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OOOI OI!
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21 críticas
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3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
Lutar contra tantos androides pode ter sido meio ruim. spoiler: Antes disso, desde a aparição até o momento de morte deles, talvez tenha sido só eu, mas perdeu o que a selva e as criaturas poderiam dar. Poderia ter sido bem melhor.
O final foi legal. spoiler: Deu uma boa amenizada no ponto fraco do filme contra os androides. Enfim, a floresta e os monstros poderiam ter sido explorados com mais profundidade. Sinto que o filme perdeu um início ainda melhor. Mas claro, os andróides foram interessantes, se olharmos pelo ponto de vista do protagonista Dek que precisava aceitar que é fraco pra se tornar forte. Foi um grande avanço! Oponentes que usam a mente não seriam derrotados apenas sendo destemido… Chegando nesse ponto, acredito que essa saga seja programada pra entregar mais foco em exploração de mundos e clãs futuramente, ou seja, esse é só o ponto de partida.
Resumindo o ponto de vista, eles visaram os próximos filmes, e eu esperava ver um filme focado no que tem disponível, ou seja, nesse filme aproveitar o planeta ao máximo. Só isso mesmo.
Particularmente, achei um 3,4. Com certeza recomendaria a quase qualquer pessoa, pois é legal e divertido.
Agora com Elle Fanning no elenco e ela brilha e faz do filme um grande exemplar de como boas uma boa protagonista elevam um filme a outro patamar! Diversão garantida.
Muito sentimentalismo, uma sintética tagarela e um monstrinho fofo. Nada do que se espera de um Predador, mas funciona como diversão, se não tiver nada melhor.
É um filme bem diferente dos antecessores, onde o vilão até então assume o protagonismo. Deixa de ser um terror/thriller e migra para um gênero mais de aventura, principalmente depois que somos apresentados à Thia. Filme ok, dá para assistir, mas não espere nada semelhante ao que já viu.
Desde que grandes estúdios passaram a buscar maneiras de resgatar o brilho de franquias antigas, poucas tiveram um retorno tão convincente quanto Predador. Depois de anos marcados por filmes irregulares, Dan Trachtenberg reacendeu o interesse do público com Prey, lançado em plena pandemia, quando muitos acreditavam que a franquia já não tinha mais nada a oferecer. Ali, ele demonstrou domínio sobre o universo e abriu portas para novas possibilidades. Mais recentemente, a animação Predador: Assassino de Assassinos expandiu de maneira sólida a mitologia da espécie, estabelecendo uma compreensão mais ampla da cultura dos Yautja. Com esse terreno preparado, Trachtenberg decidiu finalmente inverter a lente: em Predador: Terras Selvagens, em vez de observar o Predador de longe, ele o coloca no centro da narrativa.
Ainda existe resistência de parte do público à ideia de “humanizar” o Predador. O receio é compreensível, afinal, desde o filme de 1987, a figura do Yautja era cercada por mistério, brutalidade e ausência de vínculos emocionais. Mas Trachtenberg abraça justamente essa curiosidade que sempre acompanhou a franquia. Em vez de desmontar o mito, ele amplia nosso olhar sobre ele. A comparação frequente que alguns fazem, afirmando que a desconstrução destrói o que era “melhor antigamente”, acaba revelando mais nostalgia do que argumento. O diretor prefere apostar no que nunca foi mostrado: o que existe dentro daquela sociedade, como esses seres pensam e o que os move além da caça. Essa escolha não contradiz a essência do Predador, mas complementa aquilo que sempre ficou apenas sugerido.
Predador: Terras Selvagens representa mais um passo sólido na revitalização da franquia. Trachtenberg colhe aqui o que plantou nas produções anteriores, traduzindo o macro que apresentou na animação para uma experiência mais íntima. Embora o filme escolha não se aprofundar em certos temas mais densos, ele entrega ação, aventura, humor e uma ampliação significativa do que conhecemos sobre os Predadores. A promessa de um possível crossover com Alien segue como horizonte, ainda mais incerta após a saída de Fede Álvarez, mas Trachtenberg demonstra ter clareza do caminho que deseja trilhar.
O que resta agora é o público decidir se está disposto a acompanhar essa nova fase: menos presa a tradições inquestionáveis, mais aberta a explorar o outro lado da história e, acima de tudo, interessada em compreender o que existe por trás do mito dos Yautja. Trachtenberg entrega uma narrativa movida por respeito à franquia e ambição criativa, equilibrando passado e futuro com competência, mesmo quando opta por caminhos mais seguros. Essa nova etapa está, sem dúvida, em boas mãos.
Filme muitooo bom!!!!! O filme trouxe uma história interessante que ao pirmeiro momento parecia ser algo apenas para mostrar uma briga entre predadores, porém, aos poucos foi dando espaço para outros personagens que deram um rumo que surprendeu. O Predador teve um lado humanizado atráves do convívio com outros personagens que fez desse filme uma obra muito bem elaborada, contendo excelentes efeitos gráficos e uma mensagem muito bacana.
Os caras já acabaram com essa franquia faz tempo, cada novo filme é pior que o outro, o único resquício do predador original aparece só no predador "pai", que infelizmente tem pouco destaque no filme.
Filme que estava praticamente com os dois pés atrás, mas depois que assisti digo que foi uma surpresa muito agradável, um filme muito bom. Se você tem visão conservadora da franquia Predador provavelmente não vai gostar deste filme, mas se você tem visão aberta com certeza irá gostar. Filme que traz o personagem principal para olharmos de forma diferente, com uma pegada diferente e que ficou bem feita. O filme é dinâmico do início ao fim, peca um pouco nos efeitos, mas nada significativo. Avalio este filme na terceira posição até o momento, perdendo apenas para o Predador (original, melhor filme da franquia disparado, com nosso amigo Arnold) e Predador: Prey (a primeira caçada, com nossa amiga índia, filme muito bom também).
Predador: terras selvagens é o 6ª filme da saga e acontece 3 anos após o último. A direção permanece com Dan Trachtenberg e roteiro permanece com Patrick Aison. Na trama, acompanhamos um predador chamado Dek, que é expulso do clã pelo seu pai. Em busca de maior reconhecimento, Dek busca uma jornada em um planeta para enfrentar um adversário supremo. Aos poucos percebe que terá que se aliar com Thia (Elle Fanning) para obter sucesso na missão. Precisamos reconhecer que tanto esse filme quanto o anterior a direção vem se preocupando em tratar o predador como merece, contando a sua história. Nem que para isso abandone a sua pegada principal que é o terror/suspense. Aqui nesse filme, o que prevalece é a aventura. Nisso precisamos tirar a chapéu pra a dupla de direção/roteiro que não teve medo de inovar nem o próprio filme (lembrando que ambos trabalharam juntos no 5ª filme da franquia). Não bastou ter colocado o Predador como protagonista pela primeira vez, mas de praticamente ele sustentar o filme inteiro sozinho. Tirando as boas cenas e ótima atuação de Elle Fanning, tanto como vilã, quanto como ajudante (nesse papel foi o seu maior destaque). Talvez o que tenha deixado muita gente sem ter gostando do filme, é ter colocado o predador numa história de amadurecimento, de entender que ele precisa ser um lobo. Lógico que não falta ação no filme. Aqui temos boas coreografias de lutas. Precisamos reconhecer que mesmo com a grande mudança daquele que foi O predador de 1987, esse últimos 2 filmes deu uma boa oxigenada na franquia.
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