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Jackson A L
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1.243 críticas
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3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2026
O filme trata de um drama existencial e intimista que se debruça sobre temas profundos e complexos como luto, memória, escolhas afetivas e a noção de tempo. A narrativa invoca menos a ação e mais na experiência emocional e reflexiva do espectador. Elizabeth Olsen entrega uma atuação contida, sensível e profundamente humana. Sua personagem carrega diversos conflitos internos intensos, expressos muito mais por silêncios, olhares e reflexões do que por grandes diálogos. Apesar do lançamento ter ocorrido em 2025 ainda, vejo como ótima pedida para iniciar o ano. Nada melhor que começar 2026, com análises provocativas com a deste filme.
Filme bonzinho. Bom pra passar o tempo. Dá pra fazer como eu, assistir com a(o) namorada(o), sem grandes pretensões. Acredito que só de ler a sinopse você já chega à conclusão de que não se trata de algo que deva ser levado muito a sério.
As atuações são bem ok, mas nada que se destaque muito. Só não gostei do final. Achei bem zuado e forçadinho. Entretanto, relevei por se tratar de um filme desse gênero.
Eu adorei viu? Achei super interessante e divertido. Ainda mostra uma perspectiva inteligente e bem real sobre o amor verdadeiro, o cotidiano, a rotina... Adorei o elenco! Lizzie Olsen maravilhosa, como sempre!
Filme bem fantasioso a respeito do pós morte , historinha romântica e engraçada, boas atuações e mensagens para se pensar Até que vale a pena assistir para passar o tempo.
Lindo e tocante do início ao fim. A história gira em torno do amor de uma vida real versus a idealização do amor que não pode ser. É uma trama original e me lembrou um pouco The Good Place. O romance é bem construído e nos faz desenvolver um carinho por cada personagem, desejando um final diferente a cada mudança no roteiro. Quando eu vi 2 horas achei que se se arrastaria, mas a história se desenvolve em um ritmo muito bom, exatamente para termos tempo de conhecer mais profundamente os personagens, seus sentimentos e motivações. Para resumir, na minha opinião é o Vidas Passadas que deu certo, pois enquanto o coreano tenta ir para algum lugar e não consegue chegar, pois não emociona e nem prende, esse sim consegue construir muito bem uma história de amor. Colocaria na mesma prateleira que os clássicos “Um amor para recordar”, “Querido John” e “Diário de uma Paixão”
Trata-se de uma comédia espiritualista romântica. Uma mulher desencarna e durante um tempo determinado tem que escolher um entre os seus dois amores para viver durante a eternidade e onde, desencadeando uma disputa entre eles. O filme começa abusando de clichés, mas em um determinado momento fica mais maduro, fazendo pensar sobre o que realmente é mais importante em um relacionamento amoroso. Eternidade já está em cartaz há mais de duas semanas, o que demonstra que está agradando ao público. Muitas garotas jovens são a frequência predominante, mas é um filme com finalização bem adulta. É o tipo de filme carregado de pureza que se espera para fechar o ano em alto astral. Amei!
Filme bem divertido, reflexivo e com algumas reviravoltas bem legais. Um água com açúcar bem gostoso para um final de tarde. Vale a pena assistir de casal, apesar de algumas besteiras sobre a vida após a morte.
Adorei o filme. Ele lembra aqueles romances clássicos de Sessão da Tarde, envolvente e fácil de assistir. A história gira em torno de dois rapazes muito bonitos que se encantam pela mesma moça, criando uma atmosfera romântica e delicada.
A representação da pós-vida é simplesmente sensacional, fruto da imaginação criativa do diretor, que consegue transformar esse tema em algo poético e visualmente interessante.
É um filme que vale a pena assistir, especialmente para quem gosta de romance com um toque de fantasia.
Começa interessante mas depois de 20 minutos começa a se arrastar e fica monótono até pouco antes de finalizar onde engrena um pouquinho mais, mas termina previsível. Faltou brilho, ação própria para o gênero, não apresenta cenas engraçadas e, fundamentalmente, a trilha sonora é quase inexistente. A química entre os atores é paupérrima, seja pelas fracas atuações seja pelo roteiro fraco. Tudo isso explica o pouco alcance na mídia. Na sessão que fui só estavam eu e minha mulher. Não emplaca uma sessão da tarde.
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