Iracema - Uma Transa Amazônica
Curiosidades, bastidores, novidades, e até segredos escondidos de "Iracema - Uma Transa Amazônica" e da sua filmagem!

Censura

Proibido no Brasil desde sua realização, em 1974, foi exibido em diversos países da Europa durante os anos em que esquentou as prateleiras da Censura. Só foi lançado em 1981 em terras brasileiras.

Exibição clandestina

Foi exibido clandestinamente em 1978 numa mostra de filmes proibidos, em Minas Gerais. 

Lançamento

O filme foi lançado em circuito comercial no dia 30 de março de 1981 nos cinemas Caruso, Rio e Cinema1 em Niterói. 

Origem humilde

A protagonista do filme, Edna de Cássia, foi descoberta pelo diretor Jorge Bodanzky em um programa de auditório, quando possuia apenas 14 anos. O cineasta teve dificuldade em contratá-la, pois a mãe não queria que a menina faltasse as aulas. O sonho de atuar acabou após o filme, e hoje Edna trabalha como lavadeira e vive em um cortiço de madeira, na cidade de Belém, lutando para criar seu filho. O seu nome verdadeiro é Edna Cereja.

Crítica

"(...) Infelizmente, com um atraso que o prejudicou, cinematograficamente o filme foi vulnerado pelo tempo. Fazer Iracema em 74 representava, de fato, grande risco. Mas hoje o objeto de sua denúncia deixou de ser prioritário na escala de preocupação dos brasileiros. Mas a verdade é que embora padeça de falsa espontaneidade na encenação de sua denúncia, e seja esquemático na analise dos fatos, "Iracema" tem garra sociológica. E consegue traçar com inequívoca sinceridade um painel da pobreza de uma população que ficou à margem da História (...)": crítica da época de José Carlos Monteiro no jornal O Globo em 31 de março de 1981.

Preocupação

Na cena em que Iracema serve comida para dois indígenas, ela começa a chorar repentinamente. No Making Off do DVD lançado no Brasil, a atriz Edna de Cássia declarou que chorava porque não queria servir comida para os indígenas já que não queria ser identificada como índia.

Liberação

O filme foi liberado sem cortes em 7 de novembro de 1979 por decisão do Divisão da Censura, Sr. José Madeira. Depois de uma discussão, em que se duvidou até da nacionalidade do filme, vem a luz da exibição comercial a primeira obra de um gênero não tão incomum, o documentário - ficção.

Prêmios

FESTIVAL DE BRASÍLIA

1980

Ganhou

Melhor Filme

Melhor Atriz - Edna de Cássia

Melhor Atriz Coadjuvante - Conceição Senna

Melhor Montagem

Ranking dos Melhores Filmes Nacionais

Classificado na posição de número 21 na lista de melhores filmes brasileiros de todos os tempos segundo a Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema).

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