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FUZE (2025) — Quando o caos se transforma na oportunidade perfeita
Gêneros: Ação, suspense, crime e drama
Ano de lançamento: 2025 (estreia mundial no Festival de Toronto; lançamento comercial em 2026)
Duração: Aproximadamente 1h37min
País: Reino Unido
Direção: David Mackenzie
Elenco principal:
Aaron Taylor-Johnson como Will Tranter
Theo James como Karalis
Sam Worthington como X
Gugu Mbatha-Raw como Zuzana Greenfield
Saffron Hocking como Dootsie Keane
Elham Ehsas como Rahim
Honor Swinton Byrne como Clareese
Estória
Londres entra em estado de alerta quando trabalhadores encontram uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial em um canteiro de obras. O artefato representa uma ameaça gigantesca, obrigando as autoridades a organizar uma operação de emergência e evacuar uma extensa área da cidade.
Enquanto militares e policiais tentam controlar a situação, um grupo de criminosos percebe que aquele cenário de medo e confusão pode ser a oportunidade perfeita para executar um grande assalto. Liderados por Karalis, eles aproveitam a movimentação das equipes de emergência e o esvaziamento da região para colocar seu plano em prática.
Do outro lado está Will Tranter, especialista em desarmamento de bombas, que precisa impedir uma tragédia. A polícia, comandada por Zuzana Greenfield, também tenta manter o controle de uma cidade tomada pelo pânico.
O grande conflito está justamente nessa disputa de interesses: enquanto alguns trabalham para evitar uma catástrofe, outros utilizam a ameaça como parte de uma operação criminosa. E, quando os planos começam a se cruzar, fica cada vez mais difícil distinguir quem está realmente no controle da situação.
Produção, direção e atuações
David Mackenzie constrói um suspense que trabalha com a pressão do tempo e com a sensação de que tudo pode sair do controle a qualquer momento. A descoberta da bomba funciona como o ponto de partida para uma trama de crime, estratégia e reviravoltas.
Aaron Taylor-Johnson traz intensidade ao personagem Will, enquanto Theo James assume um papel fundamental na operação criminosa. Sam Worthington acrescenta força ao grupo de assaltantes, e Gugu Mbatha-Raw representa o lado policial dessa disputa.
A proposta visual aproveita bem o ambiente urbano, as operações de evacuação e a tensão em torno do artefato explosivo. O roteiro também procura surpreender o espectador, trabalhando com mudanças de perspectiva e informações que alteram a compreensão dos acontecimentos.
Entretanto, existe um risco nesse tipo de narrativa: quando uma história depende muito de reviravoltas, precisa desenvolver personagens e situações de maneira convincente para que as surpresas realmente tenham impacto. Não basta surpreender; é preciso fazer com que tudo pareça coerente quando as peças finalmente se encaixam.
⭐ Vale a pena assistir?
Fuze apresenta uma premissa interessante e combina elementos que costumam funcionar muito bem no cinema: uma ameaça iminente, uma operação policial, um assalto elaborado e personagens com objetivos completamente diferentes.
É um daqueles filmes em que o espectador acompanha duas corridas contra o tempo: uma para impedir a explosão e outra para concluir o roubo. Essa combinação oferece bons ingredientes para o suspense, embora a execução nem sempre consiga transformar todas as possibilidades da história em algo memorável.
⭐ Minha nota: 6,0/10 — referente ao cinema.
Um suspense de ação que tem uma boa ideia central, elenco conhecido e uma situação capaz de prender a atenção. Porém, fica na média na minha avaliação. Tem potencial, entrega entretenimento, mas não chega a ser aquele filme que permanece na memória depois que os créditos terminam.
