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CinefiLov❤️
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4,0
Enviada em 19 de novembro de 2025
não tem como fazer uma crítica sem falar da humanização do predador, o monstro está mais coração e o medo que vimos em outros filmes é trocado pela simpatia que contradiz a própria essência da criatura, o filme troca o terror por uma boa aventura e ótimas cenas de ação e de luta, e pra quem gosta de filmes de criaturas assassinas, os efeitos especiais é simplesmente fenomenal.
Filme incrível!!! Efeitos especiais impressionantes, e uma mensagem bem legal no meio de tudo! Ação a todo momento! Realmente um filme memorável, digno da saga predador !!
O filme não apresenta uma história especialmente marcante ou profunda, mas a produção como um todo consegue entregar uma experiência muito acima da média. O visual é deslumbrante, com fotografia caprichada e cenas de ação muito bem coreografadas, que valorizam cada confronto. Além disso, a abordagem mais humana do Predador traz uma perspectiva interessante e diferente do habitual, ajudando a renovar a proposta. No fim das contas, é um filme bastante envolvente e que deixa uma boa expectativa para uma possível sequência.
Depois de décadas consolidando uma das criaturas mais icônicas da ficção científica e da ação, Predador: Terras Selvagens surge como um capítulo que entende o peso do legado que carrega. A franquia que começou com O Predador, eternizado por Arnold Schwarzenegger, passou pela tensão urbana de Predador 2 com Danny Glover, pela brutalidade de Predadores com Adrien Brody e Alice Braga, pelo irregular O Predador e pelo respiro criativo de O Predador: A Caçada com Amber Midthunder. Aqui, o novo filme não tenta apenas sobreviver ao passado — ele dialoga com ele.
Gêneros: ficção científica, ação, aventura, drama Sequências / universo: faz parte da franquia Predador e do mesmo universo de Alien vs. Predador e Alien vs. Predador 2 Filmes semelhantes: Rambo: Programado para Matar, Avatar, Distrito 9
里 Enredo & Estória
Diferente da lógica do caçador invencível, o filme humaniza — dentro do possível — a figura do Predador. Aqui temos um guerreiro que não busca apenas a caça, mas aceitação, identidade e redenção diante do legado de um pai cruel e da morte do próprio irmão. É uma narrativa sobre pertencimento, sobre provar valor dentro de um clã e sobre descobrir que força não está apenas nas armas, mas na parceria.
O roteiro acerta ao equilibrar ação com emoção. Há um arco claro de evolução, algo que raramente foi explorado na franquia sob o ponto de vista da criatura.
烙 Personagens & Atuações
Elle Fanning entrega duas presenças distintas: a androide de essência empática e sua contraparte fria, lógica e calculista. O contraste entre as duas cria o sentimento de amor e ódio que você destacou — e isso é um dos pilares dramáticos do filme.
As demais criaturas e personagens funcionam como extensão desse tema central: ninguém vence sozinho. A atuação física do Predador também merece destaque, pois há intenção emocional em seus movimentos — algo raro na franquia.
Produção, Fotografia & Efeitos Visuais
Visualmente é um dos pontos mais altos da saga. O CGI é orgânico, integrado aos cenários, e não apenas espetáculo vazio. A fotografia reforça o tom de sobrevivência — um Predador quase ao estilo Rambo, improvisando com o ambiente em vez de depender apenas de tecnologia.
A direção entende quando acelerar com ação e quando desacelerar para construir relação entre os personagens. Esse equilíbrio é o que faz o filme funcionar.
Ação & Tom
As cenas de combate são intensas, mas não gratuitas. Existe estratégia, trabalho em equipe e descoberta de poder coletivo. O humor aparece de forma pontual, sem quebrar o clima, algo que muitos filmes atuais erram.
易 Temas
O filme fala sobre:
legado
redenção
aceitação
identidade dentro de um grupo
humanidade em meio ao monstruoso
E isso é o que o aproxima emocionalmente do público.
Avaliação Final
“Predador: Terras Selvagens” consegue algo raro: respeitar a essência da franquia enquanto expande seu lado emocional. É um filme que mistura espetáculo com coração, ação com drama e criatura com alma.
Um verdadeiro retorno à força da saga — não pela nostalgia, mas pela evolução.
