Laços de Ternura é um clássico ousado para a década de 80, isso porque o filme mostra temas e um roteiro que para mim naquela época eram poucos citados entre as famílias. O foco principal do longa é a relação pouco conturbada de mãe e filha. Aurora (Shirley MacLaine) é uma viúva e mãe super protetora, com altos e baixos na relação com a sua filha Emma (Debra Winger) uma jovem que sonha em constituir uma família, ter filhos.. Enfim, passado algum tempo Emma se apaixona por Flap (Jeff Daniels) um professor não muito estruturado na vida, que logo não se dá bem com a sogra, o que é recíproco. Aurora aconselha Emma não seguir com o relacionamento, mais a filha encara o conselho como birra da mãe e decide se casar. Apartir desse momento Aurora terá que aceitar a conviver com a nova realidade longe de sua filha, tendo que arranjar um jeito de seguir com sua vida. E é nesse momento que ela conhece seu vizinho Garrett (Jack Nicholson) um ex membro da aeronáutica que age como um "pegador" com as mulheres, logo Aurora resolve se relacionar com Garrett que não quer um romance tão sério, nesse meio termo Emma sente os impactos do seu casamento, quando descobre a traição de seu marido e as dificuldades financeiras no lar. O diretor James L. Brooks soube equilibrar bem as histórias, que se encaixam muito bem no nosso cotidiano como um todo, com um desenrolar ágio e que cativa a cada momento, Laços de Ternura contém um roteiro sem papas na língua, um elenco com atuações fenômenais e vem com uma dose bem sútil de humor e drama juntos, tudo bem equilibrado. Uma Obra Sensacional!
Filme bom...prazeroso mesmo de assistir. Excelentes interpretações de TODOS os atores. Problemas abordados são bem reais e de uma forma pouco comum no cinema americano. Vale cada lágrima derramada no final!
Um filme humano, simples que mostra a verdade mais nua e crua de sua realidade, sem dar espaço para a vitimização. Aurora uma mãe protetora, que vê as dores e os sabores da viuvez, e Emma que faz a passagem da adolescência para vida adulta sem que percebe o acontece em sua volta, talvez vítima da super proteção de sua mãe. E no meio disso tudo um laço de afeto que as une.
Baseado no livro escrito por Larry McMurtry (que, anos depois, seria um dos autores do roteiro de O Segredo de Brokeback Mountain, filme de Ang Lee), Laços de Ternura, dirigido e escrito por James L. Brooks, é um filme que está centrado na relação que uma mãe estabelece com a sua filha ao longo dos anos, principalmente acompanhando a transição da filha da adolescência à idade adulta.
Interessante perceber que as transformações, por isso mesmo, são mais evidentes em Emma (Debra Winger, indicada ao Oscar 1984 de Melhor Atriz pela performance neste filme), a filha. Quando o longa começa, ela está saindo da adolescência, prestes a entrar na faculdade. No decorrer de Laços de Ternura, vemos Emma se casar com Flap Horton (Jeff Daniels), se tornar a mãe de três filhos, se mudar constantemente de cidade e passar por algumas crises pessoais. A constante maior dela é o relacionamento (turbulento, mas sólido) com a mãe Aurora (Shirley MacLaine, vencedora do Oscar 1984 de Melhor Atriz pela performance neste longa), uma mulher cuja característica principal é evitar relacionamentos amorosos – e que se vê envolvida justamente com um homem sedutor, o ex-astronauta Garrett Breedlove (Jack Nicholson, vencedor do Oscar 1984 de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação neste filme).
Um filme vencedor de 5 Oscars (todos nas categorias principais), Laços de Ternura é uma obra que chama a atenção justamente pela maneira como retrata o relacionamento entre Aurora e Emma. Elas refletem justamente os altos e baixos que estão diretamente envolvidos numa relação familiar como a delas. Ao mesmo tempo, acompanhamos no filme pessoas que não são perfeitas, mas que tentam superar as adversidades com alegria e com coragem. O quarto final do filme é muito bonito, por nos reforçar as qualidades que são mais evidentes em cada uma dessas personagens.
igual foi dito, está mais para uma grande novela em formato de filme do que outra coisa. não chega a ser ruim, mas é uma história cheia de clichês e sem grande evolução, presa somente nas diversas reviravoltas. fico curiosos para saber quais os outros filmes que competiram nesse ano, para esse filme mediano ganhar o Oscar.
"Laços de Família " é um filme fraco, tipico da rotina classe média americana, juntando contratempos para torna-lo menos monótono, porém esse recurso foi usado em vão. Debra Winger, brilhante, sensivel, suportadora, a única que se sobressai. Roteiro apagado, direção preguiçosa, lugar-comum. Nada tem que justifique Oscar de melhor atriz para Shirley MacLaine (se alguém desse filme tinha de ser oscarizada como melhor atriz essa seria Debra Winger, ora!) , muito menos de melhor filme. Jack Nicholson nem deveria ter sido indicado para coadvante, personagem patético, sarcástico como ele próprio. O fato de ser um filme Oscarizado não o torna bom de se ver; clichê puro. Direção e cast estelar para resultar em banalidade.
Laços de ternura é um filme para família, encontros e desencontros de histórias que mexem com o coração, uma menina que tem câncer e morre no final, uma lição de vida para quem quer viver! um roteiro perfeito, atuações formidáveis que redeu óscar para Shirley MacLaine e Jack Nicholson, e ainda tem Debra Winger e Jeff Daniels em grandes momentos, ganhador do óscar de melhor filme e diretor para J.L Brooks!!!!
Os conflitos entre mãe e filha foram bem captados pelo diretor James L. Brooks e pelas sensíveis atuações de Shirley MacLaine e Debra Winger. Jack Nicholson tem uma destacada participação.
Novelão puro. Assim pode ser classificado "Laços de Ternura". A trama do filme é tão extensa e cheia de reviravoltas que poderia, facilmente, ser adaptada para uma típica soap opera americana, como foi a famosa "Days of our lives". Ainda assim trata-se de um filme interessante de ser assistido, nem tanto pela história mas sim pelos personagens e atuações dos principais atores. A melhor do elenco é, sem sombra de dúvidas, Debra Winger, que sempre brilha quando surge em cena. Jack Nicholson e Shirley MacLaine também conseguem se destacar, principalmente quando aparecem juntos no decorrer do filme. No geral trata-se de um bom filme, mas ainda assim longe de ser merecedor do Oscar de melhor filme."
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