#Fuze #FuzeMovie #AaronTaylorJohnson #TheoJames #SamWorthington #GuguMbathaRaw #Suspense #Ação #FilmeDeAssalto #CinemaBritânico #CríticaDeFilmes #Cinema
Gêneros: Ação, suspense, crime e drama
Ano de lançamento: 2025 (estreia mundial no Festival de Toronto; lançamento comercial em 2026)
Duração: Aproximadamente 1h37min
País: Reino Unido
Direção: David Mackenzie
Elenco principal:
Aaron Taylor-Johnson como Will Tranter
Theo James como Karalis
Sam Worthington como X
Gugu Mbatha-Raw como Zuzana Greenfield
Saffron Hocking como Dootsie Keane
Elham Ehsas como Rahim
Honor Swinton Byrne como Clareese
Estória
Londres entra em estado de alerta quando trabalhadores encontram uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial em um canteiro de obras. O artefato representa uma ameaça gigantesca, obrigando as autoridades a organizar uma operação de emergência e evacuar uma extensa área da cidade.
Enquanto militares e policiais tentam controlar a situação, um grupo de criminosos percebe que aquele cenário de medo e confusão pode ser a oportunidade perfeita para executar um grande assalto. Liderados por Karalis, eles aproveitam a movimentação das equipes de emergência e o esvaziamento da região para colocar seu plano em prática.
Do outro lado está Will Tranter, especialista em desarmamento de bombas, que precisa impedir uma tragédia. A polícia, comandada por Zuzana Greenfield, também tenta manter o controle de uma cidade tomada pelo pânico.
O grande conflito está justamente nessa disputa de interesses: enquanto alguns trabalham para evitar uma catástrofe, outros utilizam a ameaça como parte de uma operação criminosa. E, quando os planos começam a se cruzar, fica cada vez mais difícil distinguir quem está realmente no controle da situação.
Produção, direção e atuações
David Mackenzie constrói um suspense que trabalha com a pressão do tempo e com a sensação de que tudo pode sair do controle a qualquer momento. A descoberta da bomba funciona como o ponto de partida para uma trama de crime, estratégia e reviravoltas.
Aaron Taylor-Johnson traz intensidade ao personagem Will, enquanto Theo James assume um papel fundamental na operação criminosa. Sam Worthington acrescenta força ao grupo de assaltantes, e Gugu Mbatha-Raw representa o lado policial dessa disputa.
A proposta visual aproveita bem o ambiente urbano, as operações de evacuação e a tensão em torno do artefato explosivo. O roteiro também procura surpreender o espectador, trabalhando com mudanças de perspectiva e informações que alteram a compreensão dos acontecimentos.
Entretanto, existe um risco nesse tipo de narrativa: quando uma história depende muito de reviravoltas, precisa desenvolver personagens e situações de maneira convincente para que as surpresas realmente tenham impacto. Não basta surpreender; é preciso fazer com que tudo pareça coerente quando as peças finalmente se encaixam.
⭐ Vale a pena assistir?
Fuze apresenta uma premissa interessante e combina elementos que costumam funcionar muito bem no cinema: uma ameaça iminente, uma operação policial, um assalto elaborado e personagens com objetivos completamente diferentes.
É um daqueles filmes em que o espectador acompanha duas corridas contra o tempo: uma para impedir a explosão e outra para concluir o roubo. Essa combinação oferece bons ingredientes para o suspense, embora a execução nem sempre consiga transformar todas as possibilidades da história em algo memorável.
⭐ Minha nota: 6,0/10 — referente ao cinema.
Um suspense de ação que tem uma boa ideia central, elenco conhecido e uma situação capaz de prender a atenção. Porém, fica na média na minha avaliação. Tem potencial, entrega entretenimento, mas não chega a ser aquele filme que permanece na memória depois que os créditos terminam.
#Fuze #FuzeMovie #AaronTaylorJohnson #TheoJames #SamWorthington #GuguMbathaRaw #Suspense #Ação #FilmeDeAssalto #CinemaBritânico #CríticaDeFilmes #Cinema
Esse filme é uma perca de tempo, entediante do começo ao fim, tem umas poucas cenas de ação.
Logo se sabe quem é o comparsa do karalis.
Enfim, filme muito parado e final horrível.
Perca de tempo total
Filme de sessão da tarde
Logo se sabe quem é o comparsa do karalis.
Enfim, filme muito parado e final horrível.
Perca de tempo total
Filme de sessão da tarde
Muito bom ! Lembra aqueles filmes de roubos dos anos 90 e os filmes de ação do Guy Ritchie nas primeiras décadas dos anos 2000.
O filme é a definição de mediano. No gênero ação ele peca e muito, mas no suspense ele consegue entregar um resultado positivo, com um desenvolvimento parecido com o de outros filmes de ação contemporâneos. A primeira metade do filme é sobre a bomba, a segunda metade é o desenrolar após ela. Possui reviravoltas intrigantes, mas um desfecho um tanto desanimador para alguns que estão acostumados com o habitual, o que impacta na experiência.
No final é aquele filme assistível, mas esquecível, não há nada que te faça lembrar dele por muito tempo.
No final é aquele filme assistível, mas esquecível, não há nada que te faça lembrar dele por muito tempo.
Muito bom, apesar de ter a sensação do filme mudar de direção no meio, foi uma grata surpresa, vale a pena assistir sim.
Minha nota é 2/10.
Fui assistir esperando um bom filme de ação, mas foi uma grande decepção. As cenas de explosão são fracas e sem impacto, os diálogos são mal escritos e pouco convincentes, e o roteiro não consegue prender a atenção em nenhum momento. O filme começa sem empolgar e termina ainda pior, deixando a sensação de que todo o potencial foi desperdiçado.
Infelizmente, para mim foi uma perda de tempo. Não recomendo para quem procura ação de qualidade ou uma história envolvente.
Fui assistir esperando um bom filme de ação, mas foi uma grande decepção. As cenas de explosão são fracas e sem impacto, os diálogos são mal escritos e pouco convincentes, e o roteiro não consegue prender a atenção em nenhum momento. O filme começa sem empolgar e termina ainda pior, deixando a sensação de que todo o potencial foi desperdiçado.
Infelizmente, para mim foi uma perda de tempo. Não recomendo para quem procura ação de qualidade ou uma história envolvente.
O Filme começa com a tentativa de te prender na tela, mas ao longo do filme se torna uma chatice ,
Filme no início aparenta ser bom, mas parece que não desenrola muito, os bandidos parecem ser muitos mais inteligente que a própria polícia especialista, dois policiais patetas passando para e para cá igual dois tontos, eo final melancólico, com muitas incoerente ex: colocar um inimigo ni porta-malas e deixas com o celular na mão ficou muito infantil eo final sem graça, os caras conferiram todos os passaportes e justo oque era procurando passou ileso.
Começa como aquele thriller urbano que te prende muito fácil: uma bomba da Segunda Guerra encontrada no meio de Londres, evacuação em massa, paranoia coletiva e criminosos aproveitando o caos. Parece quase um mashup de filme-catástrofe com assalto estiloso.
E durante boa parte do tempo funciona MUITO bem. Sabe construir tensão urbana como poucos, então o filme cria uma sensação constante de que tudo pode explodir (literalmente) a qualquer momento. Você fica esperando o inevitável desastre enquanto a trama vai aumentando de escala.
O problema é justamente quando ele tenta crescer demais. Quanto mais o filme entra na conspiração e tenta transformar um thriller relativamente contido em algo gigantesco, mais ele perde força. Parece aquele caso clássico de roteiro que confunde “mais complexo” com “mais interessante”.
No fim, funciona melhor quando só deixa Londres entrar em caos e abraça seu lado de thriller urbano paranoico.
E durante boa parte do tempo funciona MUITO bem. Sabe construir tensão urbana como poucos, então o filme cria uma sensação constante de que tudo pode explodir (literalmente) a qualquer momento. Você fica esperando o inevitável desastre enquanto a trama vai aumentando de escala.
O problema é justamente quando ele tenta crescer demais. Quanto mais o filme entra na conspiração e tenta transformar um thriller relativamente contido em algo gigantesco, mais ele perde força. Parece aquele caso clássico de roteiro que confunde “mais complexo” com “mais interessante”.
No fim, funciona melhor quando só deixa Londres entrar em caos e abraça seu lado de thriller urbano paranoico.
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