Carnaval de 2026 decidi maratonar todos os filmes do Predador e admito que fui duro demais com a versão de 2018 que apesar do carisma dos protagonistas, ficou dificil engolir uma criança prodígio sabendo usar armas alieníginas, ou que o predator veio a terra em busca dessa criança por ser superior (autista) aos outros humanos, mas ainda assim o Predador é um monstro extremamente Overpower quase que indestrutível e vem um plot magnífico que na verdade tem outro Predador MAIOR AINDA (aqui eu pensei, meu Deus que foda) pois já não bastava um fodão ainda tinha um outro 2x fodão, badass, macho man, mata cobra e mostra o pau, macho alfa da matilha, exemplo do que todo homem quer ser (pelo menos os homens da minha época que nascemos nos anos 90 e crescemos com filmes de homens bombados a exemplo do proprio primeiro filme Prey com o Schwarzenneger).
Talvez tenha sido cruel também com o Prey de 2022, onde desprezei a ideia de uma índia na sua PRIMEIRA caça já que sua tribo era machista e não permitia mulheres caçando, na sua primeira caça ela conseguir matar o predador, mas ainda assim tem seus pontos fortes a própria atriz é boa a harmonia dela com seu irmão na batalha contra o monstro predador, as cenas que ele aparece você tem medo, o maluco saiu na porrada e venceu um urso pardo gigante, olha o nivel de testosterona máximo que ele parte o urso ao meio e toma banho com sangue.
Ai chegamos nesse aqui, um predador jovem que chora por ser fraco, chora pois seu pai machista bate e mata o irmão que tentou defende-lo, que chora toda noite, se corta ouvindo NxZero, odeia ser homem e viver nesse mundo machista e quer acabar com o pai preconceituoso, então num novo planeta encontra uma amiga tagarela de bem com a vida e um bichinho fofinho, então vai aprender que a verdadeira jornada são os amigos que fazemos no caminho. Cara é brutal que incomoda você ver o primeiro filme e assistir esse, parece que afeminaram o talvez personagem pop mais MotherFucker BadAss da história, tornaram uma franquia sanguinolenta e brutal em um filme de aventura para assistir você com sua mulher e filho pequenos onde no final eles ficaram apaixonados no bichinho e vão querer comprar o bicho pelúcia.
A geração atual diminui a imagem do homem provedor, macho alfa, bombado que protege sua familia com as próprias mãos, para enaltecer um homem afeminado que chora que é fraco que pede desculpas por ter nascido homem.
o filme traz um enredo potencialmente bom e inovador, mas se perde na falta de essência, com a falta de tensão que é típico e esperado da franquia, e com excesso de comédia e fofurinha que nada combinam aqui. só não dou uma nota pior porque o filme ao menos consegue entreter e gosto da franquia.
O filme é bom. Mas nada se compara aos anteriores. Neste humanizaram o predador, deixaram ele pequeno, as roupas não são a armadura como ele usava antigamente e tem até bichinho fofo para chamar de seu! Faltou o suspense, o tom sombrio dos outros anteriores. Não digo que é ruim mas já vi outros melhores em relação a este. Resumindo tá bem Disney mesmo. Tanto que até a classificação baixaram. Uma pena para nós que assistimos o original, o pray, enfim faltou o molho dos anteriores!!
O longa, vai além e nos entrega algo que, muito provavelmente, irritará muita gente, mas que é o que realmente torna Predador: Terras Selvagens um filme marcante na franquia: ele subverte o que se espera quando se lê “Predador” no título e coloca nas telonas uma boa e velha “comédia de amigos”, com uma “história de amadurecimento”. Sim, é isso mesmo que vocês leram, meus caros. Mas relaxem, pois não falta ação no filme. Aliás, é ação do começo ao fim, quase ação demais da conta, com apenas um brevíssimo intervalo para respirar a ponto de uma descrição hábil do filme ser algo como “o jovem Dek apanha como boi ladrão nos 20 minutos que antecedem a aparição do título do longa, somente para, ato contínuo, continuar apanhando do mesmo jeito até os créditos começarem a subir na tela”. Chega a dar pena do coitado do Predador da vez, mas com a grande diferença que ele, como protagonista, realmente tem um arco de desenvolvimento completo, que o leva de um jovem adulto obcecado em mostrar seu valor para seu clã e traumatizado pelos eventos que testemunha, tornando-se um líder com personalidade própria. Nota 3,5
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