Drácula: Uma História de Amor Eterno : Críticas - Página 7
Drácula: Uma História de Amor Eterno
Média
3,8
149 notas
68 Críticas do usuário
5
34 críticas
4
9 críticas
3
8 críticas
2
7 críticas
1
4 críticas
0
6 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Andrea
2 críticas
Seguir usuário
0,5
Enviada em 4 de dezembro de 2025
Perda de tempo, roteiro horrível, Drácula canastrão, que só sabe chorar. Figurino é a única coisa que salva. Maquiagem, misericórdia, o Drácula parece uma uva passa desidratada. Sejam mais críticos, filme terrível.
“Drácula: Uma História de Amor Eterno” não é um filme de terror tradicional — e isso é justamente seu maior acerto. Luc Besson opta por um caminho anti-clichê, humanizando Drácula e transformando o mito em um romance gótico trágico, mais interessado em sentimentos do que em sustos. O filme mistura Bram Stoker com “a história que ninguém contou”, fugindo do vampiro predador para apresentar um personagem marcado pela espera, pela dor e pelo amor que atravessa séculos. O terror aqui não está no sangue, mas na solidão. O final, longe de ser simples, é provocador e ambíguo. A morte de Drácula liberta muitos — mas não apaga o amor de Mina, que permanece. Isso não soa como erro, mas como escolha narrativa: o amor não é negado, nem resolvido de forma fácil. Ele continua. É um filme para quem aceita sair do óbvio, absorver a atmosfera e refletir depois que os créditos sobem. Não busca unanimidade — busca conexão. E comigo, funcionou plenamente.
Confesso que comecei a assistir com um certo receio, porque é inevitável não comparar com Drácula de Bram Stoker. Ainda assim, o filme é bem feito, aposta mais no romance e conseguiu me surpreender no final. Claro, há alguns momentos sem muito sentido, até meio bobos, como as gárgulas, rs, mas, no geral, entrega um bom entretenimento.
Fotografia e figurinos bons. Claramente a caracterização do Drácula, as músicas instrumentais, entre outros elementos, foram inspirados ( pra não dizer copiados) da versão de Coppola de 1992. Outra "inspiração" foi no filme Perfume A História de um Assassino.. Sem nenhuma necessidade. Sem falar nos gárgulas animados, que infantilizam a história. Uma mistura de gêneros que deixam o enredo cada vez mais confuso e distante da obra de Stockler.
Amei tudo, até as gárgulas! Achei criativo, e obviamente não é um filme de terror, é um drácula que sofre por amor há 400 anos e fica amargurado. Caracterizações perfeitas e um final bem colocado.
Que filme horrível! Só não dei zero estrelas pq não tem essa opção. Pra ser pior, só se transformassem em musical (o que não aconteceu por pouco). O filme é uma vergonha, parece que o diretor não leu nem o prefácio da obra de Bram Stoker. Distorceram fatos, personagens e tentaram deixar comigo um Romance Gótico. E o perfume pra atrair mulher??? Que piada de mau gosto, que vergonha. Assisti até onde consegui com dor física, tamanha vergonha alheia. O filme de 1900 consegue ser mais fidedigno a obra do que esse fiasco de 2025. Sinceramente, chega a ser um ultraje aos fãs.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade