein e Hawking - sobre tempo e espaço relacionando viagem no tempo - com conversas a la Tarantino e trilha sonora muito foda, apesar da música da primera cena (killing moon) naum se encaixa no ritmo da cena, mas a história bizarra naum tem o q dize, é muito bem bolada, apesar do desfecho dela ser pelo romantismo, onde ele sabe q tem q salvar o mundo com sua própria vida para salvar a vida de sua namorada, se naum foce por ela ele nem taria se lixando.
Donnie Darko T.
Donnie Darko T.

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2014
Podem tentar fazer outro,
mais não existirá igual a mim
im Donnie Darko...
Vinicius Gobbi
Vinicius Gobbi

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de julho de 2025
 Donnie Darko: Quando a Viagem é Tão Longe Que Você se Perde no Próprio Roteiro
No universo dos filmes que tentam parecer profundos sem entregar nada além de confusão disfarçada de complexidade, Donnie Darko é o rei. Ou melhor, o messias dos “filmes-cult” que viraram cult não porque são bons, mas porque são tão confusos que ninguém tem coragem de admitir que não entendeu nada.

Essa crítica que você me mandou eleva Donnie Darko ao Olimpo da cinematografia mundial. Fala em "experiência visceral", "profundidade filosófica", "poema visual", e outras expressões grandiosas como se estivéssemos lidando com um Tarkovski pós-moderno — mas calma lá. Vamos desmontar essa mistificação e trazer esse coelho gigante de volta pra toca.

 Pseudo-profundidade não é profundidade. É só pose.
A primeira grande falácia da crítica é acreditar que complexidade = qualidade. O filme joga com conceitos como viagem no tempo, universos paralelos, livre-arbítrio, esquizofrenia, crítica social e o fim do mundo... tudo isso em uma hora e quarenta, com direito a coelho gigante que aparece do nada e um manual fictício de física quântica adolescente. E o resultado? Nenhuma dessas ideias é desenvolvida de forma satisfatória. Tudo é apresentado como se fosse uma grande revelação, mas termina como um amontoado de ideias mal costuradas.

A verdade é que o roteiro parece um TCC de Filosofia de um estudante que fumou demais lendo Nietzsche e assistindo De Volta Para o Futuro. Tem aquele ar de “olha como sou complexo”, mas sem nunca entregar algo realmente significativo. É o típico filme que deixa tudo no ar pra parecer profundo, quando na verdade só está fugindo de concluir qualquer coisa.

 A atuação é boa? Sim. Mas e daí?
Jake Gyllenhaal está bem. De fato, ele convence como adolescente introspectivo, perturbado, talvez esquizofrênico. Mas até aí, é o mínimo quando seu personagem passa o filme inteiro com cara de quem vai explodir ou dormir a qualquer momento. O problema é que ele atua bem dentro de um roteiro mal estruturado — é como ser um ótimo violinista tocando em cima de um navio que afunda em câmera lenta. Você até reconhece o talento, mas no fim está mais preocupado com o naufrágio.

Os coadjuvantes tentam dar alguma profundidade à história, mas são arquétipos ambulantes: a professora cool que lê Graham Greene, o guru de autoajuda hipócrita, a menina estranha e traumatizada que entra como par romântico e sai como pretexto para o clímax trágico. Nada disso se desenvolve além do básico. São personagens que parecem importantes até você perceber que não fazem a menor diferença se você cortar metade deles.

 A “complexa mitologia” é só um quebra-cabeça sem tampa da caixa
A crítica cita com reverência o tal “livro fictício” que embasa a lógica do filme: A Filosofia da Viagem no Tempo. Sabe o que é isso? Um retcon. Uma gambiarra narrativa. Um panfleto que serve para justificar, depois, as incongruências do roteiro original. Tanto é que ele só foi explicado na versão do diretor — o que já diz tudo. Se você precisa de uma versão estendida, de fóruns online, de infográficos e de um guia de viagem interdimensional pra entender o filme, então ele falhou em ser cinema.

Filmes complexos não precisam ser fáceis — mas precisam ser honestos com o espectador. Donnie Darko se esconde atrás da ambiguidade como se isso fosse sinônimo de genialidade. Mas ambiguidade preguiçosa é só... preguiça. A “teoria do universo tangente” é tão confusa e mal explicada que virou combustível para teorias de fãs mais interessantes que o próprio roteiro.

 Trilha sonora boa não salva roteiro ruim
Sim, a trilha sonora é excelente. “Mad World” virou hino de final de filme cult. Echo & The Bunnymen, Tears for Fears, Joy Division... é uma playlist dos anos 80 que funciona como pano de fundo emocional. Mas vamos combinar: se a melhor parte de um filme é a trilha sonora, então temos um problema. É como elogiar o jantar dizendo que a louça era bonita.

 A ambientação dos anos 80 é só um pano de fundo estético
Muita gente defende que a ambientação em 1988 é uma crítica à cultura americana da época. Mas sinceramente? Parece mais uma desculpa pra encher o filme de referências visuais cool e músicas legais. É um “Stranger Things” pretensioso, só que sem a diversão, sem os monstros e com um coelho do inferno que mais parece figurante de filme de terror B.

 O final: sacrifício messiânico ou “tanto faz”?
A crítica diz que o final é “um triunfo”, um “ato de heroísmo silencioso”. Mas cá entre nós: Donnie morre no final, e o mundo volta ao normal... talvez. Ou talvez não. Ou talvez nada tenha acontecido. Porque é isso: o final é intencionalmente ambíguo, mas não de um jeito catártico como em Blade Runner ou O Sexto Sentido. É só confuso mesmo. Você termina o filme sem saber se ele morreu sonhando, se tudo foi alucinação, se o universo colapsou, ou se você foi feito de trouxa.

 Mas e o culto ao redor?
Claro, Donnie Darko tem um culto devoto. Todo filme que soa misterioso demais atrai gente que adora explicar o que os outros não entenderam. É o típico filme que, se você não gosta, te acusam de ser superficial. “Você não entendeu”, dizem eles. Como se a confusão fosse um mérito e não um problema de roteiro.

Na prática, muita gente gosta de Donnie Darko porque é um “filme de identidade alternativa”. Você assiste, se sente especial, como se tivesse descoberto algo que o resto do mundo não viu. Só que isso não faz do filme uma obra-prima — só mostra que ele é bom em parecer profundo.

 Conclusão: O coelho gigante é só um espantalho intelectual
Donnie Darko tenta ser várias coisas ao mesmo tempo e falha em quase todas. Quer ser ficção científica? É rasa. Quer ser drama adolescente? É forçado. Quer ser crítica social? É superficial. Quer ser estudo psicológico? É vago. Quer ser poético? É esquisito. O filme vive de estética, de clima, de referências soltas e de um roteiro que confunde enrolação com complexidade.

É o tipo de obra que atrai culto, mas não crítica honesta. Quem ama, defende com unhas e dentes, e quem não curte, costuma ser acusado de “não entender a profundidade”. Mas a verdade é que, por trás da névoa, Donnie Darko não entrega quase nada — apenas a sensação de que você perdeu duas horas esperando por algo que nunca chegou.
Matheus C.
Matheus C.

2 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de outubro de 2015
Ótimo filme, ótima história, atuações e personagens.
Andrys Marbe Zambrano
Andrys Marbe Zambrano

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2022
Eu simplesmente adorei o filme, achamos todo tipo de sinais através do mesmo, que te explicam o que estava acontecendo.
Temos um roteiro muito completo e bem feito, não tem furo na história, cada personagem desenvolve muito bem seu papel e função no filme.
Simplesmente fantástico, claro tenho que dizer, esse filme não é para qualquer um.
Tiago A.
Tiago A.

10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2023
Não é necessário ver o filme e depois ter aquela ânsia de explicá-lo ou de entendê-lo. Tem filmes que não precisam ter uma explicação, Donnie Darko é um destes. O que parece por muitas vezes alucinação do protagonista pode ser um recado claro para que tenhamos mais atenção sobre nossa própria morte, sobre o tempo, sobre a vida. Trilha sonora é um dos pontos fortes.
Gabriel Anazario
Gabriel Anazario

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2025
Um bom filme, vou assistir de novo pra ter certeza se eu entendi. O final é um pouco complexo, mas vale a pena ver
Vinnicius Mafra
Vinnicius Mafra

37 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de outubro de 2024
Um filme que te desafia com sua mistura de temas como a saúde mental, o tempo e a realidade. A atuação de Jake Gyllenhaal consegue transmitir a complexidade do personagem, a atmosfera sombria e a trilha sonora contribuem para a sensação de estranhamento. Contudo, a estória não linear e as referências a teorias de viagem no tempo bagunçaram minha cabeça. É um convite a reflexão, mas pode frustrar quem busca uma história mais direta.
Eduardo S
Eduardo S

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de novembro de 2019
Um dos melhores filmes que já vi, não tem um final explicado o que torna muitas teorias para o filme. Pra quem gosta de viagem no tempo, paradoxo temporal e criar teorias é um ótimo filme.
PS: melhor teoria é a do Rolandinho do canal pipocando
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de dezembro de 2021
Crítica do filme: Donnie Darko

Vou começar minha crítica inicialmente dizendo que, se para um filme funcionar, ele precisa que seja consumido mais material sobre ele, antes ou depois do filme, então ele fracassou. Mas esse com certeza não é o caso desse filme.
Não é que haja qualquer tipo de problema existir um material de apoio, que ajude o expectador a entrar no clima antes do filme, ou que enriqueça a experiência depois dele, mas o filme por si só, deve ser capaz de cobrir essa lacuna, e isso, esse filme fez.
Trata-se de um filme que acompanha essa historia envolvendo esquizofrenia paranoide, que ao final do filme, nos entrega uma virada muito interessante.
Eu não vou entrar aqui naquele hype, onde tentam descobrir o que é real e o que não é. Qual é a linha do tempo correta? Sob a ótica de qual personagem estamos vendo? A turbina matou ou não matou? Nada disso importa!
O fato é que durante o plot twist, o diretor te faz sentir tão esquizofrênico quanto o donnie e/ou o Frank, confuso com tudo aquilo que estamos vendo, assim como ele ou eles que vivem com essa doença.
Mas qual é a verdadeira linha cronológica? Quem deles de fato é esquizofrênico? Ou são os dois? Não importa! O fato é que você expectador, vai ficar tão confuso quantos todos os personagens, e tá tudo bem. Nem tudo na vida é feito para ser descoberto ou plenamente entendido. Aceite isso e vá para o próximo filme.

Nota: 4,5 - Filme ótimo.
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